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Guitarra Elétrica

A Guitarra Elétrica tem a mesma afinação que a Guitarras Clássica, Acústica e Semi-Acústica, sendo que usa cordas de metal e o seu som é apenas audível quando ligada a um amplificador. O som das cordas é transformado em sinais elétricos pelos vários captadores, que transmitem esses sinais para o amplificador onde podes criar inúmeros efeitos. Assim, as guitarras elétricas são de madeira maciça porque não precisam de caixa de ressonância para amplificar a vibração das cordas. Contudo, poderás explorar também a guitarra semi-acústica nesta disciplina (como a que está na imagem), sendo que há algumas diferenças na qualidade e efeitos do som, bem como na maneira como este é captado.

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Voz

A disciplina de Voz está orientada para os estilos pop/rock/jazz e nela aprenderás toda a técnica vocal que te permitirá usar a tua voz sem a prejudicares, fazendo-a brilhar em todo o seu potencial. Conhecerás o teu registo vocal e os teus limites, e trabalharás a tua própria interpretação das tuas músicas favoritas.

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Cravo

Este antigo instrumento de teclas produz o som de cordas pinçadas através de mecanismo muito interessante no seu interior. Com uma sonoridade única, o cravo produz sempre a mesma intensidade de som, quer uses mais ou menos força para tocar. A arte de tocar no cravo reside noutras técnicas expressivas que poderás descobrir aqui:

Tal como no piano, as partituras para cravo têm a pauta da clave de sol para a mão direita e a pauta da clave de fá para a mão esquerda, que se lêem em simultâneo (tal como as mãos tocam em simultâneo).

No Conservatório de Cascais podes aprender a tocar Cravo. Vê como aqui!

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Análise e Técnicas de Composição

A disciplina de Análise e Técnicas de Composição faz parte do currículo oficial do ensino especializado de música do nível secundário. Nesta disciplina aprenderás a compreender a escrita musical de obras de todas as épocas, bem como as técnicas que são usadas nas mesmas. Reconhecerás estilos, épocas e compositores, e descobrirás os segredos que estão por detrás do génio de muitos nomes famosos. E, claro, poderás usá-las tu mesmo e compor as tuas próprias músicas.

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Contrabaixo

O Contrabaixo é o maior instrumento de cordas friccionadas, e também aquele que atinge as notas mais graves. O seu som é produzido pela fricção do arco nas grossas cordas ou então com o pizzicato. Pertence à família do violino, da viola d’arco e do violoncelo, embora o seu formato seja mais próximo do da viola da gamba, um instrumento barroco. Pelas suas dimensões toca-se de pé e, tal como nos restantes instrumentos da sua família, irás aprender a adequar a pressão do arco em cada corda, produzindo o som profundo tão característico do contrabaixo:

O contrabaixo é também um instrumento muito popular no jazz e na música do mundo, onde a sua versatilidade é explorada de formas muito alternativas:

As partituras do contrabaixo estão na clave de fá, embora o contrabaixo produza notas uma oitava abaixo das que estão escritas.

Podes começar a tua aprendizagem com um contrabaixo do Conservatório de Cascais. Informa-te na nossa Loja.

Conhece os Professores de Contrabaixo do Conservatório de Cascais.

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Zyryab Quarteto de Guitarras

Procuramos um trabalho inovador e propostas diferenciadas. Partir da nossa formação clássica mas não nos restringira ela, permite-nos inovar e procurar repertórios mais alargados, fazer a ponte com outras músicas, ligar o erudito ao tradicional e ao popular.

Somos um quarteto de guitarras, uma formação já de si pouco comum, que em alguns temas introduz, com a originalidade de quem conhece, instrumentos como o Baixo, Requinta, Cavaquinho e Bandolim.

Expandir o escasso repertório para quarteto de guitarras é sempre uma meta, uma missão, um objectivo, quer através de transcrições nossas quer com a colaboração de compositores que escrevem para nós.”

No início de 2010, o Quarteto Zyryab preparou a gravação do seu 1.º CD. Num impulso criativo de compromisso e dedicação à música portuguesa, fazem questão de partilhar com o público o resultado de mais de uma década de trabalho e apresentar o seu repertório de nomes de referência na música portuguesa. Contam desde já com o apoio de Pedro Caldeira Cabral que acarinhou a iniciativa do jovem quarteto e que gravará com eles temas de sua autoria.

Formado em Setembro de 1999, por alunos da Escola de Música de Linda-a-Velha, o quarteto de guitarras Zyryab assume uma série de objectivos claros. Aproveita a estreita ligação do seu instrumento à música popular, e debruça-se durante algum tempo sobre temas de inspiração popular latina, de origem sul-americana e ibérica, assim como obras de música erudita. Toca em variadas circunstâncias, de onde se destacam actuações dadas em diversas autarquias com o apoio do IPAE, algumas vezes no CCB – Bar Terraço das 7 às 9, em programas de rádio da Antena 1 e TSF e em diversas colaborações com a Câmara Municipal de Oeiras.

Actualmente o quarteto dedica-se sobretudo à interpretação de repertório português, tentando alargar o repertório nacional para este tipo de formação através não só de transcrições mas também com a cooperação de compositores actuais, desde jovens compositores a compositores mais experientes das mais variadas áreas musicais.

Sérgio Leandro, Kami (Carlos Miguel Marques), Gonçalo Lourenço, Pedro Louzeiro, Rui Luís Pereira (Dudas) e Marco Oppedisano (E.U.A) são alguns dos compositores que dedicaram obras ao Quarteto Zyryab. O quarteto colabora também com cantoras como Joana Manuel e Inês Madeira e com os coros Dezstacatto, Odysseia e Públia Hortênsia.

Compõem o Quarteto Zyryab os guitarristas Daniel Sousa, Luís Miguel Aveiro,  Luís Roldão e Ricardo Nogueira.

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Ivan Knezevic

Ivan Knezevic, violinista e violetista natural de Belgrado (Sérvia), começou a estudar música com quatro anos cantando no coral infantil Kolibri. Aos seis anos iniciou seus estudos no violino frequentando a escola de música que lhe proporcionou, além das aulas de instrumento, os primeiros contactos com a música de câmara e de orquestra. Desde os seus primeiros anos de estudo, Ivan tem-se dedicado à música de câmara como forma de partilhar as suas ideias e interpretações musicais. Os prémios que conquistou, nacionais e internacionais, permitiram-lhe continuar a sua carreira no estrangeiro. Com apenas vinte anos foi convidado para atuar como primeiro violino do Teatro Municipal no Chile. Na Alemanha também ocupou cargo de primeiro violino em Hagen e Essen. Ivan foi membro de Evenos String Quartet, colaborando com músicos internacionalmente conhecidos. Ivan Knezevic aprecia particularmente a partilha de ideias musicais e transmitir o seu conhecimento às novas gerações. Atualmente leciona música de câmara na Faculdade de Música em Belgrado. Além disso, dirige frequentemente master classes na Sérvia e na Grécia.

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Caroline Busser

A violoncelista Caroline Busser, de origem franco-germânica, nasceu em Munique. Quando iniciou seus estudos de música com cinco anos de idade mostrou interesse em aprender flauta, violino e piano. Entretanto, o amor pela música acabou por direcioná-la para o violoncelo. Com o timbre do violoncelo, que é o mais parecido com a voz humana, Caroline “conta” histórias ao público. O violoncelo, o seu “primeiro amor”, tornou-se no seu instrumento de profissão, acompanhando-a e ajudando-a a ganhar prémios, tais como o National Cello Award Germany. Caroline ocupa atualmente a posição de violoncelista principal de Pfalztheater Kaiserslautern. Durante os seus estudos foi bolseira da Orquestra Filarmónica de Munique e conquistou vários prémios. A Fundação para a Cultura Siemens presenteou Caroline com um excelente violoncelo de origem italiana. Teve oportunidade de tocar em diversas salas prestigiadas sob alguns dos regentes mais proeminentes da atualidade, tais como Zubin Mehta, Lorin Maazel e Christian Thilemann, que a inspiraram no seu percurso musical. Carolina tem-se dedicado à música de câmara, a atividade que mais lhe agrada e através da qual consegue expressar o seu melhor e transmitir a alegria e o seu gosto pela música.

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André Gaio Pereira

André Gaio Pereira é um violinista a residir em Londres, nomeado Jovem Músico do Ano – Prémio Maestro Silva Pereira 2017. Interessado em diversas áreas da música apresenta-se regularmente como recitalista e concertista, em música de câmara e em orquestra.

Nascido em Braga em 1994, André iniciou os estudos de violino aos 7 anos. Dois anos mais tarde fez a sua estreia a solo na Festa da Música (CCB). Estudou com a professora Inês Saraiva e mais tarde com o professor Aníbal Lima enquanto em Portugal, tendo ingressado na classe do romeno Remus Azoitei quando se mudou para Londres e entrou na Royal Academy of Music em 2012.

Em 2017 obteve o 1.º Prémio no Prémio Jovens Músicos, onde tinha já sido o primeiro laureado no Nível Médio em 2010. Foi também nesse ano que venceu o Concurso Internacional do Fundão –Nível IV. Em 2016 foi distinguido com o 2.º Prémio no Concurso Vasco Barbosa. Como solista, André apresentou-se com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra do Algarve e a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Desde tenra idade que se interessa por opiniões diferentes e versáteis, tendo assim participado em masterclasses com os professores Igor Oistrakh, Gilles Apap, Zakhar Bron, Anna Chumachenko, Pavel Vernikov, Maxim Vengerov e Gyorgy Pauk.

A sua paixão por música de câmara levou-o a formar vários grupos, nomeadamente o Trio Flatus e o Quarteto Tagus. Neste âmbito apresentou-se nos festivais Harmos, Mendelssohn on Mull e no Festival Internacional de Música do Marvão. O Quarteto Tagus foi nomeado grupo de música de câmara em residência na Royal Academy of Music na temporada 2016/2017 e nesse ano apresentaram-se também no prestigiado Wigmore Hall e lado a lado com o Doric Quartet.

Enquanto músico de orquestra, André apresentou-se por diversas vezes como concertino da Academy Symphony Orchestra sob a regência de maestros como Semyon Bychkov, Sir Mark Elder e Edward Gardner. Em 2015 foi selecionado para representar a universidade no Pacific Music Festival onde trabalhou com Valery Gergiev. Na temporada 2016/2017 integrou o London Symphony Orchestra String Experience Scheme e desde então que é membro reforço regular da orquestra.

Atualmente, André está a terminar o seu Mestrado em Performance na Academy sob a tutela de Levon Chilingirian. É recipiente de uma bolsa completa da prestigiada ABRSM e ainda generosamente auxiliado pelas instituições Fundação Calouste Gulbenkian, Help Musicians UK e Countess of Munster Musical Trust.

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Raúl Gouveia

Natural de Reguengos de Monsaraz, iniciou aos 14 anos os seus estudos musicais em saxofone na Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, em Reguengos de Monsaraz com o professor Jorge Paulino. Em 2010 ingressou no Conservatório Regional do Alto Alentejo, em Reguengos de Monsaraz, na classe da professora Ana Quintas, e em 2011 no Curso Profissional de Música da Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe do professor Artur Mendes. No último ano do curso (2013/2014), estudou na classe do professor Hélder Alves. Nesse mesmo ano, ingressou na Licenciatura em Música – Variante Execução, na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do professor José Massarrão. Atualmente encontra-se a frequentar o 3.º ano da mesma.

Frequentou masterclasses com alguns dos mais conceituados professores de saxofone, tais como Jean Yves Formeau, Albert Juliá, Otis Murphy, Joonatan Rautiola, Jean-Marie Londeix, Hélder Alves, Fernando Ramos, José Massarrão, Kenneth Tse e James Houlik. Frequentou workshops e cursos de aperfeiçoamento na área do jazz e música contemporânea com os professores Paulo Gaspar, Naná Sousa Dias, Francisco Andrade, Jorge Sá Machado e Christopher Bochmann. Trabalhou com os maestros Jean Sebastién Béreau, Francisco Sequeira, Fernando Marinho, Alexandre Branco, Philip Sparke, Adam Gorb, Jacob de Haan, Luis Clemente, Carlos Amarelinho, Alberto Roque, Rafael Agulló Albors, António Menino, Délio Gonçalves, Mitchell Fennell, Tiago Alves, Pedro Sobral Santos, Élio Murcho, Rui Silva, António Rosado, José Veloso, Christopher Bochmann, Nikolay Lalov, Craig Kirchoff.

Já se apresentou em algumas das mais conceituadas salas de espectáculos do País, destacando o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, o Teatro Camões, Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa e a Aula Magna.

Venceu vários prémios, entre os quais: 1.º Prémio no 5.º Concurso Internacional de Saxofone “Vítor Santos” em Palmela, na Categoria Júnior, o 1.º Prémio no 9.º Concurso de Música Anatólio Falé em Lagos, o 1.º Prémio no 2.º Concurso Nacional de Saxofone “Sons do Cabral” em Belmonte, na Categoria Júnior em 2014, e o 2.º Prémio no 1.º Concurso Nacional de Interpretação Musical “Cultivarte Jovem” em Lisboa, no Escalão A, todos em 2014. Voltou a receber o 1.º Prémio no 3.º Concurso Nacional de Saxofone “Sons do Cabral” em Belmonte, na Categoria Júnior em 2015, e o 3.º Prémio Ex-Aequo no 6.º Concurso Internacional de Saxofone “Vítor Santos” em Palmela, na Categoria Sénior em 2016.

Em Novembro de 2014, ingressou na Força Aérea Portuguesa onde foi músico na Banda de Música da Força Aérea até Dezembro de 2016. Em Outubro de 2015, apresentou-se a solo com a Banda de Música da Força Aérea com quem estreou a obra “Assimetrik” de Daniel Schvetz para Clarinete, Saxofone Tenor, Marimba e Orquestra de Sopros.

É membro fundador do Quarteto de Saxofones “Tejo Quartet”, e colaborou com a Orquestra Sinfónica Juvenil e com a Orquestra Sinfónica de Cascais. Estreou e foram-lhe dedicadas obras de compositores como Eurico Carrapatoso e Daniel Schvetz.

Desde Março de 2017 que é músico dos Quadros Permanentes da Banda da Armada Portuguesa. É professor de Saxofone no Conservatório de Música de Cascais.

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Música Nova 2018 – Convite a compositores

Numa iniciativa que tem vindo a repetir-se, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras dá mais uma vez a oportunidade para novas obras virem a público. No concerto Música Nova serão estreadas obras de música de câmara, divulgando o trabalho de jovens compositores. Neste concerto, o público e os músicos da OCCO irão votar no compositor residente para o ano de 2019.

Todos os compositores interessados deverão enviar as suas obras para [email protected] até 30 de Setembro de 2018 para serem apreciadas pela Direção Artística. Na proposta deverá constar a duração da peça, os instrumentos requeridos e a partitura orquestral. Os compositores selecionados deverão enviar posteriormente as partes até 19 de Outubro de 2018.

As propostas deverão ter em consideração os seguintes parâmetros:
• Duração – 5 a 15 minutos;
• Instrumentos à escolha: violino, viola, violoncelo e piano.

As obras selecionadas serão apresentadas no concerto Música Nova, dia 27 de Outubro no Palácio Marquês de Pombal às 18h.

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Marco Alves dos Santos

Licenciado em canto pela Guildhall School of Music & Drama como bolseiro da F. Gulbenkian, iniciou a sua carreira como solista profissional em 2003. Apresentou-se como solista em Portugal, Espanha, França, Itália, Reino Unido e Alemanha, dando vida a papéis como “Tamino” (Zauberflöte), “Mr. Owen” (Postcard from Morocco de D. Argento), “Tristan” (Le Vin Herbé F. Martin), “Leandro” (La Spinalba), “Orphée” (Descente d’Orphée aux Enfers), “Ernesto” (Don Pasquale), “Anthony” (Sweeney Todd), “Duca di Mantova” (Rigoletto), “Die Hexe – A Bruxa” (Hansel & Gretel), “Prunier” (La Rondine), “The Governor” (Candide, Bernstein), “Ferrando” (Cosí fan Tutte). Mais recentemente foi “Conte Almaviva” (Barbiere di Seviglia, G.Opera), “Acis” (Acis & Galatea), “Male Chorus” (Rape of Lucretia), “Aegisth” (Elektra), “Arbace” (Idomeneo), “Evangelista” nas Oratórias de Natal, Páscoa, Ascenção e Paixão S. S. João (Bach) e tenor solista na 9.ª Sinfonia (Beethoven), Messiah (Handel), na Petite Messe Solonelle (Rossini) e Requiem (Mozart).

Do repertório sinfónico destacam-se concertos com as Orquestras Sinfónica Portuguesa, Gulbenkian, Metropolitana, Remix Ensemble, Algarve, Beiras, Clássica de Espinho, Norte, Sinfónica Juvenil, Divino Sospiro, Mov. Patrimonial da Música Portuguesa, Ginásio Ópera e Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, em palcos como o de S. Carlos, Gulbenkian, CCB, Casa da Música, Coliseu do Porto, Teatro das Figuras, Teatro Aberto entre outros.

Compromissos em 2018/19 incluem “Gilvaz” (Guerras Alecrim e Manjerona), “Recitant” (L’enfance do Christ), “Don Ottavio” (D.Giovanni) “Tybalt” (Romeo et Juiliette), “Evangelista” na Paixão S.S. João e as árias da Paixão S.S. Mateus nas temporadas da OSP, S. Roque, Metropolitana, CCB, F. Gulbenkian e Aix-en-Provence.

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Carolina Figueiredo

Formou-se em Canto na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa em 2005, trabalhando hoje regularmente com Manuela de Sá e sendo acompanhada por Susan Waters e Lucia Mazzaria no âmbito de masterclasses.

Colabora em concerto com grandes coros e orquestras nacionais, tendo-se apresentado em obras como Paixão segundo S. João de J. S. Bach, Messiah de Haendel, Petite Messe Solennelle de Rossini, Les nuits d’été de Berlioz, Manfred de Schumann, Les Béatitudes de Franck, Oratória de Natal de Saint-Saens, Il Tramonto de Respighi e Sonho de uma Noite de Verão de Mendelssohn. Participou das estreias modernas de obras de compositores portugueses como Te Deum de Francisco António de Almeida, João de Sousa Carvalho, Brás Francisco de Lima e Jerónimo Francisco de Lima.

Integrou o elenco de Roméo et Juliette de Gounod (Gertrude), La Traviata de Verdi (Annina), Madama Butterfly de Puccini (Kate Pinkerton), L’enfant et les sortilèges de Ravel (Maman, Tasse Chinoise e Libellule), L’Angelica de Sousa Carvalho (Licori), Beaumarchais de Pedro Amaral (Condessa Rosina), Der Zwerg de Zemlinsky (3.ª Camareira), Dialogues des Carmelites de Poulenc (Mère Jeanne),  Ester de Leal Moreira (Assuero) e Bastien e Bastienne de Mozart (Bastien). Trabalhou sob a direção de Leonardo García Alarcón, Michael Corboz, Lorenzo Viotti, Michele Gamba, Domenico Longo, Laurence Foster, Aapo Häkinnen, Cesário Costa, Joana Carneiro, Pedro Amaral, João Paulo Santos, Marcos Magalhães, entre outros maestros.

Apresenta-se também em recital de música barroca e romântica, acompanhada por Adriano Jordão, Olga Prats, João Paulo Santos, José Manuel Brandão e Anna Tomasik. Destaca-se a recente participação no certame dos Dias da Música 2019, num recital sob o tema de Shakespeare, acompanhada por José Manuel Brandão. Estreou e gravou obras de música contemporânea (Carlos Marecos, Jorge Salgueiro).

Licenciada em Direito e com o Diploma Internacional de Tradução do Chartered Institute of Linguists, Carolina Figueiredo dedica-se em paralelo à área da tradução jurídico-legal.

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Carla Simões

Natural de Lisboa, Carla Simões estreou-se nos palcos como “Pamina”, em A Flauta Mágica, e tem vindo a desenvolver um vasto repertório operático de onde se destacam outros papéis Mozartianos como “Donna Anna” (Don Giovanni), “Fiordiligi” (Così fan Tutte), “Cherubino” (Le Nozze di Figaro), “Clarice” e “Lisetta” (Il Mondo della Luna, P. Avondano), “Nora” (Riders to the Sea, Vaughn Williams), “Condessa Ernesta” (As Damas Trocadas) e “Rosina” (O Basculho da Chaminé) de Marcos Portugal, “Norina” (Don Pasquale) e “Rita” de Donizzeti, “Paride e Pallade” (Paride ed Elena, Glück), “Peppa” (A Vingança da Cigana) e “Albina” (A Saloia Enamorada) de Leal Moreira, “Crobyle” (Thaïs, Massenet), “Anna” (Nabucco, G. Verdi), “Juliette” (Romeo et Juliette, Gounod), “IV Mägd” (Elektra, R. Strauss) e “Mercédès” (Carmen, Bizet), entre outros.
Sob a Direcção de prestigiados Maestros nacionais e estrangeiros – entre os quais António Pirolli, António Lourenço, Cemi’i Can Deliorman, Cesário Costa, Donato Renzetti, João Paulo Santos, Julia Jones, Leo Hussain, Marcos Magalhães, Pedro Neves, Rory McDonald, Rui Pinheiro ou Tapio Tuomela – trabalhou com agrupamentos musicais de referência, como a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Ensemble “Os Músicos do Tejo”, a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian ou a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, marcando presença em numerosos festivais culturais (Festival Musicatlântico, Festival Culturel Européen de Rouen, Festival de Mateus, Festival de Música da Costa do Estoril, Festival Allgarve, Festival ao Largo, Festival Cistermúsica, etc.), e nos mais importantes palcos nacionais como o Teatro Nacional de S. Carlos, Teatro Municipal de S. Luiz, Teatro Nacional de S. João, Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Grande Auditório do Centro Cultural de Belém e Zènith de Rouen, entre outros.
Recebeu o 2.º Prémio Voz Feminina no Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, em 2011, e tem sido convidada para a estreia de vários trabalhos de compositores contemporâneos como Vasco Martins (A Voz da Lua – «Ópera Crioulo») ou Luis Tinoco (Egg-Wisk – «Evil Machines).
Do seu repertório de Concerto e Oratória destacam-se: Gloria (Vivaldi), Magnificat (Bach), Hymno Lusitano (Bomtempo), Ode para o dia de Santa Cecília (Handel), A Criação (Haydn), Exultate, Jubilate (Mozart) Lauda per la Nativitá del Signore (Respighi), Requiem Alemão (Brahms), Requiem (Verdi), 9.ª Sinfonia (Beethoven), Catfish Row (Gershwin), e um alargado repertório de Canção e Lied abarcando diversos compositores e períodos musicais incluindo ciclos orquestrais como Vier Lezte Lieder (R. Strauss) e Wiesendonk Lieder (R. Wagner).

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Aiman Mussakhajayeva

Artista Nacional da República do Cazaquistão, e Reitora da Universidade de Artes do Cazaquistão, Aiman Mussakhajayeva é uma figura pública proeminente. Formou-se no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo (com o Professor Valery Klimov). Venceu vários concursos, nomeadamente o Concurso Internacional de Belgrado (Jugoslávia, 1976), Concurso Internacional Paganini de Génova (Itália, 1981), Concurso Internacional de Tóquio (Japão, 1983), Concurso Internacional Sibelius de Helsínquia (Finlândia, 1985), VIII Concurso Internacional de Tchaikovsky em Moscovo (1986).

Aiman Mussakhajayeva detém o título honorário da UNESCO «Artista da Paz» (1998), é membro honorário da Academia Internacional das Artes, recebeu o título em Valmont (Italy) de Excecional Temperamento Artístico e Missão de Paz, o Prémio do Vaticano, e a Taça de Prata de Santa Cecília pelo contributo para o desenvolvimento e fortalecimento dos laços culturais entre países, venceu o Prémio Estatal de Literatura, Arte e Arquitetura (2000), e o prémio “Platina” da organização independente “Tarlan” constituída por patronos do Cazaquistão (2002).

Em 2002, o nome de Aiman Mussakhajayeva estava na lista mundial da IBC «2000 Músicos Excecionais do Séc. XX». A Aiman Mussakhajayeva foi atribuído o Prémio Estatal “Paz e Progresso” pelo primeiro Presidente da República do Cazaquistão pelos sucesso em Música e Arte. É membro da Associação de Vencedores do Concurso Internacional Tchaikovsky. Em 2010 Aiman Mussakhajayeva recebeu uma Ordem pelo contributo e desenvolvimento da Amizade Russo-Cazaque na cultura e na educação. O nome de A. Mussakhajayeva está no Dicionário Enciclopédico da Universidade de Cambridge na categoria “Músicos Excecionais do Séc. XX ” (2002), e o Centro Internacional Biográfico de Cambridge atribuiu-lhe o título de “Artista Internacional 2003”.

O repertório de Aiman Mussakhajayeva é constituído por obras de diferentes eras, estilos e géneros. Já se apresentou nas melhores salas de concerto da Europa, Ásia e EUA. Trabalhou com músicos internacionalmente reconhecidos como Paul Gililov, Michael Kogan, Vladimir Spivakov, entre outros.

Gravou CDs com orquestras de câmara e sinfónicas de referência internacional, tais como a Orquestra Sinfónica de Viena, a Royal Symphony Orchestra, a Orquestra Sinfónica da Rússia, a Orquestra Sinfónica Juvenil Europeia entre outras. Partilhou o palco com maestros de renome como Vladimir Ashkenazy, Pavel Kogan, Vladimir Spivakov, Saulius Sondetsiksa, Mikhail Pletnev e muitos outros. O seu talento tem sido aplaudido nas melhores salas do mundo: Carnegie Hall (Nova Iorque), Musicverein (Viena) Gaveau e Cortot (Paris), Santa Cecilia (Roma), Queen Elizabeth Hall, Wigmore Hall e Barbican Hall (Londres), Konzerthaus Berlin, e Lincoln Centre (EUA).

A sua carreira divide-se entre a sua atividade como violinista solista e em ensembles, de reitoria da Academia Nacional de Música do Casaquistão e como membro de júri em vários concursos e festivais internacionais.

Juntamente com outros músicos famosos, Aiman foi membro de júri no Concurso Internacional de Violino Tchaikovsky (1993) em Moscovo, do Concurso Demidov em Yekaterinburg (1995) e do Concurso Internacional de Violino A. I. Yampolskogo (1996) em Dubna (Rússia), do Concurso Internacional de Violino Michelangelo Abbado em Milão e do Concurso Franz Schubert (Itália), e do concurso Y. Bramsa (Owada, Japão).

A. Mussakhajayeva apresenta masterclasses na Europa, Ásia e Coreia do Sul.

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Lilia Donkova

Nasceu em Sófia, Bulgária. Acabou o curso na Royal Academy of Music de Londres com a prof. L. Mordkovich. Ainda como jovem e durante os seus estudos na Royal Academy foram-lhe atribuídos vários prémios e bolsas de estudo como também ganhou o 1º Prémio de Winifred Violin Prize.

Como solista Lilia participou em vários festivais internacionais em diversos países como França, Alemanha, Itália, Montenegro, México, apresentou-se em grandes salas como o Grande Auditório Stern e Weill Recital Hall em Carnegie Hall – Nova York, Queen Elizabeth Hall – Londres, Sala Verdi em Milão, Teatro Filarmonico em Verona, Smetana Hall em Praga, recebendo excelentes críticas pelas suas atuações.

Deu o seu primeiro curso de violino em Miami University – Estados Unidos em 2008.

Em 2009 Lilia gravou o seu primeiro CD intitulado Cantabile que inclui algumas das mais famosas peças escritas para violino e piano.

Em 2014 iniciou um projeto com o acordeonista Gonçalo Pescada que já conta com um álbum editado – Symbiosis.

Lilia é membro efetivo da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e professora de violino no Conservatório de Música de Cascais.

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Viktoria Chichkova

Nascida em 1971, em Sófia, começou a estudar violoncelo aos sete anos na Escola Profissional de Música de Sófia, sob a direcção da Prof. Todor Baharov.

Em 1982, ganhou o 2º prémio no Concurso Nacional “Svetoslav Obretenov”, para crianças até aos 12 anos. Em 1986, ganhou o 1º prémio Concurso Nacional para Música de Câmara. Fez a sua estreia como solista em 1988, com diversas orquestras (Sófia, Shumen, etc.). Em 1989, ganhou o 1º prémio no Concurso “Jovens Talentos” em Kjustendil.

Também em 1989, gravou para a Rádio Nacional o Concerto para Dois Violoncelos e Orquestra, de A. Vivaldi e outras obras para Música de Câmara. Fez também gravações para a Televisão Nacional da Bulgária. Frequentou cursos internacionais para violoncelo em Itália e nos Estados Unidos da América, onde ficou durante dois meses.

Prosseguiu os estudos de especialização em violoncelo na Academia Superior de Música de Sófia, entre 1990 e 1995. Após concluir estes estudos, veio residir com a família em Portugal. Desde 1996, que toca com a Orquestra de Câmara Cascais e Oeiras. Em 1998, começou a leccionar na Escola Profissional de Música de Évora, como professora de violoncelo e música de câmara.

Actualmente, é membro efectivo da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, sob a direcção do Maestro Nikolay Lalov, e é professora de violoncelo no Conservatório de Música de Cascais.

 

Foto: Crédito David Rodrigues

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Jeanne Antonyuk

Natural de Kiev (Ucrânia). Começou os estudos musicais aos seis anos de idade. Em criança fez parte do elenco do Teatro nacional de Ópera e Balet da Ucrânia.
Concluiu a formação em cravo da Escola de Música do Conservatório Nacional. Aos quinze anos entrou para o Colégio Superior Musical de Kiev. Terminou o curso com distinção e no mesmo ano entrou para o Conservatório Superior Estatal de Kiev.
Entre 1995 e 1997 fez parte da Orquestra Nacional Sinfónica da Ucrânia.
Desde 1997, reside em Portugal. Durante três anos leccionou no Conservatório Regional de Ponta Delgada. A partir de 2001, é membro efectivo da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras

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Petio Kalomenski

Petio Ivanov Kalomenski primeiro Contrabaixo da Orquestra Sinfónica Portuguesa, nasceu em 1956, em Sófia, Bulgária.
Foi aluno do professor Todor Toshev na Escola de Música de Sófia e na Escola Superior entre 1970 e 1981. Como pós-graduação, frequentou a master-class do mesmo professor.
Participou no concurso nacional Prémios Jovens Músicos, no qual conquistou o 2º lugar. Entre 1981 e 1992 tocou na Sófia Filarmonia, tendo sido, desde 1988, chefe de naipe da mesma. Foi Primeiro Contrabaixo na Sófia Festival Orquestra – dirigida por Emil Tchakurov – tendo trabalhado frequentemente com a Orquestra de Câmara “Solistas de Sófia”. Tocou como solista
na Orquestra da Escola Superior de Sófia, Orquestra de Câmara da Sófia Filarmonia, na Nova Filarmonia Portuguesa e Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Iniciou o seu trabalho em Portugal em 1992, na Nova Filarmonia Portuguesa e a partir de 1993 na Orquestra Sinfónica Portuguesa, onde ocupa o lugar de Chefe de Naipe.

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Catherine Stockwell

Natural dos Estados Unidos, Catherine Stockwell estudou na Interlochen Arts Academy, Northwestern University, e na Yale University, onde completou o Mestrado em fagote em 1992.  Fez estudos pós-graduados no Conservatoire de Lausanne na Suíça onde recebeu a “Prémier Prix” de classe de Virtuosité em 1996.  Durante os anos de estudo, teve oportunidade de trabalhar com os professores Robert Barris, Willard Elliot, Stephen Maxym, Roger Birnstingl, e Kim Walker.

Residente em Portugal desde 1996, colabora regularmente com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Sinfónica de Cascais, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Sinfonietta de Lisboa e Orquestra Gulbenkian, assim como com diversos grupos de música de câmara e música antiga.

Catherine Stockwell foi profesora de fagote e música da câmara na Academia Nacional Superior de Orquestra entre 1999 e 2012. Em 2016, concluiu o curso de doutoramento em Música e Musicologia na Universidade de Évora, laureada com alta distinção.

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