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Sérgio Rodrigues

Sérgio Rodrigues, pianista, compositor e arranjador. Com formação em clássico e em jazz, integra projetos de estilos musicais variados, tendo já marcado presença em festivais e palcos nacionais e internacionais ao lado de nomes como Joe Fonda (USA), Mat Maneri (USA), Herb Geller (USA), Luciano Pagliarini (IT), Remo Cavallini (LU/IT), André Mergenthaler (LU), Bruno Pernadas (PT), Claudia Franco (PT) e Jêrome Bourdellon (FR). Dado o seu interesse por projetos que envolvem a fusão da música com outras artes, compõe regularmente para teatro, cinema, dança, exposições fotográficas e espetáculos de poesia. Neste âmbito, colaborou, inter alia, com o encenador Gérard Gélas, o realizador Peter Payer, a coreógrafa Anu Sistonen e o fotógrafo Paulo Lobo.
Bruno Pernadas Ensemble, The Trick, Remo Cavallini Band, Selma Hadrovic Schauls, Poesia e Jazz e JC Project são alguns dos projetos em que atualmente participa como pianista e organista.

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Alexandra Calado

Alexandra Calado concluiu o curso de Teatro – Interpretação da Academia Contemporânea do Espectáculo antes de ingressar na Universidade de Aveiro na classe da Soprano Isabel Alcobia, onde concluiu a Pós-Graduação em Performance. Tem-se apresentado em concerto interpretando as obras Oratória de Natal de C. Saint-Saëns, a Cantata Ach das ich Wassers gnug hätte de J. C. Bach, Stabat Mater de G. Pergolesi, Stabat Mater e Gloria de A. Vivaldi, O Messias de G. Händel, Messe de Minuit e Te Deum de M. A. Charpentier, The Armed Man de K. Jenkins, Requiem, Vesperae Sollennes de Confessore e Missa da Coroação de W. Mozart; Oratória da Páscoa, Oratória de Natal e Paixão Segundo São Mateus de J. S. Bach, Chichester Psalms de L. Bernstein, Spanische Liebeslieder de R. Schumann e Requiem de Duarte Lobo. Cantou o papel de David na oratória Saul de Händel, dirigida por Brian MacKay.

O seu repertório de ópera inclui Orfeo (Orfeo ed Euridice) de Gluck, Cornelia (Giulio Cesare) e Amastre (Xerxes) de Händel, Dido e Sorceress (Dido e Eneias) de H. Purcell, a 3ª Dama (A Flauta Mágica) de Mozart, La Ciesca (Gianni Schicchi) e Zia Principessa, Badessa e Maestra delle Novizie (Suor Angelica) de Puccini, The Old Lady (Candide) de Bernstein e Orlofsky (Die Fledermaus) de J. Strauss. No âmbito da ópera para crianças, estreou os papéis de Mãe em A Árvore dos Sonhos de J. M. Oliveira sob a direcção de Kamen Goleminov e encenação de Mário Moutinho e Monstra de A Coragem e o Pessimismo de Jorge Salgueiro, com encenação de Guilherme Mendonça e direcção musical de António Vassalo Lourenço. No Teatro Nacional S. João interpretou Ariel em A Tempestade de Shakespeare dirigida por Silviu Purcarete. No Teatro do Campo Alegre fez parte do elenco da comédia musical Porto em Directo de Cláudio Hochmann e Carlos Azevedo e Os Saltimbancos de Chico Buarque, com encenação de Gabriel Vilella e direcção musical de Ernani Maletta. Estreou A Dama Pé-de-Cabra a partir do conto homónimo de Alexandre Herculano. Apresentou-se como Babette no musical O Mundo Mágico de a Bela e o Monstro nos Teatros Aveirense e José Lúcio da Silva.
No Teatro Carlos Alberto fez parte do elenco de Porto São Bento, uma encenação de Nuno Cardoso. Participou em Carmen, La Bohéme, La Traviata e Sansão e Dalila no Coliseu do Porto, L’Enfant et les Sortilèges de Ravel no Festival Internacional de Música de Gaia, As Suplicantes de Ésquilo, As Sete Portas de B. Strauss, A Gaivota (Masha) de Tchekov, Time and the Conways (Hazel) de J. B. Priestley, Quem tem farelos? (Aparício) de Gil Vicente e na 2ª Gala de Natal da RTP. Foi dirigida pelos encenadores Roberto Recchia, Eleonora Paterniti, Detlef Soelter, Giulio Ciabatti, Christopher Cowell, João Grosso, Sandra Mladenovitch, António Capelo, João Paulo Costa, Helen Parry, Carleen Graham, Carla Lopes, Rogério de Carvalho, William Relton e Jane Davidson e pelos Maestros António Sérgio, Shioban
O’Higgins, Rui Massena, João Paulo Janeiro, Egon Mihajlovic, José Ferreira Lobo, Leandro Alves, Ernesto Coelho, César Freitas, Artur Pinho, Jairo Grossi, Paulo Lourenço, Luís Carvalho, Rui Pinheiro e Lawrence Golan.
Alexandra apresenta-se pela primeira vez com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

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Joana Gama

Joana Gama nasceu em 1983 em Braga. Ingressou, aos cinco anos de idade, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian onde estudou piano com Ema Pais Martins, Ana Rita Lima e João Paulo Teixeira. Prosseguiu estudos na Royal Academy of Music (Londres) na classe de Vanessa Latarche e terminou a Licenciatura em Piano na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) na classe de Tania Achot em 2005. Concluiu, em 2010, o Mestrado em Interpretação sob a orientação de António Rosado e Benoît Gibson na Universidade de Évora onde prossegue actualmente estudos de Doutoramento sobre música contemporânea portuguesa para piano como bolseira da FCT.

Frequentou masterclasses com Helena Sá e Costa, Luiz de Moura Castro, Sofia Lourenço, Ralf Natkemper, Vitaly Margulis e Vladimir Viardo (piano) e com Olga Prats, Felix Rengli, Avedis Kouyoumdjan e Igor Naidin (Quarteto Borodin) em música de câmara.

Privilegia o repertório para piano dos séculos XX e XXI, incorporando frequentemente música contemporânea portuguesa nos seus programas, tendo efectuado a estreia de obras de compositores como Luís Tinoco, [ka’mi], Fernando Lobo, Ana Seara, Hugo Ribeiro, João Antunes, Sara Claro, Sofia Rocha e Luís Cardoso, nomeadamente nos concertos “Peças Frescas” realizados no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz em Lisboa.

Tocou a solo no “Festival Música Portuguesa, Hoje”, realizado em Julho de 2008 no Centro Cultural de Belém (CCB) e nas edições de 2010 , 2011 e 2014 dos “Dias da Música em Belém”, no CCB.

No Prémio Jovens Músicos/Antena 2 (PJM) obteve o 1º lugar na categoria de piano – nível superior (2008) e acompanhamento de piano (2005). Obteve ainda o 3º lugar na categoria de música de câmara – nível superior (2004). Tocou a solo com a Orquestra Gulbenkian no Concerto dos Laureados do PJM 2008 na Casa da Música, com transmissão directa para a Antena 2 e UER/EBU. No seguimento do PJM, apresentou-se em recitais no Teatro São Luiz, na Casa da Música e foi ainda solista com a Orquestra do Algarve.

Entre 2005 e 2009, integrou com regularidade a Orquestra Metropolitana de Lisboa, onde foi dirigida por maestros como Cesário Costa, Michael Zilm, Jean-Sébastien Béreau ou Pablo Heras-Casado. Integrou igualmente a Orquestra Sinfónica Juvenil na estreia de obras de Christopher Bochmann e, mais recentemente, o Lisbon Ensemble 20/21, a Orchestrutopica e o Sond’Ar-Te Electric Ensemble.

Entre 2004 e 2010 fez parte do corpo docente da Metropolitana, exercendo funções de pianista acompanhadora da ANSO e professora de piano no CMML.

Como pianista e performer, nos últimos anos tem estado envolvida em projectos que associam a música às áreas da dança (Tânia Carvalho, Luís Guerra, companhia Útero), do teatro (Esticalimógama), da fotografia (Eduardo Brito) e do cinema (João Botelho, Miguel Seabra Lopes e Leonor Noivo).

Acaba de lançar o seu primeiro disco: QUEST, projecto de piano e electrónica partilhado com o músico Luís Fernandes, editado pela Shhpuma.

É membro fundador do CAAA Centro para os Assuntos de Artes e Arquitectura – Guimarães e d’O Homem do Saco, atelier de tipografia e edições. Gravou diversas vezes para a Antena 2.

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Vladimir Tolpygo

Natural de Moscovo, Rússia, o violinista português Vladimir Tolpygo iniciou os seus estudos de Violino com quatro anos de idade, com o professor Serguei Fatkulin. Aos cinco anos emigrou para Portugal, ingressando, em 2001, na classe do professor Serguei Arutyunyan na Escola Profissional e Artística do Vale do Ave (ARTAVE). Estudou entre 2007 e 2012 na Escola Superior de Música e Arte de Representação de Mannheim, na Alemanha, na classe do professor Roman Nodel, tanto ingressando nesta como terminando o curso com a classificação máxima entrando, posteriormente, na Escola Superior de Música de Karlsruhe, iniciando nesta a sua pós-graduação (curso “Konzertexam”), na classe do professor Laurent Albrecht Breuninger.
Já no decorrer dos seus estudos recebeu extensa experiência orquestral, tanto a tutti como em posição de concertino. Para além das orquestras juvenis (Artave, Aproarte, O.J. Santa Maria da Feira, Orquestra da E. S. de M. de Mannheim), teve a oportunidade de trabalhar em orquestras profissionais de renome, entre as quais se destaca a “Radio-Sinfonieorchester Stuttgart des SWR”. Desde Maio de 2013, ocupa uma posição permanente na Orquestra da Rádio de Munique (“Münchner Rundfunkorchester”, tutti nos 1os violinos).
Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian de 2009 a 2012, participando em masterclasses com professores de renome e sendo premiado em vários concursos nacionais e internacionais (1o prémio no concurso “Prémio Jovens Músicos”, 2004 e 2008 – Lisboa, 1º prémio ex-aequo no concurso internacional “Júlio Cardona”, 2005 – Covilhã, 3o prémio ex-aequo no “Concorso Violinistico Internazionale Andrea Postacchini”, 2009 – Fermo, Itália, “16° Concurso de Interpretação do Estoril”, 2014 – Lisboa, entre outros), apresentando-se também a solo com várias orquestras, entre as quais a orquestra Gulbenkian, a orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim e a Orquestra do Algarve. Toca com um violino feito por Romeo Antoniazzi, em 1913, em Milão.

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Horácio Ferreira

Horário Ferreira, um dos jovens clarinetistas mais promissores da sua geração, iniciou o seu percurso musical na Sociedade Filarmónica Lealdade Pinheirense aos 8 anos. Estudou no Conservatório de Música de Coimbra (com Henrique Pereira), na Escola Profissional de Música de Espinho – EPME (com Luís Carvalho) e licenciou-se na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo – ESMAE, na classe do professor António Saiote. Participou em master classes com Florent Héau, Phillipe Berrod, Larry Combs, Henrique Pérez Piquer, Michel Lethiec, Charles Neidich, Steve Cohen, Pascual Martínez, Jérôme Verhæghe, Rodovan Cavalin, Eduard Brunner, entre outros. Trabalhou música de câmara com nomes como Radovan Vlatković, Klaus Thunemann, Jaques Zoon, Luís Fernando Pérez, Hansjörg Schellenberger, Márta Gulyás, etc. Enquanto aluno da EPME participou na Orquestra Sinfónica da mesma e posteriormente na Orquestra Clássica de Espinho, fazendo em 2005 uma digressão ao Brasil, actuando nas principais salas. Desde cedo participou activamente em encontros de jovens destacando-se a Banda Sinfónica Minho-Galaica, Banda Sinfónica de Santa Maria da Feira, Banda Sinfónica do Centro, Orquestra Juvenil de Fajões, Orquestra de Jovens de Águeda, participou no VII estágio da Orquestra APROARTE e no I Estágio para Orquestra promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian. Obteve diversas distinções, como o 1º Prémio no “Concurso da Costa Azul” – classe B, 3º Prémio no “High School Solo Competition” (Vancouver), 1º Prémio na 21ª edição do “Prémio Jovens Músicos – Nivel Medio”; 1º Prémio no Concurso Nacional “Terras de La Salette”; 2º Prémio execuo no 16º Concurso de Interpretação do Estoril e 1º Prémio na 28ª edição do “Prémio Jovens Músicos – Nivel Superior” tendo sido semifinalista no concurso “Ciudad de Dos Hermanas” (Sevilha), finalista no “Young Artists Competition” (Kansas City) e no Concurso Internacional “Gioseppe Tassis” (Milão). Recentemente foi galardoado no prestigiado “Concours Debussy” International Clarinet Competition (Paris) com a melhor interpretação da Première Rhapsodie de Debussy. Ganhou o prémio Maestro Silva Pereira – Jovem Músico do Ano 2014. Horácio Ferreira é um dos principais reforços da Orquestra Sinfónica Portuguesa e da Orquestra Filarmonia das Beiras após concurso público. É também membro fundador do projecto Banda Sinfónica Portuguesa, agrupamento com o qual gravou inúmeros CD’s e realizou uma digressão à China em 2014.Com esta formação obteve o 1º prémio nos concursos de Bandas em La Sénia (Barcelona) e 60º World Music Contest em Kerkrade (Holanda). Prontamente também se associou activamente ao projecto Orquestra XXI, reunindo vários músicos portugueses que residem no estrangeiro.
Colaborou com a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Clássica de Espinho e com a Orquestra Sinfónica da Póvoa de Varzim. Enquanto estudante participou na Orquestra de Clarinetes Invicta ‘All-Stars’, Orquestra Sinfónica da ESMAE, Orquestra Sinfónica Freixnet da Escuela Superior de Musica Reina Sofia e Sinfonietta da ESMRS.
A sua experiência enquanto músico de orquestra permitiu-lhe trabalhar com maestros como António Victorino D’Almeida, Douglas Bostock, Martin André, Antonio Pirolli, Emil Tabakov, Cesário Costa, Jean-Marc Burfin, Ernst Schelle, Jan Cober, Rodolfo
Saglimbeni, Alex Schilling, José Vilaplana, Luís Carvalho, Pablo González, Peter Rundel, Pascal Rophé, Pedro Neves, Joana Carneiro, Speranza Scappucci, entre outros. Gravou a obra Submundo, de Sara Claro, para a GDA/RDP, inserido num CD de comemoração dos 25 anos do Prémio Jovens Músicos. Actuou no Festival de Música de Guimarães, Festival Internacional de Música de Espinho, Festival Internacional de Música Príncipe de Astúrias, Festival de Clarinetes do Dão, Cistermusica, Festival ao Largo, Festival Internacional da Póvoa de Varzim e no Congresso Mundial de Clarinete. Apresentou-se como solista com a Orquestra de Clarinetes de Almada, Banda Amigos da Branca, Orquestra Príncipe das Astúrias e Orquestra Gulbenkian. Actualmente prossegue os estudos em Madrid na Escuela Superior de Musica Reina Sofia sob orientação dos professores Enrique Pérez Piquer e Michel Arrignon, e em Paris, com Nicolas Baldeyrou. Horácio Ferreira é bolseiro da Fundación Albéniz, Fundación Carolina e Fundação Gulbenkian.

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Paulo Pacheco

Natural dos Açores, estudou no Conservatório de Ponta Delgada com António Teves. É licenciado pela Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou piano com Miguel Henriques e Música de Câmara com Olga Prats. Obteve o Mestrado – Master in Music  em Piano na Universidade do Norte do Texas sob a orientação de Vladimir Viardo. Complementou os seus estudos no programa de especialização Chamber Music Center. Em 2017 obteve o Título de Especialista em Música conferido pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Atualmente, frequenta o Doutoramento em Artes Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / ESML.

É detentor do 1.º Prémio de Música de Câmara (nível superior) do Prémio Jovens Músicos em 1999, com o Barítono Rui Baeta.

Destacam-se os recitais realizados nos Festivais de Música em Toulouse, Vigo, Frankfurt, Estoril, Coimbra, Guimarães, Mafra e Açores. Apresentou-se no Museu da F.C. Gulbenkian, no Teatro S. Luíz, Aula Magna, Culturgest, CCB e Casa da Música.

Tocou a solo com as Orquestras Sinfónica Juvenil, Metropolitana de Lisboa, Nacional do Porto e Filarmonia das Beiras.

Colabora regularmente com a Orchestrutópica e já se apresentou com o Quarteto de Cordas de Matosinhos,  Orquestra do Algarve, Companhia Nacional de Bailado, Lisbon Ensemble 20/21 e Ensemble Collegium Musicum Electroacustico.

Partilha o palco em duo com o flautista Nuno Inácio desde 2004 e é membro fundador das seguintes formações de câmara: Trio.pt, Trio Max Bruch e Triunvirato.

É docente da disciplina de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa e na Academia Nacional Superior de Orquestra.

Orientou masterclasses de música de câmara em Portugal, Itália, Irlanda, Letónia, Estónia, Finlândia e Polónia. É membro da ‘European Chamber Music Teachers Association’.

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Giuseppe Nova

Giuseppe Nova é considerado um dos flautistas italianos mais representativos da sua geração. O Washington Post apelidou a sua performance na capital dos EUA de “fascinante”. Outros críticos falam de “interpretação iluminada [… e] uma linha musical extraordinária” (il Giornale), “a arte da música na sua perfeição” (Nice Matin FR), “um diálogo com brilhantismo” (Nürtinger Zeitung DE), ” simplesmente divino “(Concert Reviews, Reino Unido),” musicalidade “(The Sunday Times, Malta), entre outros.

Obtidos os Diplomas em Itália e França (Conservatoire Superieur de Lyon) com a famosa escola flautística de Maxence Larrieu, estreou-se em 1982 como solista com a Orquestra Sinfónica RAI. Daí o início de uma brilhante carreira que o levou a realizar concertos e masterclasses na Europa, Estados Unidos e América Latina e Ásia (Japão, China, Tailândia, Singapura, Coreia), atuando em salas e festivais famosos como Suntory Hall de Tóquio, Parco della Musica em Roma, Conservatório de Pequim, Castelo de Esterhazy, Universidade de Kyoto, Umbria Jazz, Academia Imola, Teatro Rudolfinum em Praga e Teatro Filarmónico de Verona.

Foi solista com diversas formações, como Virtuosi di Praga, Camerata Bohemica (Rep. Checa), Ensemble de Tokyo (Japão), Filarmonica di Torino (Itália), Tübinger Kammerorchester (Alemanha), Chesapeake Orchestra (Maryland, EUA), Orchestre de Cannes Côte d’Azur (França), Filarmónica da Tailândia, Orchestra dell’Arena di Verona (Itália), Orchestre Royal de Chambre de Wallonie (Bélgica), Astana State Philharmonic Orchestra Pavlodar Philharmonic (Cazaquistão), Severočeská filharmonie Teplice (Rep. Checa), Vienna Strauss Philharmonic Orchestra (Áustria), Filarmónica Cervantina (Espanha) e Pardubice Philharmonic Orchestra (Rep. Checa).

Foi membro de júris em Concursos Internacionais na Europa e na Ásia. Lecionou nos Conservatórios da Academia de Pescara, da Escola de Saluzzo, da Academia de Artes Fondazione em Roma e assistente no Conservatório de Genébra. É professor no Conservatório de la Vallee d’Aoste e é artista convidado na St. Mary’s College of Maryland, EUA.

Fez várias gravações para rádio e televisão, bem como em CD (alguns disponíveis no iTunes) com artistas como Maxence Larrieu, Bruno Canino, Arnoldo Foa, Wolfgang Schulz,e  desde 2006 que grava com a editora Camerata Tóquio. Recebeu o Prémio Kyoto na Chamber Music International, apresentou-se para o G-20 na Cidade da Guatemala e em 2011 foi premiado em Praga com o Prémio de actividades artísticas e culturais europeias.

Giuseppe Nova toca com um flauta de ouro 19,5 quilates Powell, construída exclusivamente para ele.

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Cristiano Holtz

“Desde a minha infância, nenhum outro compositor me sensibiliza tanto como Bach, a sua música faz-me sentir em casa. Bach é, e será sempre, a minha maior e principal inspiração, por isso dedico a minha vida à sua música.”
Influenciado por J. S. Bach, Cristiano Holtz iniciou os seus estudos de cravo aos 12 anos com Pedro Persone. Aos 15 anos, a convite de Jacques Ogg, foi viver para a Holanda, prosseguindo os seus estudos musicais, onde permaneceu durante dez anos, estudando com vários professores.
Desde muito novo a sua maior influência foi Gustav Leonhardt, que o aceitou excepcionalmente como seu último estudante oficial.
Igualmente importantes para Cristiano Holtz foram Pierre Hantaï e Marco Mencoboni, com quem trabalhou em privado.
Em 1998 veio para Portugal, a convite do Instituto Gregoriano de Lisboa onde é, desde essa altura, professor de cravo.
Cristiano Holtz actua sobretudo como solista, em cravo e clavicórdio, mas também ocasionalmente em orgãos históricos, na Europa, Ásia, América do Sul e nos Estados Unidos da América, onde participa em vários e prestigiados Festivais Internacionais.
Obteve vários prémios internacionais, tais como: Eldorado competition (Brasil 1996), Preis der Deutschen Schallplatten kritik (Alemanha 2006), 5 Stars Golgberg Magazine (Grã-Bretanha, Espanha) pelo seu CD dedicado ao compositor J. Mattheson (editora Ramée 2006) tendo sido, este último, uma estreia mundial.
Em 2008 gravou “Inventions and Sinfonies of J. S. Bach”, para clavicórdio com a editora Hortus, e em 2011, de novo com a editora Ramée, um CD dedicado a G. F. Haendel.
O seu trabalho mais recente é dedicado a J. S. Bach “Rare works for harpsichord” para a editora Hera.
Cristiano Holtz considera Bach como o centro da sua obra musical.

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Festival Estoril-Lisboa 2016

Informação para os espectáculos do 42º festival de estoril lisboa

Informamos todos os alunos do conservatório de música de cascais que terão entrada gratuita nos espectáculos do 42º festival de estoril lisboa e os seus familiares 50% de desconto.

É necessária a confirmação de presença até ao dia 1 de julho através do e-mail: [email protected]

Podem consultar toda a informação através do nosso site: www.festorilisbon.com

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Samuel Matos

Samuel Matos, natural de Almeirim, iniciou os seus estudos musicais aos 10 anos em clarinete com o professor António Simões Ribeiro, na Escola de Música da Banda Marcial de Almeirim. Em 2006, ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe do professor Nuno Silva e, mais tarde, na classe do professor Rui Martins. Em 2010 ingressa na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe do professor Nuno Silva, tendo prosseguido em 2014 para a Escola de Artes da Universidade de Évora, onde frequentou o mestrado em Música, Variante de Interpretação, na classe do professor Luís Gomes. Atualmente frequenta o segundo ano do mestrado em Ensino de Música na mesma instituição.

Tem realizado diversas masterclasses com referências nacionais e internacionais do clarinete como Luís Gomes, Joaquim Ribeiro, Nuno Silva, Rui Martins, Paulo Gaspar, Hakan Rosengren, Sebastien Manz, Paul Meyer, Karel Dohnal, Camilo Irizo, Nicolas Cox, Isaac Rodríguez, Hedwig Swimbergue, Javier Trigos e Dominique Vidal, Juan Ferrer, Robert Spring, Eric Mandat, Radovan Cavallin, Yehuda Gilad e Eddy Vanoosthuyse.

Colaborou ainda com agrupamentos como a Orquestra Académica Metropolitana, Orquestra Sinfónica Metropolitana, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Jovem Orquestra Portuguesa (JOP) e Orquestra de Câmara Portuguesa, trabalhando com nomes como Michael Zilm, Emilio Pomàrico, Jean Marc-Burfin, Jean-Sébastien Béreau, Alexandre Branco, Pedro Amaral, Mark Bartley, Pedro Carneiro e Adriano Martinolli, entre outros.

Foi Semifinalista do 3.º Concurso Internacional de Clarinete de Lisboa e do XI International Clarinet Competition Saverio Mercardante em Noci (Itália), recebeu o 1.º Prémio no 3.º Concurso Nacional de Clarinete e Saxofone “Sons de Cabral” em Belmonte, o 3.º Lugar no Concurso de Clarinete do I Festival de Clarinete do Algarve e o 3.º Prémio no I Concurso Internacional de Clarinete inserido no Gran Canaria International Clarinet Festival.

É professor na Escola de Música da Sociedade Instrução Coruchense desde Dezembro de 2013, na Escola de Música da Sociedade Lírica Moitense desde Julho de 2015, no projecto “Outras Bandas – Instrumentos de Inclusão”, em Almada, desde 2017 e no Conservatório de Música de Cascais desde 2018. Samuel Matos é artista Marca Reeds.

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Nuno Soares

Nuno Soares é natural de Lisboa, onde nasceu em 1985. Iniciou os seus estudos musicais aos dez anos de idade no Conservatório Regional de Setúbal na classe do Professor António Toscano, tendo concluído o 6.º grau do curso de piano.

Ingressou em 2005 na Licenciatura de Música, vertente de Piano Performance, da Universidade de Évora, onde foi aluno do Professor João Lucena e Vale, e onde estudou canto com a Professora Liliana Bizineche e análise musical com o Professor Christopher Bochmann. Concluiu a licenciatura em 2009. No mesmo ano, ingressou no curso de Pós-Graduação em interpretação pianística na Escola Superior de Música da Catalunha, na classe do Professor Pierre Réach, onde realizou uma série de recitais.  Em 2016 concluiu o mestrado em ensino de Música, vertente piano, tendo tido como objeto de estudo a utilização de ferramentas como a leitura à primeira vista, a harmonização/transposição e a improvisação.

Ao longo do seu percurso, tem participado como pianista em vários recitais e projetos transdisciplinares.

Desde 2010, leciona Piano e Música de Câmara em Instituições de ensino oficial de música, nomeadamente no Conservatório de Música e Artes do Dão, Academia de Música de Ourém (Ourearte), Academia de Música de Almada, Orfeão de Leiria, Conservatório de Lisboa e Academia Luísa Todi. Tem considerável experiência no ensino de Piano e Expressão/ Formação Musical, tendo colaborado em vários projetos de Formação Artística.

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Informação: Alteração de local

Recital: Grandes Obras de Música de Câmara

Caro Público,

Informamos que por motivos alheios à OCCO, o local do Recital, dia 18 de Junho, às 18h00, foi alterado para o Auditório do Centro Cultural de Cascais.

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AUDIÇÕES MÚSICOS | Instrumentistas de Sopros e Percussão | 12 e 13 de Julho

flauta

oboé

clarinete

fagote

trompa

trompete

trombone

tuba

percussão

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Daniel Nogueira

Nascido em Lisboa no ano de 1988, começa o seu percurso musical aos 7 anos de idade a ter aulas particulares de piano, ingressando dois anos depois, aos 9 anos de idade, na Escola de Musica do Conservatório Nacional (E.M.C.N). Durante este período foi acompanhado por Sofia Vinogradova, formada pela Escola Superior de Musica de Moscovo, em piano. Teve em Formação Musical as professoras Marta Gregório e Svetlana Poliakova.
Em Setembro de 2008 ingressa na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, em Voz e Piano.
Durante estes últimos dois anos teve aulas de piano com Filipe Melo e Ana Araújo, de Voz com Paula Oliveira, e nas aulas de combo já teve Gonçalo Marques, Luís Cunha, Nuno Correia, Nuno Costa e Pedro Viana.
Interrompe o seu período de ensino no Hot Clube em Junho de 2010, devido à sua colocação na Universidade de Évora no curso de Música, Variante de Jazz no instrumento de Piano, ao qual iniciou sua aprendizagem em Setembro de 2010.
Terminou a licenciatura em janeiro de 2014, sendo de relevar a conclusão das disciplinas de Teoria e Análise ao Jazz, Formação Auditiva, História do Jazz, Orquestração, Treino Auditivo, Laboratório de Treino Auditivo, Tecnicas e Arranjo de Jazz, Improvisação e Criatividade, Laboratório de Tecnica Vocal,  Estúdio e Produção, Ensemble (Combo) e Piano (como instrumento da licenciatura).
Fez ainda parte da Big Band da Universidade de Évora, com várias atuações ao longo do ano de 2012 e 2013.
Foi/é professor nas Escolas Brisa de Sons, em Caneças; Escola Salesiana de Évora; Escola Salesiana do Estoril; Imagine Go, em Lisboa; Conservatório de Cascais.

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Miguel Silva

Miguel Silva, natural de Cascais, iniciou os seus estudos de piano aos 4 anos de idade. Posteriormente, ingressou no Instituto Gregoriano de Lisboa, na classe de piano de Eurico Rosa-do, vindo a concluir os seus estudos deste instrumento na classe de Maria Emília Leite-Velho no mesmo instituto.

Em 2008, ingressa na licenciatura de canto da Escola Superior de Música, trabalhando com Luís Madureira, Nuno Vieira de Almeida e concluindo o curso na classe de Sílvia Mateus.

No âmbito do canto, trabalhou igualmente com Elsa Cortez e Ana Paula Russo a título particular e frequentou masterclasses com Yvonne Minton, Fulvio Bettini e Jill Feldman.

Actualmente é finalista da licenciatura em Direcção Coral e Formação Musical da Escola Superior de Música de Lisboa, trabalhando direcção sob orientação de Paulo Lourenço, Vasco Azevedo e Clara Coelho, e pedagogia musical com Cristina Brito da Cruz, Francisco Cardoso e Sandra Bar-roso.

No campo performativo musical, entre outros agrupamentos, é membro do Coro Gulbenkian, Gru-po Vocal Officium e do Coro Gregoriano de Lisboa – com o qual gravou para a Decca o álbum Os apóstolos, nomeado para o Prémio Autores 2012 da Sociedade Portuguesa de Autores.

Trabalhando regularmente com o Grupo Vocal Olisipo, participou com este nas gravações do filme As variações de Giacomo, um filme de Michael Sturminger com John Malkovich.

Apresentou-se ainda como solista na oratória Messias de Handel sob direcção de Pedro Castro e como Eneias na ópera Dido e Eneias de Purcell, com encenação de Sílvia Mateus.

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Salomé Monteiro

Salomé Monteiro nasceu a 1997, começou os seus estudos musicais aos 6 anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga onde concluiu o 8.º grau de instrumento em piano na classe da professora Maria Amélia Ribeiro. Em 2018 concluiu a licenciatura de direção coral e formação musical na Escola Superior de Música de Lisboa. No âmbito da experiência coral foi selecionada, em 2016, para um estágio coral na prestigiada fundação Calouste Gulbenkian. Canta também desde 2016 no coro Ricercare onde tem a oportunidade de cantar uma vasta variedade de repertório coral. Em 2017 foi aluna de Erasmus onde estudou no conceituado Kodaly’s Instiute of Liszt Ference Academy. Os seus principais interesses centram-se na direção coral, piano e formação musical.

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Alto Patrocínio / High Patronage

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