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Carolina Alves

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Jean Aroutiounian

Nasceu em Yerevan , capital da Arménia. Começou o estudo de violino com 5 anos de idade com o seu pai, professor Gareguin Aroutiounian, dando o seu primeiro recital com 7 anos. Aos 8 anos de idade ganhou o 1º prémio no concurso Jovens Talentos da Arménia e com 9 anos o Concurso Jovens Intérpretes, estudando na classe do conceituado professor Villi Mokatsian, na Escola Profissional de Tchaikovsky.
Em 1990 vem viver para Portugal. Concluiu o Conservatório Nacional de Música de Lisboa onde foi concertino principal da orquestra.
Em 2005 termina a Licenciatura de Violino na Escola Superior de Música de Lisboa. Ao longo do seu percurso como aluno, estudou regularmente com os professores: Zakhar Bron na Escola Superior Reina Sofía em Madrid, Boris Belkin no Conservatório Maastricht, Maxim Vengerov no Music School Lubeck, teve aulas particulares com o maestro Rudolf Barshai e em música de câmara trabalhou com Itamar Golan, realiza vários recitais e concertos em Portugal e ex-União Soviética. Participou em Festivais como solista e em Música de Câmara, com um vasto repertório como concertos de Tchaïkovsky, Sibelius, Beethoven, Max Bruch, Mendelssohn, Mozart, Paganini, Sonatas para Violino e Piano, e várias peças para violino.
Colabora frequentemente em concertos e gravações com músicos portugueses, tais como: Mário Laginha, Mariza, Carlos do Carmo, Camané, Tito Paris entre outros.
Trabalhou com maestros como Gustavo Dudamel, Lawrence Foster, Simone Young, Jean-Claude Casadesus, Michael Zilm, Pinchas Zukerman, Gennady Rozhdestvensky, John Axelrod, Alexander Frey, Christian Badea, Joana Carneiro, Nikolay Lalov, Osvaldo Ferreira, Pedro Neves entre outros.
Foi músico efetivo da Orquestra de Câmara Portuguesa, onde desempenhou o papel de concertino principal e frequentemente colabora com a Orquestra Gulbenkian e Orquestra Metropolitana de Lisboa.
É um dos professores fundadores do Projeto Orquestra Geração, que atuou em variadíssimas salas, entre as quais, Teatro São Luiz, Centro Cultural Olga Cadaval, Fundação Calouste Gulbenkian, Aula Magna, Coliseu dos Recreios, entre outros.
É professor de violino e coordenador na Academia de Amadores de Música com alunos premiados em vários concursos nacionais. Realiza frequentemente masterclasses, workshops, formações e estágios de orquestra.
É um dos membros fundadores da Associação Muzart que dedica-se a promoção e apoio a jovens intérpretes.
É membro, como Violetista, do Ad-Hoc String Quartet.
Desde a temporada 2013/2014 integra a Orquestra Cascais Oeiras como Violetista.

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Abel Carvalho

Além de contrabaixista na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Abel Carvalho integra os agrupamentos Concordis e Contr’Orquestra e é professor de contrabaixo na Academia de Música de Santa Cecília e na Academia de Música de Lisboa.
Anteriormente ensinou na Fundação Musical dos Amigos das Crianças e na Universidade de Évora.
Licenciou-se na Academia Nacional Superior de Orquestra com o Professor Vladimir Kouznetsov tendo estudado anteriormente com os Professores Fernando Flores em Lisboa e Ludwig Streicher em Viena e em Madrid.

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Natalia Grossmannová

Natália Grossmannová nasceu em 1985 em Ostrava, na República Checa, e iniciou os seus estudos musicais aos seis anos em piano, na mesma cidade.
Aos oito anos venceu o prémio regional Opava e foi selecionada para participar no Festival Nacional “Janáčkův Máj” em homenagem ao compositor checo Leoš Janáček. Aos 12 anos ingressou na Escola Profissional de Arte de Mirandela, na classe da prof. Inês Fernandes. Concluindo os estudos nesta escola em 2003 com a classificação máxima, prossegue na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe de flauta do prof. Olavo Barros e de música de câmara dos professores Olga Prats e Nuno Inácio. Termina a licenciatura em 2007 com 18 valores.
Em Outubro de 2008 ingressou na Escola Superior de Música de Freiburg, Alemanha, tendo obtido o “Künstlerische Ausbildung Diplom” (Diploma Artístico) na classe de flauta da Prof. Mirjam Nastasi. Entre 2012 e 2014, foi aluna do prof. Nuno Inácio na Academia Nacional Superior de Orquestra.
Teve a oportunidade de se apresentar a solo com a Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa e com a Orquestra de Sintra.
Tem colaborado com várias orquestras e ensembles, nomeadamente com a Lisbon Film Orchestra, Orquestra do Algarve, Orquestra de Câmara de Sintra, A2M, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa e Orquestra de Câmara de Almada. Participa com regularidade em concertos de música de câmara e em estreias de obras de compositores contemporâneos, destacando-se o concerto na “International Week” da Universidade de Música de Graz (Áustria) e a apresentação do Trio Persona (flauta, oboé e piano) no Festival Internacional Forfest, em Kromeříž (Rep. Checa).
Colaborou na gravação de discos, nomeadamente de obras do compositor Sérgio Azevedo com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Atualmente está a terminar o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa. É flautista da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e da Orquestra Sinfónica de Cascais. Leciona no Conservatório de Música D. Dinis e Conservatório de Lisboa.

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Gergana Bencheva

Nasceu a 26 de Agosto de 1980, em Sófia na Bulgária, e começou os seus estudos de violino aos cinco anos.

De 1987 a 1999, estudou na Escola Nacional de Música Liubomir Pipkov, em Sófia, na classe de Profª. Julia Anguelova. Enquanto estudante, gravou para a Rádio Televisão Nacional Búlgara.

Em 1997 foi premiada, no concurso nacional de música alemã e austríaca na Bulgária e em 1998 recebeu 2º Prémio para música de câmara no concurso “Jovens Talentos”.

Em 1999, entra na Academia Nacional de Música “P. Vladigerov”, em Sófia, na classe de violino da Profª. Ginka Gichkova e na de música de câmara do Prof. Dimitar Kozev, terminando o Bacharelato em 2003. Durante este período, actuou como solista em várias orquestras búlgaras, nomeadamente com a National Simphonieta Academic Orchestra, onde apresentou alguns concertos de Mozart. Participou em master-classes de violino e música de câmara onde trabalhou com os professores I. Neaman, M. Frishenshlager, A. Kisš, E. Kamilarov, M. Minchev, M. Lapshansky.

Em 2001, entrou na New Simphony Orchestra, na Bulgária, tendo sido concertino durante a temporada 2002/03. Durante o mesmo período, teve a mesma posição na Junge Europa Philarmony, na Alemanha.

Entre 2003 e 2005 foi estagiária na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Desde Setembro 2005 é músico residente da OCCO.

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José Carrilho

Iniciou os seus estudos musicais no trompete na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense aos 13 anos de idade. Aos 16 anos ingressa o curso Profissional de Música no Conservatório Nacional de Lisboa, tendo como professor Daniel Louro e tendo concluído o  curso com média de 19 valores. Concluiu a Licenciatura em Trompete na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, na classe do Professor António Quítalo com a média de 18 valores.

Ao longo da sua formação, participou em vários estágios de Orquestra destacando-se o da Orquestra Oficial dos Conservatórios de Música, da Orquestra de Câmara Portuguesa, Estágio de Orquestra Sinfónica da Cidade de Gouveia, Estágio Nacional de Orquestra de Sopros de Portel, Estágio de Orquestra de Sopros do INATEL, entre outros.

Participou em Masterclasses com Nelson Rocha, Gonçalo Marques, Jorge Almeida, Luís Granjo, António Quítalo, Gileno Santana, Fábio Brum, Jeroen Berwarts, Stephon Mason, Bruno Nouvion, Kevin Waldron, Fred Sautter, Stephen Mason, David Burt, Kristian Streenstrup, Marco Pierobon, Giuliano Sommerhalder, Wim Van Hasselt, Ger van Lot, Hakén Hardnberger, Gábor Tarkovi, Michael Sachs, Reinhold Friedrich, Christopher Deacon, Pacho Flores, Kris Case, Jonh Miller, Jonh Wallace, etc.

Trabalhou com vários maestros, como Rui Pinheiro, Osvaldo Ferreira, José Eduardo Gomes, Luís Carvalho, Luís Clemente, Francisco Sequeira, David Correia, Carlos Silva, Fernando Marinho, Cesário Costa, Jean Sebástien Berrau, Roberto Samglibeni, Délio Gonçalves, Rafael Agulhó Albors, Nikolay Sevastianov Lalov, Quentin Hindley, Pablo Heras-Casado entre outros.

Em 2012 foi laureado com o 1.º Prémio no Concurso Internacional “Terras de La Sallete” (Oliveira de Azeméis ) na categoria júnior, e ainda nos anos de 2014, 2015 e 2016 fica selecionado consecutivamente como trompetista reserva da Gustav Mahler Jugendorchestra (Viena, Áustria), bem como na Mediterranean Youth Orchestra (Aix-en-Provence, França). Ainda em 2015, na 29.ª edição do Prémio Jovens Músicos transmitido pela Antena 2 e RTP 2, é premiado com o 2.º lugar e, em 2016, é selecionado como trompetista reserva do Estágio Orquestra Gulbenkian 2016. No ano de 2017 é selecionado como músico efetivo para a Mediterranean Youth Orchestra, trabalhando com os maestros Quentin Hindley e Pablo Heras-Casado.

É frequentemente convidado para ministrar como coordenador de naipe dos trompetes e metais em vários estágios de Orquestra de Sopros e Orquestra Sinfónica. Atualmente leciona na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense e no Conservatório de Música de Cascais.

Foi convidado como primeiro trompete da Atlantic Coast International Orchestra e trompetista convidado do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa. Em Julho de 2016 foi selecionado em primeiro lugar, através do concurso público, para colaborar com a  Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e ainda com a Orquestra Sinfónica de Cascais, com as quais tem colaborado desde essa data.

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José Gato

José Carlos Filipe Vale de Gato nasceu a 9 de Novembro de 1994 em Évora. Começou os seus estudos em Trombone com nove anos de idade na Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre com Rui Ferreira e Fernando Palacino. Mais tarde, com catorze anos, ingressou na Escola Profissional Metropolitana. Actualmente é licenciado pela Academia Nacional Superior de Orquestra, em Lisboa, com o professor Reinaldo Guerreiro.
Já participou em alguns Masterclasses com uns dos mais prestigiados trombonistas a nivel nacional e internacional, como Alexandre Vilela, James Miller (Trombone Solista da Los Angeles Philharmonic), Byron Fulchner (Trombone Solista da Philharmonia Orchestra) David Bruchez (Trombone Solista da Tonhalle-Orchester Zurich) e Jörgen van Rijen (Trombone Solista da Royal Concertgebouw) teve também aulas particulares com o professor David Bruchez. Participou em alguns estágios de orquestra sinfónica e de sopros, como: I, II, III Estágios de Banda em Palmela; I Estágio de Orquestra Cidade de Gouveia e o Workshop de Páscoa da Orquestra Metropolitana de Lisboa.
A nível orquestral e de música de câmara já se apresentou com diversas orquestras como a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Metropolitana, Jovem Orquestra Portuguesa, Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra de Sopros da Metropolitana, Ensemble MPMP, Orquestra Sinfónica Juvenil, European Union Youth Wind Orchestra, Lisbon Film Orchestra, Quarteto de Trombones da Metropolitana, entre outros, sob a direção de variados maestros de renome como: Michael Zilm, Susanna Mälkki, Emilio Pomarico, David Afkham, Reinaldo Guerreiro, Pedro Neves, Pedro Carneiro, Cristopher Bochmann, Jean Marc-Burfin, Jan Cober, James Judd, Alberto Roque, Paulo Martins, Joana Carneiro, entre outros, um pouco por todo o continente, Açores, Bélgica e Alemanha.
No verão de 2015, participa com a Jovem Orquestra Portuguesa numa digressão a Berlim e Kassel, onde se apresenta na Konzerthaus em Berlim, participando assim no conceituado festival de jovens orquestras “Young Euro Classic”.
Em 2016 foi seleccionado para o Estágio Gulbenkian para Orquestra.
A nível individual, já conquistou o 3º prémio no prestigiado concurso Prémio Jovens Músicos, e também o 3º lugar no Concurso Internacional Terras de La Salette, Oliveira de Azeméis.
Já se apresentou a solo com a Orquestra de Sopros da Metropolitana.
Para além de masterclasses e aulas particulares, José Vale de Gato trabalha regularmente com trombonistas como André Conde (Ex-Academista da Ópera de Zurique e Trombone solo da Orquestra Gulbenkian) e Filipe Alves (Trombone Solo da Hamburg Philharmonic, Staatskapelle Berlin e Ex- academista da Academia Karajan).

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Tiago Ribeiro

Nasceu em Lisboa em 1977. Aos seis anos, iniciou os seus estudos musicais com seu pai, ingressando mais tarde na classe do Prof. Celso de Carvalho na Academia de Música de Santa Cecília, com quem concluiu o 5º grau. Estudou, ainda, com o Prof. Levon Mouradian. Prosseguiu os seus estudos com o Prof. Luís Sá Pessoa, concluindo o Curso Complementar de Violoncelo. Aqui participou em diversas audições, tanto a solo como em música de conjunto, nomeadamente o “Concerto em Si bemol Maior para Violino, Violoncelo e Orquestra” de A. Vivaldi, realizado no Maio Cultural (Lisboa Capital Europeia da Cultura) em 1994.

Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 1993 a 1997.

Fez parte da gravação do CD de Constança Capdeville lançado em 1997. Nesse mesmo ano, entrou na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou na classe da Prof.a Clélia Vital, com quem concluiu a sua Licenciatura. Participou em várias audições a solo, nomeadamente nos Festivais de Música de São Roque. Em Música de Câmara, foi aluno nas classes das professoras Clélia Vital e Irene Lima.

Frequentou também master classes de Violoncelo com a Prof.a Clélia Vital e Josephine Knight e de Orquestra com Bertrand Broudier, na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2001, participou na master-classe do Prof. Márcio Carneiro no Festival Internacional de Música Costa do Estoril. Integrou o estágio da Orquestra Sinfónica Juvenil 99, no Funchal, orquestra da qual foi membro de 1998 a 2000, tendo participado na gravação do CD com obras do compositor e maestro da orquestra, Christopher Bochmann.

Tem colaborado com várias orquestras, entre as quais a Orquestra do Baixo Alentejo, a Orquestra de Câmara de Braga, a Orquestra Clássica do Algarve, a Orquestra Juvenil Cidade de Évora e a Orquestra Metropolitana de Lisboa . Recentemente, colaborou com a Orquestra Gulbenkian e com a Orquestra Sinfonieta de Lisboa como músico convidado.

Em 2000, concorreu para a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras (OCCO), onde foi músico estagiário durante dois anos. Através da mesma, teve a oportunidade de realizar vários concertos, tanto em Portugal, como no estrangeiro (Bruxelas). Na Temporada 2005 da OCCO interpretou, enquanto solista, o “Concerto para Dois Violoncelos e Orquestra” de A. Vivaldi e ainda, o “Concerto para Violino, Violoncelo e Orquestra”, do mesmo compositor.

Actualmente, é músico fixo da OCCO.

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Tiago Paraíso

Nasceu em 1983 na cidade de Leiria. Aos oito anos iniciou os seus estudos musicais na escola de artes S.A.M.P., Pousos, Leiria.
Aos dezassete anos começou a estudar fagote na Escola Profissional de Artes de Beira Interior, Covilhã, na classe do professor João Brito. Passados três anos ingressou no Instituto Jean Piaget na classe do mesmo professor.
Tem frequentado vários cursos e participações em várias orquestras. Participou no curso de verão nas Caldas da Rainha com o professor Hugues Kesteman e frequentou também o 18º Curso Internacional de Aperfeiçoamento para Jovens Músicos do INATEL, em Portalegre. Esteve presente, como participante no Master-Class de fagote orientado pelo professor Pierre Olivier Martens, que decorreu na escola de música de Loureiro e participou no estágio da Orquestra Sinfónica Juvenil, nos Açores e posteriormente fez parte da Orquestra.
Participou no 1º e 2º Workshop de Jazz no Instituto Jean Piaget orientado pelo professor Pedro Moreira. Esteve presente no estágio da Orquestra Sinfónica do Alto Minho dirigido pelo maestro Márcio Pereira, no 1º Workshop Orquestra Jovens Músicos orientado pelos maestros Henrique Piloto e Pedro Figueiredo, no Master-Class para jovens maestros, como membro da orquestra, com o maestro Jean Sebastian Bérrou e ainda no Master-Class de Direcção de Banda como membro da Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional, dirigido pelo professor Mitchell J. Fennell e com o solista Nuno Silva, clarinete.
Participou também no Ensemble Moderno do Conservatório Nacional de Lisboa, onde estrearam em Portugal a  Canção da Terra de Mahler, versão de Schonberg. Com a Orquestra Clássica da Beira Interior efectuou gravações para o projecto Zéthoven. Participou ainda na Orquestra de Sopros da União Europeia com a qual realizou digressões em Itália e Luxemburgo. Já trabalhou também com os professores Rui Lopes e Afonso Venturieri.
Durante o seu percurso teve a oportunidade de trabalhar com vários Maestros dos quais se destacam: Vasco Azevedo, Alberto Roque, Roberto Peres, Marko Letonja, Jan Cober, Nikolay Lalov, Christopher Bochmann, Francesco Lentini, João Paulo Santos entre outros.
Tem colaborado com a Orquestra da Escola Profissional da Beira Interior, a Orquestra do Instituto Piaget, com a Orquestra da Escola de Música Nossa Senhora do Cabo, com a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa, com a Orquestra Sinfonieta de Lisboa, a Orquestra de Sopros do Conservatório Nacional de Lisboa e com a Orquestra Sinfónica Nacional São Carlos, como reforço.
Foi professor de Fagote no 1º Estágio de Banda Sinfónica da Beira Interior.
Recentemente fez parte da Orquestra do Musical Sweeney Todd.
É membro da Orquestra de Câmara Cascais Oeiras, chefe de naipe da Orquestra da Companhia de Opera Portuguesa, colabora regularmente com a Foco Musical, faz parte do quinteto “Solista Ibéricos” e é membro fundador do Ensemble Palhetas Duplas. É também professor na escola de musica dos Loureiros em Palmela e no projecto AMO
Efectuou gravações para RDP-Antena 2.

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Ricardo Mendes

Ricardo Mendes nasceu em 1982 na cidade de Évora, sendo natural de Reguengos de Monsaraz. Iniciou os seus estudos musicais aos 12 anos na Escola Profissional de Música de Évora, na classe de violino com o Prof. Nikolay Lalov.

Em 1995 teve a sua primeira apresentação a solo, na Sé de Évora, interpretando uma peça de Vivaldi para violino e cravo. Em 1996 participou no Festival Ibérico de Música em Évora e Badajoz. No ano seguinte foi-lhe atribuído, pela Escola Profissional de Música de Évora, o 1º prémio de melhor execução em grupo na formação de quinteto de cordas. Participou na Orquestra Portuguesa das Escolas de Música em 1996/97/98, dirigida pelo Maestro Leonardo Barros, como 1º violino.

Foi membro da Orquestra da Escola Profissional e da Orquestra Juvenil da Cidade de Évora, na qualidade de concertino, tendo percorrido vários países, como Moçambique, Alemanha e Espanha.

Em 1998/99, concorreu ao concurso Prémio Jovens Músicos onde obteve o 2º e 3º prémios a nível médio. Nesse mesmo ano ingressou no primeiro estágio de orquestra de todas as escolas profissionais de música do país (Aproarte) dirigida pelo Maestro Ernest Chell. Também em 1999 terminou a Escola Profissional de Música de Évora, concluindo a prova de aptidão profissional para violino com distinção máxima.

No biénio de 1999/2000 foi bolseiro da Fundação Gulbenkian no âmbito do Prémio Jovens Músicos.

Em 2000 concorreu para a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, onde ingressou como estagiário durante 2 anos. Através da mesma teve a oportunidade de realizar vários concertos, nomeadamente em Portugal e Bruxelas. Participou, no mesmo ano, numa gravação com a Orquestra Gulbenkian sob a direcção do Maestro Muhai Tang.

Em 2001, nos cursos de verão do Estoril, teve o privilégio de poder trabalhar com uma das mais conceituadas violinistas, Lydia Mordkovich.

Em Janeiro de 2004 apresentou-se a solo com a Orquestra da Escola Superior de Música de Lisboa interpretando o concerto para violino de Jean Sibelius. No mesmo ano, por obter a melhor média de violino na E.S.M.L., foi-lhe concedida uma bolsa de estudo sob o regime Erasmus através do qual estudou no Conservatório Felix Mendelshon Bartohly, em Lepzig, Alemanha, na classe do professor Roland Baldini.

Colabora frequentemente com a Orquestra Sinfonieta de Lisboa, sob a direcção do maestro Vasco Azevedo, tal como com a Orquestra Gulbenkian (colaboração iniciada em 2000).

Em 2004, terminou a Licenciatura em Instrumento – Violino, concluindo o Recital final com 19 Valores nas disciplinas de Instrumento e Música de Câmara.

Em 2005 participou no curso de aperfeiçoamento do Instituo Piaget, com Daniel Roland, e em 2006 na Fundação Calouste Gulbenkian com Zakar Bron.

Actualmente é músico efectivo da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, na qualidade de concertino, mas também como solista em recitais e concertos. Em 2006 interpretou o Concerto para Violino em ré menor de G. Tartini, sob a direcção do maestro Giuseppe Lanzetta. Com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras teve a oportunidade de participar no 38º Festival Internacional de Sòfia, Bulgária, em 2007. No mesmo ano, em Portugal, apresentou-se a solo por ocasião do Dia Mundial da Música, tendo a sua interpretação merecido uma reportagem do programa “Cartaz das Artes” da TVI (considerado o melhor programa de divulgação cultural da televisão portuguesa).

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Pedro Santos

Pedro Rafael Neto Santos tem o curso Básico de Instrumentista de Sopro na classe de trompete do Prof. Maciel Matos, concluído no ano lectivo 2001/2002 na Escola Profissional e Artística de Vale do Ave, ARTAVE.

Curso de Instrumentista de Sopro na classe de trompete do Prof. Vasco Faria, concluído no ano lectivo 2004/2005 na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave, ARTAVE.

Licenciatura em Música na variante de execução,instrumentos de arco,sopro e percussão (ramo:trompete) concluído em 21/Outubro/2009 na Escola Superior de Música de Lisboa
Teve oportunidade de trabalhar com a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian, Nova Orquestra Sinfónica de Lisboa, Orquestra da Beira Interior, Orquestra ARTAVE e Orquestra Sinfónica Juvenil onde é actualmente 1ºtrompete.

No âmbito orquestral trabalhou com vários maestros como; António Saiote, Cesário Costa, Christopher Bochmann, Emílio de César, Ernst schelle, Jean Sebastian Bereau, Michael Zilm, Ricardo Tacuchian, Roberto Pérez e Vasco Pearce de Azevedo.

Trabalhou no Grupo de Música Contemporânea da ESML com o maestro Alberto Roque e no Grupo de Música Contemporânea da OSJ com os maestros Christopher Bochmann e Pedro Amaral.

Em música de câmara teve a oportunidade de trabalhar com Avelino Ramos, Olga Prats e José Augusto Carneiro.

Colaborou no musical “High School Musical 2” em cena no teatro Tivoli em 2008.
Participou em vários estágios das orquestras de Sopros e Sinfónica da ESML e da Banda Sinfónica Portuguesa.

Em 2007 actuou com o ensemble de trompetes da ESML na conferência anual do International Trumpet Guild em Amherst, Massachusetts, USA.

Frequentou master classes com prestigiados trompetistas como André Henry, Christopher Martin, Eric Aubier, Fernando Rey Garcia, Hakan Hardenberger, John Aigi Hurn, Kevin Wauldron, Pierre Dutot e Wayne Bergeron.

Lecciona a disciplina de trompete na Academia de Música de Almada.

Pertence aos quadros permanentes da Banda da Armada Portuguesa desde 2006.

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Maxim Doujak

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Sofia Gomes

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João Alves

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Ana Catarina Costa

Ana Catarina Costa nasceu em Angeja e desde cedo manifestou interesse por cantar e fazer música.
Em 1997 foi admitida no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro na classe da Prof. Ana Maria Ribeiro, o qual terminou em 2003 com a classificação de 20 valores. Prosseguiu os estudos na Musik-Akademie der Stadt Basel – Suíça, com Félix Renggli, e mais tarde na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, com Eduardo Lucena, Paulo Barros e Ana Raquel Lima. Em 2012 integrou a classe do Professor Nuno Ivo Cruz, no Mestrado em Performance da Escola Superior de Música de Lisboa.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento com Nuno Inácio, Vasco Gouveia, Félix Renggli, Patrick Gallois, Aurèle Nicolet, Michel Debost, Trevor Wye, William Bennett, Jacques Zoon, Michel Bellavance, Peter-Lukas Graf, Patricia Morris, Emily Beynon, Jean-Louis Beaumadier e Sophie Cherrier.
Frequentou o Curso de Formação de Animadores Musicais da Casa da Música, com Tim Steiner, Sam Mason, Peter Letanka e Paul Griffiths, tendo, no âmbito desse projecto, desenvolvido trabalho de intervenção na comunidade.
Foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2004 e 2008.
Ganhou o 1º Prémio no Concurso de Interpretação da Costa do Estoril (2002), o Prémio da Fundação Eng. António Pascoal (2003), o 1º Prémio – Solista, Nível Superior – no 8º Concurso “Prémio Jovens Músicos” da RDP (2004), o 1º Prémio do Concurso de Música de Terras de La-Salette (2006), o 1º Prémio de Música de Câmara no Concurso Prémio Jovens Músicos com o Trio Polyhymnia (2006), o 3º Prémio no Concurso de Interpretação do Estoril (2007) e o 1º Prémio – Categoria Moyse – no 1º Concurso Nacional de Flauta Transversal do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian (2008). Foi também distinguida com a Salva de Honra do Município de Albergaria-a-Velha (2004).
Com o Trio Polyhymnia (Jan Wierzba-piano e Michal Kiska – violoncelo), gravou para a RDP-Antena2, e apresentou-se no Festival de Música da Póvoa de Varzim e Festival do Estoril.
Integrou o Grupo Coral Voz Nua sob a direcção da Maestrina Aoife Hiney.
Apresentou-se a solo com a Orquestra de Câmara de Cascais, com a Orquestra Gulbenkian e com a Orquestra de Câmara de Almada.
Tem colaborado com diversas orquestras e projectos musicais, entre as quais a Orquestra Sinfónica do Porto-Casa da Música, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra do Norte, Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Remix Ensemble, Orquestra de Jazz de Matosinhos, Banda Sinfónica Portuguesa, International Mahler Orchestra, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Euro-Atlântica, tendo trabalhado, entre outros, com António Saiote, Pedro Carneiro, Paulo Martins, Francisco Ferreria, Vasco Azevedo, Pedro Neves, Osvaldo Ferreira, Joana Carneiro, Yoel Gamzou, Carlos Azevedo, Jan Cober, Julia Jones, Jonathan Stockhammer, Peter Rundel, Christoph König, Maria Schneider e Josep Pons. Em 2003 foi admitida da Escola de Verão da Orquestra de Jovens da União Europeia, tendo trabalhado com Vladimir Ashkenazy. Em 2014 e 2015 integrou a Orquestra XXI, dirigida por Dinis Sousa.
Recentemente apresentou-se no Festival Gergiev – Roterdão, sob a direcção de Valery Gergiev e trabalhou como Piccolo Solo na Orquestra Sinfónica de Gotemburgo sob a direcção dos maestros Matias Rouvali, Mei-Ann Chen e Kent Nagano.
É membro da Orquestra de Câmara de Almada desde a sua criação.
Em Maio de 2016 concluiu o mestrado em Performance no Real Conservatório de Haia – Holanda, nas classes do Professor Jeroen Bron – Flauta e da professora Dorine Schade – Piccolo, com a classificação de 9 de 10 valores.

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Flávio Bernal

Iniciou os seus estudos musicais na Banda Musical de Souto e posteriormente na
Academia de Música de Santa Maria da Feira, na classe de trombone do professor
José Borges.
No ano lectivo de 2000/2001 é admitido na EPME (Escola Profissional de Música de
Espinho), na classe de trombone do professor Hugo Assunção e mais tarde na classe
de trombone do professor Alexandre Vilela. Como aluno da EPME, teve oportunidade
de trabalhar na classe de música de câmara do professor Severo Martinez.
No ano lectivo de 2004/2005 é admitido na Universidade de Aveiro na classe de
trombone do professor Jarrett Butler.
Frequentou diversas masterclass nomeadamente com os professores Joseph Alessi,
Hugo Assunção, Severo Martinez, Sérgio Carolino, Ricardo Casero, Jarrett Butler,
Vítor Faria, Kevin Hakes, Nuno Martins, Byron Fulcher, James Miller Stefan Schulze
Internation Trombone Festival2015.
Colaborou com várias orquestras entre as quais: Orquestra Sinfónica Portuguesa,
Orquestra Sinfónica da Póvoa do Varzim, Orquestra Sinfónica da ESART, Orquestra
Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra do Algarve,
Orquestra do Coral Sinfónico de Portugal, e Orquestra Sinfónica de Cascais. Teve
oportunidade de trabalhar com os seguintes maestros: António Lourenço, Joe Duddel,
Antonio Pirolli, Giovanni Andreoli, Vasco Pearce de Azevedo, Saraswati, Alberto
Hold-Garrido, Cornelius Meister, Osvaldo Ferreira, Teodoro Aparício, Cesário Costa,
Ernest Schelle, José Rafael Villaplana, Joana Carneiro, Rafael Garrigós, Roland Keift
entre outros.
Lecionou na Academia de Música do Orfeão de Ovar, Academia de Música de
Cantanhede, Escola Profissional do Conservatório de Música e Artes do Dão.
Atualmente leciona no Conservatório de Música de Fátima e Ourém, na Escola de
Música do Conservatório Nacional de Lisboa “Orquestra Geração e Conservatório de
Música de Santarém.

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Rui Cristão

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Daniel Faria

Daniel Filipe Reis Faria, nascido a 29 de Novembro de 1987, iniciou os seus estudos musicais na Banda Filarmónica União Capricho Olivalense. Aos 15 anos conhece o Fagote e pouco tempo depois integra, no Conservatório Nacional, a classe do professor Arlindo Santos.

É licenciado em Música pela Escola Superior de Música de Lisboa com o mesmo professor.

Pertenceu à Orquestra Sinfónica Juvenil e é membro da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana, Quinteto de sopros Ard’5 e Duo Árgon

Actualmente é professor de Fagote no Conservatório Regional Silva Marques (Alhandra) e frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa. Participou em cursos de Aperfeiçoamento de Fagote com Klaus Thunemann, Giorgio Mandolesi, Sophie Dartigalonge, Rui Lopes e Ricardo Ramos.

Tem vindo a colaborar com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa e Orquestra de Camara Portuguesa. Frequentou diversos estágios de orquestra com Momentum Perpetuum, Orquestra das Beiras, Orquestra Sinfónica Juvenil, Templários e INATEL.

Actuou sob a direcção de nomes como: Martin André, Jéan Sébastien Béreau, Joana Carneiro, Osvaldo Ferreira, John Nelson, Julia Jones, Christopher Bochman, Ernst Schelle, Emil Tabakov, John Neschling, Domenico Longo, Alberto Roque, Pedro Carneiro, Vasco Azevedo, Afonso Cerqueira, Armindo Manuel Pereira Luís, Afonso Alves, Délio Gonçalves, entre outros…

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Tiago Oliveira

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Lilit Khachatryan

Lilit Khachatryan nasceu em Yerevan / Armênia. Começou os estudos de violino na Escola Especial de Música onde, em 1997, venceu o primeiro prémio no Concurso Nacional Arménio de Violino. Depois de terminar a escola, em 1998, Lilit entra no Conservatório Superior Estadual, onde estudou até 2003, mais tarde obtendo o grau de doutorada estudando com professores como Villy Mokazian, Edward Dayan, Henrik Smbatyan.
Lilit frequentou master-classes, participou em vários festivais tais como: Return festival (Arménia) Talalyan Brothers festival (Arménia) Schleswig Holstein Musik festivall (Alemanha) Mahak festival (Irã) entre muitos.
Em música de câmara estudou com professores como: Aram Talalyan (LCA, Armênia-Câmara e Música Barroca), Alla Berberyan (LCA, Armênia), Samvel Barsegian (Portugal), Gareguin Aroutunian (Portugal) Daishin Kashimoto (Alemanha) Boris Browtsin (UK) Jakov Jakoulov (EUA), Mikhail Bronner (RF), Mikhail Kokzhaev (LCA).
Entre 1998-2000 Lilit foi Concertino Auxiliar da Orquestra Juvenil Sinfónica Nacional. Entre 2000-2003, Lilit dedica-se também ao estilo Barroco integrando a Orquestra Barroca de Yerevan. Depois de sua experiência com a música barroca, em 2005, integra a Orquestra Nacional de Câmara Estadual como líder. Ao mesmo tempo Lilit dedica-se a vários projectos de música de câmara, desde contemporânea, música orquestral, música folclórica até mesmo alguns projectos de jazz.
Desde 2012 Lilit vive em Portugal, onde trabalhou com o Professor Gareguin Aroutiounian e Samvel Barsegian.

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