Eventos

Thainá Moretti

Natural do Rio de Janeiro, Brasil, iniciou o seu percurso na dança aos 3 anos nas aulas de Dança Criativa. Aos 7 anos ingressou no Ballet Clássico, Jazz e Sapateado, modalidades às quais se dedicou durante 10 anos.
Licenciou-se em Dança pelo Centro Universitário da Cidade (Rio de Janeiro, Brasil) em 2009 e, no decorrer da sua licenciatura, participou como bailarina na Companhia da UniverCidade, onde teve contacto com o Jazz, a Dança Moderna e a Dança Contemporânea.
Atuou em diversos festivais profissionais e palcos consagrados, com destaque para o Panorama Festival (Rio de Janeiro, Brasil), Dança em Pauta (São Paulo, Brasil), Brasil Move Berlim (Berlim, Alemanha) e o Theatro Municipal do Estado do Rio de Janeiro (Brasil).
Com 16 anos de experiência como professora, lecionou em diversas escolas de educação infantil e na Academia Rose Mansur (Niterói, Brasil), onde além de adquirir competências em criação de coreografias e produção de espetáculos, foi responsável pela coordenação pedagógica do Ballet Infantil por 8 anos.
Atualmente, é professora e praticante de Dança Criativa, Dança Contemporânea e Jazz.

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Maria Pires

Iniciou os seus estudos de dança na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal (ADC), sob orientação de Maria Bessa e António Rodrigues. Teve como professores Irina Stupina, Carlos Prado, Cristina Maciel, Birte Lundwall, João Mouro, Luís Carolino e Vanda Nascimento em Técnica de Dança Clássica. Em Técnica de Dança Moderna, teve as professoras Andrea Diegues, Maria João Lopes e Marina Sacramento, e Irina Tchernychova em Danças de Carácter, entre outros professores. Terminou o Curso de Formação de Bailarinos em 2002.

Fez parte da Pequena Companhia da ADC onde dançou coreografias de Marius Petipa, Jean Dauberval, Irina Tchernychova, António Rodrigues, Andrea Diegues, Jose Limon, Carlos Prado, Iolanda Rodrigues, Maria João Pires e Karen Bell-Karen.

Concluiu o Bacharel em Fisioterapia (2007) pela UATLA – Universidade Atlântica e é licenciada em Teatro – Ramo Direção de Cena e Produção (2012) pela ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo. Integrou o projeto ERASMUS IP “Sound Art in City Spaces” em 2011, em Vilnius, Lituânia, e em 2016 concluiu a formação avançada em Dança Movimento Terapia, no ISPA – Instituto Superior de Psicologia Aplicada.

Desde 2002 que trabalha como bailarina freelancer, tendo trabalhado com inúmeros coreógrafos e realizado diversas tournées um pouco por toda a Europa, África e Médio Oriente.

Foi condecorada enquanto bailarina com as “Máscaras de Ouro 2005” pelo seu empenho e profissionalismo, no Teatro Maria Vitória.

Começou a dar aulas de dança em 2007, na Escola de Dança 7.ª Posição em Lisboa e desde então já deu aulas em várias escolas em Lisboa e no Porto, nas disciplinas de Dança Clássica, Contemporâneo e Jazz.

Desde 2012 que acumula funções enquanto produtora cultural e diretora de cena.

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Mark Kadin

Mark Kadin é o Diretor Musical da Orquestra Sinfónica da Rádio Nacional Búlgara desde Setembro de 2017. Entre 2004 e 2014 desempenhou o mesmo cargo na Orquestra Sinfónica de Krasnoyarsk e entre 1996 e 2004, foi Maestro Associado da Orquestra Nacional Russa. Mantém atividade regular com orquestras de cerca de 30 países, tendo partilhado o palco com artistas de renome como Dmitry Khvorostovsky, Mikhail Pletnev, Maxim Vengerov, Vadim Repin, Boris Berezovsky e muitos outros.

Nascido na Ucrânia numa família de profunda tradição musical, Mark Kadin recebeu a sua educação musical em Moscovo, na Academia de Música do Estado de Gnessin e numa outra escola russa de renome. Iniciou a sua carreira de maestro em 1990, ainda enquanto estudante, como Maestro Assistente na Orquestra Sinfónica Juvenil do Estado “Jovem Rússia”, e no Ensemble de Música Contemporânea de Moscovo. Tornou-se posteriormente Maestro Associado da Orquestra Sinfónica da Rádio de Moscovo.

​Em 1996 Mikhail Pletnev convida Kadin para Maestro Assistente da Orquestra Nacional Russa, onde serviu até 2004. Trabalhou de perto com Valery Gergiev, Mstislav Rostropovich, Michael Tilson-Thomas, Kent Nagano e Evgeny Svetlanov.

A convite de Vladimir Spivakov, tornou-se Maestro Residente da Orquestra Estatal de Câmara de Moscovo Virtuosi entre 1999 e 2003. Kadin dirigiu cerca de 30 concertos por ano na Rússia, tendo trazido com prestígio a orquestra a uma digressão europeia pela Suíça, Holanda e Alemanha, com concertos nas salas Kolner Philharmonie, Tonhalle Duesseldorf e Munich-Herkulessaal.

Kadin foi Maestro Principal e Diretor Artístico da Orquestra Sinfónica de Krasnoyarsk de 2004 a 2014, tendo despoletado o sucesso e crescimento da orquestra. Tem sido reconhecido de forma crescente pela sua programação original e interpretação do repertório russo, bem como pela sua busca pela pureza no som de orquestra. O seu repertório tem-se expandido ao longo dos anos bem para além das obras clássicas mais nucleares, para incluir Sibelius, Elgar, Dvorák e Mahler, introduzindo também o público à música de compositores contemporâneos. Todas as sinfonias de Beethoven, Brahms, Tchaikovsky e Rachmaninoff, bem como as obras de referência de Shostakovitch, Prokofiev, Rimsky Korsakov e Mussorgsky foram interpretadas pela Krasnoyarsk.

Para além de dirigir 40 concertos sinfónicos por temporada, Kadin estabeleceu o inovador Summer Open Air Festival em Krasnoyarsk e noutras cidades da Sibéria, tendo alcançado dezenas de milhares de espectadores desde 2011. Levou ainda a orquestra a três digressões asiáticas, pela China e Coreia, com concertos em prestigiadas salas que incluíram o Seoul Art Center.

As suas numerosas colaborações com orquestras russas incluem concertos com a Orquestra Nacional Russa, a Orquestra Sinfónica de Moscovo, a Filarmónica Russa e as orquestras de Novosibirsk, Samara, Volgograd, Voronej, Khabarovsk, Omsk, Irkutsk e Rostov. Como maestro convidado, Kadin trabalhou com variadas orquestras na Europa, Asia e América do Sul, incluindo a Orquestra Sinfónica de Roma, a Orquestra Sinfónica de Queensland, a Orquestra Sinfónica do Chipre, a Orquestra Sinfónica da Rádio Eslovaca, a Orquestra Filarmónica de Sófia, a Orquestra Filarmónica da Morácia, a Filarmonia Artur Rubinstein, a Orquestra Estatal de Istanbul, a Orquestra Filarmónica da Macedónia, a Israel Sinfonietta, a Orquestra Sinfónica Nacional de Costa Rica,a  Orquestra do Paraná, a Orquesta Sinfónica de Yucatan, A Filarmónica de Xiamen, e a Filarmónica Gyeonggi, entre outras.

Kadin colaborou com solistas de renome como Dmitry Khvorostovsky, Sumi Jo, Maxim Vengerov, Vadim Repin, Mikhail Pletnev, Viktor Tretyakov, Boris Berezovsky, Nikolay Lugansky, Denis Matsuev, Alexander Knyazev e muitos outros.

A sua atividade recente com a Orquestra Sinfónica da Rádio Nacional Búlgara incluem a participação em prestigiados festivais como as Semanas da Música de Sófia e Varna Music Summer, bem como uma digressão à Coreia do Sul em 2018, bem aclamada pela crítica.

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Cristiana Oliveira

Cristiana Oliveira, eminente soprano portuguesa com uma carreira de projeção internacional, fez na temporada passada a sua estreia em Itália no Massimo Bellini de Catânia, com o papel de Magda em “La Rondine” de Puccini e como Madalena di Cogny em “Andrea Chenier” de Giordano. Fez também a sua estreia na Alemanha com a ária de bravura “Ah Perfido” de Beethoven e o “Requiem” de Verdi.

Na temporada 2019/2020 será “Butterfly”, “Leonora” em A Forza del Destino, “Musetta” em La Boheme e “Leonora” em Il Trovatore.

Cristiana Oliveira estudou piano e violino desde tenra idade antes de se formar em Canto na ESMAE. Frequentou o Estúdio de Opera de Barcelona, ​​assim como o Opera Studio de Nova York.  Foi vencedora do XIV Concurso Internacional de Interpretação do Estoril, com a sua interpretação de “As Quatro Últimas Canções de Richard Strauss”, e do Prémio Especial do Juri no Concurso Internacional de Canto “Maria Malibran” em Milão.

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Joana Soares

Jovem oboísta portuguesa, estuda no Conservatório Nacional Superior de Música e Dança de Paris na classe de David Walter e Nora Cismondi. É licenciada em Música pela Universidade de Aveiro na classe de Jean-Michel Garetti, tendo anteriormente realizado os seus estudos musicais no Conservatório de Música da Jobra na classe dos professores Jonathan Costa, Jean-Michel Garetti e Ana Madalena Silva.
Vencedora do 3.° lugar no Concurso Internacional “Young Artist Oboe Competition” – IDRS (Espanha), do 1.º lugar na 32.ª edição do Prémio Jovens Músicos (Nível Superior) e do Prémio da União Europeia para as Competições Musicais.
Apresentou-se a solo com a Orquestra Gulbenkian e Orquestra Filarmonia das Beiras, em Portugal.
Nascida a 1997, natural de Vale de Cambra, iniciou os seus estudos aos 5 anos em Requinta, na Sociedade Artística-Banda de Vale de Cambra.
Durante o seu percurso, teve a oportunidade de trabalhar com oboístas de renome tais como David Walter, Christian Wetzel, Jean-Luc Fillon, François Leleux, Nora Cismondi, Frédéric Tardy, Christian Schmitt, Robert Silla, J. M. Poupelin, Louise Pellerin, Ricardo Lopes, Pedro Ribeiro e Samuel Bastos, bem como com maestros como Patrick Davin, Tito Ceccherini, Pierre-André Valade, Julien Leroy, David Walter, Takashi Kondo, Ernst Schelle, Pedro Neves, José Eduardo Gomes, Jan Cober, Andreas Weiß, Marc Lys, António Saiote, José Rafael Vilaplana, Alberto Roque, Alex Shillings, Carlos Marques, Luís Carvalho, Francisco Ferreira, António Vassalo Lourenço e André Granjo, entre outros.
Integrou a Orquestra Sub-21 Capital Europeia da Cultura (Guimarães 2012), a Jovem Orquestra Portuguesa e o Estágio Gulbenkian Orquestra.
Colabora frequentemente com a Banda Sinfónica Portuguesa e já colaborou com Orquestra Sine Nomine, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orchestre de Chambre de la Nouvelle Europe, Orchestre Symphonique et Lyrique de Paris, Orchestre de Colonne e Orchestre Sostenuto.
Laureada em vários concursos como solista, destacam-se o 2.º Prémio na 29.ª Edição do Prémio Jovens Músicos (Nível Médio), os 1.ºs prémios no Concurso Internacional de Sopros “Terras de La-Salette” nas categorias Infantil, Júnior e Sénior, e o “Prémio do Público” e o 1.º lugar (ex-aequo) no Prémio de Interpretação Frederico de Freitas/Universidade de Aveiro.
No contexto da música de câmara, incorporou o agrupamento pentaUnio (quinteto de sopros), com o qual alcançou os 3.ºs lugares no III Concurso Nacional Gilberta Paiva e na 30.ª edição do Prémio Jovens Músicos (Nível Superior).
Destacam-se ainda, a participação no festival Kultur Sommer Nordhessen (Kassel, Alemanha) com a Jovem Orquestra Portuguesa, a participação no World Music Contest (Holanda) com a Banda Sinfónica Portuguesa, gravação do CD “The Ghost Ship” com a Banda Sinfónica Portuguesa e uma turné de 12 concertos na China com a Orchestre de Chambre de la Nouvelle Europe.

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Lino Monteiro

Lino Monteiro nasceu em Viseu em 1982. Começou os seus estudos musicais frequentando aulas particulares aos 8 anos tento ingressado um ano depois no Conservatório Regional de Música Dr. José de Azeredo Perdigão, na mesma cidade.

Em 2002 terminou o curso complementar de piano na Classe do professor Jorge Martins e continuou os seus estudos musicais no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares de Almada na Classe dos professores Filipe Pinto Ribeiro e Rosa Maria Barrantes.

Na área da Composição, trabalhou com os compositores José Júlio Lopes, Tomás Henriques e João Nascimento.

Frequentou diversas Masterclasses de Piano, bem como Workshops de Jazz com Pedro Moreira, Música para Cinema orientado por Gabriel Cruz e ainda um Seminário de Música em ambiente Hospitalar com Victor Flusser, em colaboração com a Universidade Marc Bloch.

Recentemente, actuou como solista no VIII Festival Internacional de Música de Mafra, integrado das comemorações dos 300 anos do nascimento do compositor Carlos Seixas, no Centro Colombo celebrando os 250 anos do nascimento de Mozart, no aniversário do centro comercial Oeiras Parque e no Centro Cultural de Cascais, acompanhando ao Piano a peça de Teatro “Menina do Mar”, com Música de Lopes Graça e arranjos de Luís Raimundo.

Actualmente, desenvolve uma intensa actividade na área do ensino, leccionando no Conservatório de Música de Cascais, no Crescendo – Centro Musical e no Centro Musical D. Bosco da Escola Salesiana de Manique.

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Tiago Vicente

Tiago Miguel de Carvalho Vicente, nasceu em Lisboa, em 1983. Iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos. Aos 14 anos Tiago Vicente foi estudar para a Escola de Música do Conservatório Nacional onde prosseguiu os seus estudos de Guitarra com o professor Carlos Alberto Ramos Lopes. Durante esse tempo realizou um trabalho de mérito e fortemente reconhecido por os restantes professores do mesmo instrumento.
Em 2002, ingressou no Curso Superior de Guitarra do Instituto Piaget onde teve o prazer de estudar com o professor Dejan Ivanovich. Nesta Universidade foi membro de vários grupos de música de câmara geridos pelo prof. Filipe Pinto Ribeiro e Vasco Gouveia. Actualmente encontra-se a frequentar o mestrado em interpretação guitarristica na Universidade de Évora com o mesmo professor. Durante o seu estudo, tem feito concertos e recitais a solo ou juntamente com orquestra e vários grupos de música de câmara nas mais prestigiadas salas do país.
Simultaneamente com os seus estudos participou em várias master-classes de guitarra com Carlo Marchionne, Marco Socias, Costas Cotsiolis, Darko Petrinjak, Joaquín Clerch, Michalis Kontaxakis, Jorge Luís Garcell, Serafín Arriaza.

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Allan Petker

Compositor com mais de 250 obras publicadas, escreveu também “Choral Questions and Answers”, 5 volumes que constituem parte do currículo escolar e testificam da sua cruzada contra a iliteracia musical. Formado pela California State University, é “Bachelor” em viola de arco e “Master” em voz e direção coral. Tem também desenvolvido trabalho nas publicadoras de música coral como diretor e agora vice-presidente da Fred Bock Music Company, e é dono da Pavane Publishing. Como maestro e consultor, é convidado frequentemente por pu-blicadoras, sociedades corais, festivais corais de igrejas, “honor choirs” estatais e universidades. Formou o Consort Chorale (50 vozes, ativo desde 1994), o Santa Clarita Master Chorale (80 vozes, atividade sazo-nal desde 2004) e Los Cancioneros Master Chorale (60 vozes, ativo desde 2015), com os quais viajou em digressão para a Europa, Rússia e Argentina, e em breve África do Sul. Allan foi presidente da Associação Americana de Músicos de Igreja. Gosta ainda de tocar violino e viola em jam sessions num pub local.

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David Thye

Apaixonado maestro, professor, palestrante e consultor, e com mais de 35 anos de experiência em direção musical, Thye já trabalhou com inúmeras instituições ligadas à música e à representação, com grupos infantis a músicos profissionais. É professor catedrático de Direção na Southwestern Baptist Theological Seminary, e diretor e maestro do Master Chorale da Fort Worth Symphony Orchestra. É ainda Maestro Associado da MidAmerica Productions. Formado em Pedagogia Musical e Voz na Universidade de Sioux Falls, tendo prosseguido com Mestrado e Doutoramento em Direção na Universidade do Missouri, David Thye é defensor de música sacra de excecional qualidade. Tem sido diretor de música e louvor em três igrejas cuja frequência semanal média é de 5000 pessoas. Atualmente é “ministro da arte do louvor” na First Baptist Church (Justin, Texas). Enquanto inspira excelência pela disciplina e integridade musical, Dr. Thye apresenta consistentemente interpretações vivas com sinceridade, foco e entusiasmo.

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Peter Tiboris

De dupla nacionalidade grega e americana, e com uma carreira internacional de quase 40 anos, dos quais 30 em Nova Iorque, é o funda-dor e diretor artístico da MidAmerica Productions, produzindo espetáculos no Carnegie Hall e outras salas de NI, bem como o “Festival of the Aegean” na Grécia e vários concertos na Europa e EUA. É também fundador da Manhat-tan Philharmonic, da gravadora Elysium (com cerca de 30 discos, muitos deles com obras em estreia total) e da MidAm International (que produz concertos na Europa). Já dirigiu 14 das mais importantes orquestras internacionais em 24 países na Europa e Mediterrâneo, bem como nos EUA, Rússia, China e México. O seu trabalho tem sido apreciado pela imprensa nova-iorquina, trazendo às salas da cidade músicos e formações de todo o mundo, e promovendo a divulgação de obras inéditas nos EUA e no mundo. Estudou na Un. de Wisconsin e doutorou-se na Un. de Illinois mas atribui a sua mudança para Nova Iorque como o marco mais significativo na sua carreira musical.

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Rui Baeta

Rui Baeta é natural de Faro e inicia os seus estudos musicais no Conservatório Regional do Algarve. Aos 18 anos ingressa na Universidade Nova de Lisboa para estudar História de Arte e continua a estudar Canto no Conservatório Nacional de Lisboa, com Filomena Amaro. Neste ano é admitido no Coro Gulbenkian onde colabora como coralista e cantor solista durante cerca de 10 anos. Com a idade de 20 anos ingressa a Escola Superior de Música de Lisboa para se licenciar em Canto com o Professor Luís Madureira e estudar repertório vocal com os pianistas Nuno Vieira de Almeida e Olga Prats, entre outros.

Já formado, Rui Baeta continuou o seu aperfeiçoamento artístico em instituições de elevado mérito cultural como a Fondation Hindemith na Suíça, a Academie Francis Poulenc em França, com François LeRoux, e a Mozarteum Akademie na Áustria, com Richard Miller.

Em 1999 ganhou o 1.º Prémio do Concurso RDP Jovens Músicos na classe de Música de Câmara – Nível Superior – com o pianista Paulo Pacheco, e foi finalista do Festival e Concurso Internacional de Canto do Canal Mezzo (2008).

Como cantor solista realizou diversos recitais e concertos em Portugal  no estrangeiro, nomeadamente com os pianistas João Paulo Santos, Jeff Cohen, Paulo Pacheco, João Vasco, José Manuel Brandão e  Ruben Alves, em que interpretou canções eruditas (lieder ou melodies) de compositores como Schubert, Schumman, Brahms, Mahler, Fauré, Ravel, Duparc, Poulenc, Falla, Lorca, Tomás Borba, Ruy Coelho, Lopes-Graça, Pinho Vargas e Alexandre Delgado.

A convite de orquestras como a Nacional do Porto, a de Cascais e Oeiras, a Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Das Beiras, a Camerata de Lyon e o Ensemble D’Arcos, Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa e a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian reune um vasto eclético repertório em ópera e oratória do qual se destacam:

O Corvo de Luís Soldado (Ópera-monólogo editada em CD);
Flauta Mágica, Papageno, W. A. Mozart;
La Bohéme, Marcelo, G. Puccini;
I Pagliacci, Silvio, Leoncavallo;
Madama Butterfly, Mr. Sharpless, G. Puccini;
Les Contes D’Hoffmann, Schlemil, J. Offenbach;
Salome, R. Strauss;
Elektra, R. Strauss;
Idomeneo, La Voce, W. A. Mozart;
Bastien e Bastienne, Mestre Colas, W.A. Mozart;
A Tabacaria, Luís Soldado, (editado em CD);
Hänsel und Gretel, Vater, Humperdinck;
Fille du Regiment, Hortensius, G. Donizetti;
Gianni Schichi, Amantio Di Nicolai, G. Puccini;
A Orquídea Branca, José Maria, Jorge Salgueiro;
A Floresta, Sábio Máximo, Eurico Carrapatoso;
El Retablo de Maese Pedro, Don Quixote, M. Falla;
Venus And Adonis, Adonis, J. Blow;
The Three Sisters That Are Not Sisters, Sylvestre, Ned Rorem;
Der Kaiser Von Atlantis, Der Kaiser, Viktor Ullman;
As Variedades de Proteu, Rei Ponto, António Teixeira (editado em CD);
Eines Fahrenden Gesellen, de G. Mahler;
La Risurrezione di Cristo, de L. Perosi;
Triumphs Lied, de Brahms;
Carmina Burana, de Karl Orff;
Reset, Vasco Mendonça;
Ein Deutsches Requiem, Brahms;
Petite Messe Solennelle, Rossini;
Requiem, Fauré;
Requiem, Bontempo;
Johannes PassionWeinachts Oratorium de J.S. Bach;
Missa Grande de Marcos de Portugal (editado em CD)

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Eilana Lappalainen

A fino-canadiana Eilana Lappalainen tem sido amplamente apreciada pela crítica nas cerca de trinta óperas que já interpretou em papéis de destaque. Tem também profusa experiência nos grandes clássicos do repertório sacro para solistas, coro e orquestra, bem como com obras contemporâneas. Presença frequente no Carneggie Hall, já se apresentou em mais de dez obras nesta sala. Interpretou também importantes papéis em mais de trinta salas de espetáculo de referência por todos os EUA e Europa, bem como em Israel, China, Japão e México.
Eilana gravou “Zanetto” de Mascagni com Jennifer Larmore e “Mahler Songs” a solo, estando para breve o lançamento de mais um CD, “Dramatic Divas”. Para além da sua carreira internacional como cantora, desempenha cargos de direção no “Festival of the Aegean” (Grécia),”Greek Opera Studio”, “Berlin Opera Studio”, “MidAmerica Productions” e “MidAm International”, entre outros. Lecciona ainda aulas de canto particulares em Berlim.

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Marta Menezes

Vencedora do 1.º Prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music (Londres, 2013) e no Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D’Azur “Simone Delbert-Février” (2013), Marta Menezes conta ainda com outros prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha e França. Recebeu, em 2014, a “Medalha de Prata de Valor e Distinção” pelo seu percurso enquanto pianista, atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

Apresenta-se regularmente em recital, a solo e em música de câmara, tendo actuado em diversos países na Europa, em Cabo Verde e nos Estados Unidos. Das temporadas mais recentes, destacam-se os seus recitais no Centro Cultural de Belém, na Rádio Antena 2, na Chopin Society of Connecticut (EUA), no Festival Lisboa Estoril e no Festival Internacional de Música de Gaia. Em 2017, Marta apresentou-se pela primeira vez na China, numa série de oito concertos em seis diferentes cidades, que terminou com dois concertos de lotação esgotada em Pequim.

Como solista, colaborou com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orchestre Régional de Cannes, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, Camerata MusArt, Camerata Amicis e Student Orchestra da Jacobs School of Music (Universidade de Indiana), sob a direcção dos maestros Pedro Neves, Nicolas Simon, Nikolay Lalov, Vasco Azevedo, Gareguin Aratiounian, Carlos Silva e Louis Lohraseb.

Marta tem um papel activo na divulgação da música portuguesa em Portugal e no estrangeiro. Fez a estreia de várias obras de compositores portugueses contemporâneos e desenvolveu vários projectos dedicados a este repertório.

Em 2015 editou o seu primeiro CD, com o apoio da Fundação GDA, com obras de L. v. Beethoven e F. Lopes-Graça, que recebeu o prémio Global Music Award nos EUA: “Silver Medal – Outstanding Achievement” nas categorias de classical piano e emerging artist, tendo sido também eleito fan favorite.

Marta fez a Licenciatura na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do pianista Miguel Henriques. Prosseguiu os seus estudos no Mestrado em Música na mesma instituição, sob a orientação de Miguel Henriques e Jorge Moyano, onde concluiu o curso com a classificação máxima. Em 2013, terminou com Distinção o seu segundo mestrado – Master of Performance – no Royal College of Music em Londres, na classe do pianista Dmitri Alexeev, tendo estudado previamente com Andrew Ball.

Enquanto doutoranda na Universidade de Indiana – Jacobs School of Music, Estados Unidos, trabalhou com o pianista Arnaldo Cohen. Encontra-se de momento a residir em Portugal e a preparar o seu trabalho final de Doutoramento, intitulado “Obras para Piano e Orquestra de Compositores Portugueses”.

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Concertos Didáticos no Museu da Música Portuguesa

A Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, em parceria com o Museu da Música Portuguesa – Casa Verdades de Faria, realiza concertos didáticos para alunos das diferentes escolas que visitam o museu. Nestes concertos, os alunos assistem a uma demonstração de instrumentos, ouvem histórias interessantes sobre compositores e aprendem como se compõe uma peça musical. Em conversa com os músicos, os alunos satisfazem a sua curiosidade sobre vários aspectos ligados à música, sobre os instrumentos e muito mais.
As sessões são dirigidas pelo M.º Nikolay Lalov.

Horário

Todas as terças-feiras durante o ano letivo, às 10:00 e às 14:00 horas. Duração de cada sessão: ±60 minutos

Marcações:
[email protected]
+351 214 815 904
Museu da Música Portuguesa – Casa Verdades de Faria
Av. de Sabóia 1146, Monte Estoril
2765 -580 Estoril

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Open day Conservatório 2019

No dia 25 de Maio, o Conservatório de Cascais abre portas para todos os curiosos da música e da dança! Gostavas de aprender um instrumento? Ou o teu mundo é a dança? No OPEN DAY poderás experimentar instrumentos e ficar a conhecer quais as aulas de dança que podes frequentar no Conservatório de Cascais.

PROGRAMA
15:00 Concerto de apresentação dos instrumentos musicais de cordas, sopros, percussão e classe de Dança. Apresentado por professores do Conservatório e músicos da OCCO.

16:00 Ateliers. Aqui poderás experimentar vários instrumentos e modalidades de Dança com a ajuda dos professores.

INSCRIÇÕES

Indica o teu nome e as aulas a que desejas assistir neste dia por um dos seguintes contactos:
[email protected]
[Conservatório de Música de Cascais] 21 464 34 60
[Conservatório – Depto. de Dança] 21 468 24 04 (a partir das 16h00)

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João Fatela

João Fatela estuda no Instituto Gregoriano de Lisboa desde 2008, onde completou o 8.º grau de violoncelo em 2016. Desde então, frequenta o curso secundário de canto gregoriano na classe de Técnica Vocal de Armando Possante. Foi distinguido com o 1.º e 2.º prémios nos Concursos de Canto do IGL (2017 e 2018, respectivamente) e, em Abril de 2018, foi finalista no Concurso Internacional Cidade de Almada (nível I).
Interpretou os papéis de Pastore e Spirto na ópera L’Orfeo de Claudio Monteverdi, sob a direcção musical de Hernán Schvartzman, numa produção da companhia Muziektheater Transparant de Antuérpia em Agosto de 2017. Já interpretou também papéis como Adonis (Venus and Adonis, de John Blow) e Orfeo (L’Orfeo, de Claudio Monteverdi) em workshops de ópera do IGL. Em Dezembro de 2018 interpretou os papéis de Fiorello e Ufficiale na ópera Il barbiere di Siviglia de Rossini, apresentada no Auditório Viana da Motta da Escola Superior de Música de Lisboa.
Foi coralista no Coro Juvenil da Universidade de Lisboa durante 2015 e é, desde 2013, membro do Coro de Câmara do IGL. É igualmente membro do Coro Gregoriano de Lisboa desde Outubro de 2018, e do Coro da Fundação Calouste Gulbenkian desde Novembro do mesmo ano, tendo já participado na 3.ª Sinfonia de Karol Szymanowsky e na estreia em Portugal da obra Triumf att finnas till de Magnus Lindberg.
No seu modesto percurso artístico, João Fatela teve a oportunidade de trabalhar com maestros como Paul McCreesh, Lorenzo Viotti e Hannu Lintu. Apresentou-se em diversos palcos, entre os quais o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, e o Grande e o Pequeno Auditórios do Centro Cultural de Belém.

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Filipe Quaresma

Filipe Quaresma (1980), é “…um dos mais interessantes músicos portugueses da actualidade” (Jornal Público) e tem uma “….forma precisa e soberbamente articulada de tocar, cheia de paixão e bastante contemplativa…” (The Strad Magazine).
Concilia a sua intensa carreira a solo e de música de câmara com a atividade de professor de violoncelo na ESMAE – IPP, o lugar de primeiro violoncelo na Orquestra Barroca da Casa da Música (CdM) e do Darcos Ensemble, o Remix Ensemble CdM, o Sond’Ar-te Electric Ensemble e a Orchestre Révolutionnaire et Romantique de Sir John Eliot Gardiner.
Já se apresentou nas principais salas portuguesas e europeias, entre as quais se destacam Casa da Música, Fundação Gulbenkian, CCB, Carnegie Hall de Nova Iorque, Elbphilharmonie de Hamburgo, Philharmonie de Paris, Berliner Philharmoniker, Royal Albert Hall, Wigmore Hall, Concertgebouw, Tonhalle Zürich, Wiener Konzerthaus, Musikverein, Philharmonie Luxembourg e Palau de la Musica de Barcelona, trabalhando com os mais prestigiados músicos portugueses e estrangeiros da actualidade.
Estudou na EPABI (Covilhã) com Rogério Peixinho, na Royal Academy of Music (Londres) com David Strange e Mats Lidström, e na Scuola di Musica di Fiesole (Itália) com Natalia Gutman.
Obteve vários prémios e bolsas de estudo de prestígio nacional e internacional, sendo de destacar o título ARAM (Associate Royal Academy of Music) atribuído em 2010.
A sua discografia é extensa, sempre com as melhores críticas, destacando-se “Sonatas for cello and piano” (2017) com o pianista António Rosado, e, pela etiqueta norte-americana ODRADEK (2018), o CD com o Concerto para Violoncelo e Orquestra de Luís Tinoco, gravado ao vivo na sua estreia no CCB em 2017.
Filipe Quaresma toca com um violoncelo de Christian Bayon e um violoncelo barroco de António Capela.

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Mariano García

“Concertista maduro, profundo e sensível. Um artista em plenitude.”
“Mariano García é dotado dessa personalidade característica que distingue os melhores instrumentistas”. – Justo Romero
Músico versátil, Mariano García tem a capacidade de soar de forma diferente em cada trabalho que realiza, cuidando das particularidades de cada partitura sem perder sua personalidade própria. A sua carreira é multifacetada como solista, e como músico de câmara e de orquestra, e todas as facetas se enriquecem mutuamente.
Tem-se apresentado em concertos nas principais cidades de Espanha, França e Itália, atuando em palcos como o Auditório Nacional em Madrid, o Palau de la Música ou Auditorio de Zaragoza. Já trabalhou com maestros como Zubin Mehta, Juanjo Mena, Pinchas Steinberg e Fabio Biondi, e participou em festivais como o Autumn Musical Soriano, o Festival Internacional de Cagnes-sur-Mer e o Festival Internacional de Música de Deià.
Como solista tem interpretado as grandes obras escritas para violoncelo e orquestra de Haydn, Beethoven, Schumann, Saint-Säens, Dvorák e Tchaikovsky.
Apaixonado pela música de câmara, foi membro fundador do Trio Mendelssohn com o qual ganhou o Prémio Nacional de Música de Câmara “Juventudes Musicais de Espanha” e é, actualmente, membro do Trio Rebek, que trabalha regularmente com uma colecção de Stradivarius emprestados pelo prestigiado luthier parisiense, Claude Lebet.
Com a EMI, gravou as integrais para violoncelo solo e violoncelo com piano de Joaquín Rodrigo.
Estudou com os professores Lluís Claret e Asier Polo, e frequentou o Conservatório Superior de Música de Valência, onde obteve nota máxima em violoncelo e música de câmara. Recebeu ainda a tutoria de artistas como Mirolslav Rostropovich, Charles Tunell e Stefan Popov.
Atualmente, combina a sua actividade em recitais e como solista de orquestra com o seu trabalho como professor solista na Orquestra de Valência e com projectos de música de câmara.

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Jorge Nava

A admiração da crítica especializada e a estima do público reafirmam Jorge Nava como uma das maiores promessas do mundo do piano espanhol.
Nascido em Santander, iniciou seus estudos musicais com Irina Efanova no Conservatório Nacional de Música da Bolívia. Posteriormente, estudou com Stanislav Pochekin no Conservatório Liceu em Barcelona e com Dmitri Alexeev no Royal College of Music de Londres. Durante a sua carreira, recebeu bolsas da Obra Social “La Caixa”, da Fundação Botín, da Associação dos Artistas de Espanha e do Royal College of Music.
Participou em várias Masterclass com grandes pianistas como Boris Berman, Nino Kereselidze, Mikhail Voskresensky, Lang Lang, Natalia Trull, Michel Beroff, Jacques Rouvier, Joaquín Soriano entre outros.
Jorge recebeu inúmeros prémios internacionais, entre os quais se destacam: Intercentros Melómano, Concurso Infanta Cristina, Concurso Permanente de Juventudes Musicales, Concurso Internacional de Ibiza, Manhattan International Concurso, Concurso Internacional “María Canals”, Concurso Internacional “Premio Iturbi “, Concurso Internacional” Premio Jaén”, Concurso Internacional “Santa Cecília”, entre outros.
Como solista colaborou com a Orquestra Sinfónica Nacional da Bolívia, Orquesta del Conservatório do Liceu, Orquestra e Coro da RTVE, Orquestra Filármonica de Madrid, Orquestra Sinfónica da Região de Múrcia, Orquestra de Valência, Orquestra Cidade de Granada, Orquestra da Costa Atlântica e Orquestra Filarmónica de Medellín.
Actuou em locais como Palau de la Música Catalana, Auditório Nacional de Música, Auditório Manuel de Falla, Palácio dos Festivais, Casa da Música, Amarílis Fleming Concert Hall, e em países como Bolívia, Chile, Colômbia, Alemanha, Espanha, França, Holanda, Portugal, Inglaterra, Itália e Malta.
Participou em diversos ciclos e festivais de prestígio, como o Festival Internacional de Santander, Festival de Segovia, Festival de Música Espanhola de Cádiz, Outono Musical Soriano, Festival de Úbeda, Festival Internacional de Música de Medellín, Festival Félix Mendelssohn e Festival des Lumieres, entre outros.
Como músico de câmara, é membro fundador do Trio Bruckner e do Casablanca Trio.
Partilhou o palco com músicos como Alexander Rudin, Mariano García, Aliya Vodovozova, Trio Bacarisse, Quarteto Breton e o Quarteto Cosmos, entre outros.
O seu primeiro álbum “Russian Portraits”, publicado pela Orpheus Classical, inclui obras de Mussorgsky, Rachmaninoff e Prokofiev.
Tem performances suas difundidas pela RNE, Música da Catalunha, TVE e TV3.

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Música Nova 2019 – Convite a Compositores

A Música Nova está de volta. Numa iniciativa anual que visa promover novas obras de compositores contemporâneos, a OCCO abre concurso a todos os compositores. A OCCO oferece assim a possibilidade aos compositores de verem as suas obras executadas no recital Música Nova, no qual o público e os músicos votarão no compositor residente para o ano de 2020.

Todos os compositores interessados deverão enviar as suas obras para [email protected] até 20 de Setembro de 2019 para serem apreciadas pela Direção Artística. Na proposta deverá constar 1) a duração da peça, 2) os instrumentos requeridos e 3) a partitura geral. Os compositores selecionados poderão enviar as partes posteriormente, até 30 de Setembro de 2019.

As propostas deverão ter em consideração os seguintes parâmetros:
• Número máximo de músicos: 5
• Duração – 5 a 15 minutos;
• Instrumentos: escolher entre sopros, canto e/ou piano.

As obras selecionadas serão apresentadas no recital anual Música Nova, dias 16 de Novembro às 18h (Museu da Música Portuguesa) e 23 de Novembro às 18h (Palácio Marquês de Pombal).

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