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Filipa Portela

Filipa Cerqueira Portela, soprano, estuda actualmente com Helen Lawson no Real Conservatório da Escócia, no Mestrado de Performance em Canto. Filipa começou os seus estudos musicais em Canto e Guitarra Clássica no Conservatório Calouste Gulbenkian de Aveiro. Em 2013, entrou no Curso de Música – Variante Canto, na Universidade de Aveiro (UA), com a professora Isabel Alcobia. Trabalhou como palhaço na Operação Nariz Vermelho durante o seu segundo ano de estudos na UA e realizou o terceiro ano de estudos em Glasgow, no Royal Conservatoire of Scotland (RCS), através do programa Erasmus. Permaneceu na mesma instituição para realizar um quarto ano de estudos e finalizar a licenciatura do RCS. Este último ano foi apoiado pela Bolsa de Especialização e Aperfeiçoamento Artístico da GDA (Gestão dos Direitos dos Artistas) e por uma bolsa do RCS. Finalizou assim a Licenciatura na UA em 2016 e no RCS em 2017, com Diploma de Primeira Classe (First Class Honors Degree).

Filipa participou no Concurso Nacional de Canto de Conservatórios de Música Oficiais, em 2010, no qual ganhou o Prémio para Melhor Interpretação de Obra de Autor Português. Foi finalista no concurso Governor’s Prize, realizado no RCS em 2017 e ganhou o 1º Prémio do 19º Concurso de Interpretação do Estoril, em Julho de 2017. Realizou diversas masterclasses e aulas de canto, com Carla Caramujo, Isabel Alcobia, António Salgado, Nuno Dias, Carolina Raposo, Hakan Hagegard, Dimitri Bagatov, Susan Waters, Stephen Robertson, Julian Tovey, Helen Lawson, Scott Johnson, Iain Paton, Kathleen Ferguson, Rachel Nichols, e correpetição com Julia Lynch e Malcolm Martineau. Participou também no Curso Internacional de Música Vocal, em Aveiro, nas edições de 2014, 2015, 2016 e 2017.

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Tuba

A Tuba é o instrumento que produz as notas mais graves da família dos metais e é muito conhecida pelo seu grande tamanho. O primeiro desafio da tuba, tal como nos restantes metais, é aprenderes a fazer os teus lábios vibrar de uma forma controlada. Este desafio será vencido a cada dia, melhorando progressivamente ao mesmo tempo que aprendes a usar os pistões. Escuta o timbre da tuba:

As partituras da tuba mais comum estão na Clave de Fá, embora o som que ouvimos da tuba seja na realidade uma oitava abaixo daquilo que está escrito na partitura. Na família das tubas, existem ainda as tubas tenor, baixo e contrabaixo  Um músico que toque tuba tem mais facilidade em tocar outros instrumentos da família dos metais (cuja embocadura é semelhante) como o Trompete, o Trombone, a Trompa, o Bombardino e o Sousafone.

Podes começar a tua aprendizagem com um tuba do Conservatório de Cascais. Informa-te na nossa Loja.

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Trompa

A Trompa produz notas num registo médio a agudo e é muito conhecida pelo seu som suave. O primeiro desafio da trompa é aprenderes a fazer os teus lábios vibrar de uma forma controlada. Este desafio será vencido a cada dia, melhorando progressivamente ao mesmo tempo que aprendes a colocar os teus dedos nos pistões. Escuta o timbre da trompa:

As partituras da trompa estão na Clave de Sol mas a trompa é um instrumento transpositor. Isto significa que a nota que está na partitura da trompa e que o trompa toca correspondem a uma nota diferente na realidade. A razão para isto tem a ver com a região tímbrica em que a trompa toca e para simplificar a escrita das partituras elas são adaptadas para estes instrumentos. Neste caso, a trompa está em Fá, sendo que o Dó da trompa é um Fá na realidade. Ou seja, o seu Dó está cinco tons abaixo da realidade. Um músico que toque trompa tem mais facilidade em tocar outros instrumentos da família dos metais (cuja embocadura é semelhante) como o Trompete, o Trombone, a Tuba, o Bombardino e o Sousafone.

Podes começar a tua aprendizagem com uma trompa do Conservatório de Cascais. Informa-te na nossa Loja.

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Trombone

O Trombone produz notas num registo médio a grave e é muito conhecido pela sua vara que estica até seis posições. O primeiro desafio do trombone é aprenderes a fazer os teus lábios vibrar de uma forma controlada. Este desafio será vencido a cada dia, melhorando progressivamente ao mesmo tempo que aprendes a posicionar a vara. Ao contrário dos restantes metais, trombone não usa pistões, sendo que todas as notas são controladas pela posição da vara e pela maneira como fazes vibrar os teus lábios. Escuta o timbre do trombone:

As partituras do trombone mais comum estão na Clave de Fá. Um músico que toque trombone tem mais facilidade em tocar outros instrumentos da família dos metais (cuja embocadura é semelhante) como o Trompete, a Trompa, a Tuba, o Bombardino e o Sousafone, embora o trombone não tenha pistões.

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Trompete

O Trompete produz notas num registo médio a agudo e é dos instrumentos mais antigos que existe. Pelo seu som alto e forte, era muito usado em contexto militar para organizar as multidões de soldados e ainda hoje continua assim. Contudo, o Trompete foi adotado em todos os contextos e estilos de música. O primeiro desafio do trompete é aprenderes a fazer os teus lábios vibrar de uma forma controlada. Este desafio será vencido a cada dia, melhorando progressivamente, ao mesmo tempo que os teus dedos se habituam a posicionar nos pistões. Escuta o timbre do trompete:

As partituras do trompete mais comum estão na Clave de Sol, mas o trompete é um instrumento transpositor. Isto significa que a nota que está na partitura do trompete e que o trompete toca correspondem a uma nota diferente na realidade. Neste caso, na versão mais comum do trompete em si bemol, o Dó do trompete é um Si bemol na realidade. Ou seja, o seu Dó está um tom abaixo da realidade.

Há trompetes em várias afinações e, na sua família, também se integra a Corneta, o Piccolo e o Clarim. Um músico que toque trompete tem mais facilidade em tocar outros instrumentos da família dos metais (cuja embocadura é semelhante) como o Trombone, a Trompa, a Tuba, o Bombardino, o Sousafone e outros tipos de trompete.

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Francisco Moser

Francisco Moser nasceu em Lisboa em 1982. Iniciou os estudos de violino aos sete anos na F.M.A.C., tendo sido aluno dos professores Leonor Prado e António Figueiredo. Em 2000 terminou o oitavo grau de violino com dezanove valores. Frequentou o primeiro ano da licenciatura em Música no Instituto Piaget de Almada, estudando violino com Daniel Rowland e Maria Balbi. Actualmente encontra-se no quarto ano da Academia Nacional Superior de Orquestra, estudando violino com Agnes Flanagan. Em 2003 integrou a Orquestra Sinfónica Juvenil tendo sido concertino durante dois anos. Realizou master-classes com Daniel Rowland, Günter Seifert, Blagoja Dimcevsky, Sergey Kravchenko, Rainer Schmidt, Aníbal Lima, Ivry Gitlis, Ronald Hoogeveen, Gerardo Ribeiro e Philippe Aïche. Assistiu ainda a master-classes de Zakhar Bron e Igor Oistrakh. Em 2007 foi convidado a participar no projecto European Ensemble Academy que envolveu músicos da Alemanha, Portugal e Eslovénia, formando o ensemble perspektiv direccionado para a música contemporânea. No decurso deste projecto actuou em Dortmund (Konzerthaus), Bremen, Berlim (Konzerthaus), Ljubljana, Colónia, Roma, Bruxelas (Palais des Beaux Arts) e Lisboa (Gulbenkian). Actuou a solo, em agrupamentos de câmara e como concertino da Orquestra da F.M.A.C. e da O.S.J. em diversos locais do país, nomeadamente em Lisboa no CCB e na Culturgest. Destaque-se o facto de em 2007 ter sido convidado para tocar a solo com a Orquestra Académica Metropolitana o Triplo Concerto de Beethoven. É licenciado em Física desde 2004, pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

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Margarida Rendeiro

Margarida Rendeiro nasceu em 1986, em Lisboa. Iniciou os seus estudos musicais aos treze anos na Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora em bombardino, tendo transitado posteriormente para trompete.

Em 2001 ingressou na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa, onde concluiu em 2009 o Curso Complementar de Trompete (8.º grau) na classe do professor Nelson Rocha, a par das disciplinas de Formação Musical e Classe de Conjunto (Coro, Orquestra de Sopros e Orquestra de Cordas). No decorrer desta formação participou em cursos de aperfeiçoamento de Trompete com os professores Pierre Badel e Nelson Rocha. Ainda em 2009 concluiu a Licenciatura em Ciências Musicais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde fez também Pós-Graduação em Ciências Musicais na área de especialidade de Etnomusicologia, concluída em 2012.

Já em 2016 ingressou na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco, frequentando o Mestrado em Ensino da Música na vertente de Formação Musical e Música de Conjunto.

Desde 2009 que leciona as disciplinas de Expressão Musical, Orquestra ORFF e Formação Musical.

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Luís Leão

Violinista de profissão, Luís Leão iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos de idade com o professor Jorge Alves. Em 2005 ingressou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave – ARTAVE na classe do professor António Soares finalizando o 12.º ano em 2011 com nota máxima em instrumento. Prosseguiu os seus estudos na Escola Superior de Música de Lisboa com os professores Alexandra Mendes e Tiago Neto terminando a Licenciatura em Música, variante de instrumentos de sopro, arco e percussão em 2015. Realizou masterclasses com professores como Vítor Vieira, Alexei Mijlin, Gerardo Ribeiro, Jela Spitkova, Aníbal Lima e Joyce Tan, entre outros. Já colaborou com orquestras profissionais tais como a Orquestra do Norte, Orquestra do Algarve e Algarve Camerata tendo trabalhado com maestros como Pedro Neves, Ernst Schelle, Colin Metters, Emílio de César, Joana Carneiro, Vasco Azevedo, Alberto Roque e António Saiote. Apresentou-se a solo diversas vezes, tanto com piano como com orquestra, tendo a mais recente apresentação sido realizada em Maio de 2017 na cidade de Lagos onde interpretou o Concerto para 2 Violinos em Ré Menor de J. S. Bach com Ana Damil na parte de 2.º violino acompanhados pela Algarve Camerata. Apresentou-se também em música de câmara no Festival do Estoril em 2013 com a formação quarteto com piano. Entre 2016 e 2017 lecionou na Academia de Música de Lagos, Conservatório de Música de Portimão – Joly Braga Santos e Conservatório de Música de Lagoa. Atualmente frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa e é docente no Conservatório de Música de Cascais, Orquestra Geração e Academia de Música da Graça.

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Leandro Alves

Frequentou o Mestrado em Direcção de Orquestra na Universidade de Aveiro com o maestro Ernst Schelle. Tem participado em Cursos de Direcção de Orquestra e de Banda, onde trabalhou com diversos maestros dos quais se destacam Douglas Bostock, Ernst Schelle, Jean-Sebastien Béreau, Jésus Médina, Luís Gustavo Petri e Roberto Montenegro, e com a Orquestra Filarmonia das Beiras, a Orquestra do Algarve, a Orquestra Clássica do Centro, e o Ensemble da Banda Sinfónica Portuguesa.

É maestro da Banda Filarmónica de Santa Comba Dão, da Orquestra da Tuna Académica da Universidade de Coimbra e da Orquestra Juvenil de Cascais e  maestro assistente na Orquestra Académica da Universidade de Coimbra e da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, trabalhando com os maestros André Granjo e Nikolay Lalov. Dirige regularmente como maestro convidado a Orquestra Filarmonia das Beiras, tendo recentemente dirigido a Orquestra de Sopros de Coimbra, a Orquestra Clássica do Centro, a Orquestra Vibrations, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras no 43º Festival de Música Estoril – Lisboa e a Orquestra Filarmonia das Beiras no Coimbra World Piano Meeting.

Foi assistente do maestro Ernst Schelle no Curso de Arte Orquestral da Orquestra Filarmonia das Beiras (2015 a 2017) e coordenador do naipe das madeiras no Estágio de Orquestra AECMC (Associação de Estudantes do Conservatório de Música de Coimbra – 2015 a 2017) onde trabalhou com os maestros Ernst Schelle, Rui Pinheiro e Jan Wierzba.

Ao nível de orquestras académicas ou de jovens, dirigiu a Orquestra de Sopros do VIII Estágio da Guia, a Orquestra da Escola de Artes da Bairrada, a Orquestra de Câmara da Maia, a Orquestra do Conservatório de Música de Torrelavega (Espanha) e a Orquestra de Cordas do DeCA – Universidade de Aveiro. Foi maestro da Orquestra do Conservatório de Música de Coimbra (2011-2017).

Colaborou com o Coro Infantil, Juvenil e Adulto da União de Freguesias de Santiago e S. Simão de Litém e Albergaria dos Doze, o Coro Vox et Communio, o Coro Polifónico do Oeste, o Coro do Conservatório de Música de Cascais, o Coro Misto da Universidade de Coimbra e com o Orfeon Académico da Universidade de Coimbra.

​Dirigiu solistas tais como Ana Beatriz Ferreira, André Roque Cardoso, Andrea Turini, Daniel Rodriguez Hart, Fumiya Koido, Inês Costa, Luís Costa, João Bettencourt da Câmara, Ruben Micieli (piano), Pedro Carneiro (violino), Nuno Dias, Taís Bandeira, Vera Silva, Alexandra Calado (canto) Paulo Vaz de Carvalho (guitarra), Ricardo Ramos e Rui Lopes (fagote), Henrique Portovedo (saxofone), Luís Granjo, Daniel Tapadinhas Fred Sautter e Adam Rappa (trompete) e Sérgio Carolino (tuba). Acompanhou também artistas nacionais da música ligeira como Luiz Caracol, Miguel Gameiro e Vitorino.

O seu repertório estende-se do barroco à actualidade, da oratória à ópera, e inclui algumas estreias absolutas.

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José Carrilho

Iniciou os seus estudos musicais no trompete na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense aos 13 anos de idade. Aos 16 anos ingressa o curso Profissional de Música no Conservatório Nacional de Lisboa, tendo como professor Daniel Louro e tendo concluído o  curso com média de 19 valores. Concluiu a Licenciatura em Trompete na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco, na classe do Professor António Quítalo com a média de 18 valores.

Ao longo da sua formação, participou em vários estágios de Orquestra destacando-se o da Orquestra Oficial dos Conservatórios de Música, da Orquestra de Câmara Portuguesa, Estágio de Orquestra Sinfónica da Cidade de Gouveia, Estágio Nacional de Orquestra de Sopros de Portel, Estágio de Orquestra de Sopros do INATEL, entre outros.

Participou em Masterclasses com Nelson Rocha, Gonçalo Marques, Jorge Almeida, Luís Granjo, António Quítalo, Gileno Santana, Fábio Brum, Jeroen Berwarts, Stephon Mason, Bruno Nouvion, Kevin Waldron, Fred Sautter, Stephen Mason, David Burt, Kristian Streenstrup, Marco Pierobon, Giuliano Sommerhalder, Wim Van Hasselt, Ger van Lot, Hakén Hardnberger, Gábor Tarkovi, Michael Sachs, Reinhold Friedrich, Christopher Deacon, Pacho Flores, Kris Case, Jonh Miller, Jonh Wallace, etc.

Trabalhou com vários maestros, como Rui Pinheiro, Osvaldo Ferreira, José Eduardo Gomes, Luís Carvalho, Luís Clemente, Francisco Sequeira, David Correia, Carlos Silva, Fernando Marinho, Cesário Costa, Jean Sebástien Berrau, Roberto Samglibeni, Délio Gonçalves, Rafael Agulhó Albors, Nikolay Sevastianov Lalov, Quentin Hindley, Pablo Heras-Casado entre outros.

Em 2012 foi laureado com o 1.º Prémio no Concurso Internacional “Terras de La Sallete” (Oliveira de Azeméis ) na categoria júnior, e ainda nos anos de 2014, 2015 e 2016 fica selecionado consecutivamente como trompetista reserva da Gustav Mahler Jugendorchestra (Viena, Áustria), bem como na Mediterranean Youth Orchestra (Aix-en-Provence, França). Ainda em 2015, na 29.ª edição do Prémio Jovens Músicos transmitido pela Antena 2 e RTP 2, é premiado com o 2.º lugar e, em 2016, é selecionado como trompetista reserva do Estágio Orquestra Gulbenkian 2016. No ano de 2017 é selecionado como músico efetivo para a Mediterranean Youth Orchestra, trabalhando com os maestros Quentin Hindley e Pablo Heras-Casado.

É frequentemente convidado para ministrar como coordenador de naipe dos trompetes e metais em vários estágios de Orquestra de Sopros e Orquestra Sinfónica. Atualmente leciona na Sociedade Filarmónica Incrível Almadense e no Conservatório de Música de Cascais.

Foi convidado como primeiro trompete da Atlantic Coast International Orchestra e trompetista convidado do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa. Em Julho de 2016 foi selecionado em primeiro lugar, através do concurso público, para colaborar com a  Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras e ainda com a Orquestra Sinfónica de Cascais, com as quais tem colaborado desde essa data.

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João Carvalho

Aos 10 anos começou a aprender saxofone, tendo completado o Curso Profissional de Música na Escola de Música do Conservatório Nacional com o professor Hélder Alves. Concluiu a Licenciatura em Saxofone na Escola Superior de Música de Lisboa em 2017 na classe do professor José Massarrão com 18 (dezoito) valores na nota do Recital Final. Frequenta atualmente Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música de Lisboa.

Participou em diversos concursos nacionais e internacionais, tendo obtido o 3.º prémio no Concurso Interno do Curso Profissional EMCN/INATEL (2011) e o 2.º prémio na Categoria Superior do Concurso de Saxofones e Clarinetes “Sons de Cabral” (2015).

Ao longo do seu percurso académico, fez parte de diversas formações de música de câmara. Neste âmbito, trabalhou com os professores Francisco Sequeira, Cândido Fernandes, Luís Gomes, Rita Nunes, Fernando Fontes e Nuno Inácio, tendo participado em vários concertos em 2011 e 2012. No ano letivo de 2016/2017, no âmbito da disciplina de Música de Câmara, fundou o grupo Opus6teto, um sexteto de sopros com o qual fez inúmeros concertos, após vencerem vários concursos internos da escola. Destes concertos, destacam-se o Concerto Promenade (Fevereiro de 2017) no Museu da Fundação Calouste Gulbenkian, o Concerto de Encerramento de os “Dias do Conservatório” na Escola de Música do Conservatório Nacional (no qual estrearam uma obra em território nacional), e o Festival da ESML, no Teatro S. Luiz.

Teve a oportunidade de trabalhar em masterclasses com os mais conceituados saxofonistas a nível mundial: Jean-Marie Londeix, Arno Bornkamp, Alfonso Padilla, Joaquín Franco, Jérôme Laran, Otis Murphy, José Massarrão, Henk van Twillert, Fernando Ramos, Rodrigo Lima, Ricardo Pires, Artur Mendes e Hélder Alves. Frequentou, também, diversos estágios de orquestra de sopros, com os maestros Luís Clemente, Délio Gonçalves, Bert Appermont, Jean-Sébastien Béreau, Craig Kirchhoff, tendo-se apresentado a solo com a Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública, no âmbito do 2º Estágio “Semana Académica”, sob a regência do Maestro Comissário Ferreira Brito.
Colaborou também diversas vezes com a Orquestra Sinfónica Juvenil, dirigida pelo compositor e maestro titular Christopher Bochmann.

Leciona saxofone na Escola de Música da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense e no Conservatório de Música de Cascais.

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Saxofone

O saxofone é um instrumento de sopro com palheta e é dos instrumentos considerados clássicos que é mais recente. Foi inventado por Adolphe Sax no século XIX para ser tão potente como os metais (som produzido apenas com os lábios) e tão versátil como as madeiras (com embocadura e/ou palhetas). Foi criado em inúmeras versões, sendo que alguns modelos caíram em desuso. O mais popular é o Saxofone Tenor, mas também é comum encontrarmos as versões Soprano, Alto e Barítono. É conhecido pelo seu timbre metálico mas aveludado como o clarinete. O desafio de produzires um som bonito no saxofone será vencido a cada dia dominando a maneira como colocas a boca na embocadura e o modo como controlas o fluxo de ar soprado através da palheta. Os teus dedos também ganharão agilidade com a prática e rapidamente saberás o sítio de cada dedo nas chaves que correspondem às notas musicais. Escuta os timbres diferentes dos vários saxofones que existem:

As partituras do Saxofone Tenor estão na Clave de Sol, mas o saxofone é um instrumento transpositor. Isto significa que a nota que está na partitura do saxofone e que o saxofone toca correspondem a uma nota diferente na realidade. Neste caso, o saxofone tenor está em si bemol, sendo que o Dó do saxofone é um Si bemol na realidade. Ou seja, o seu Dó está um tom abaixo da realidade. Ainda no caso específico da partitura do saxofone tenor, embora esteja escrita na clave de sol, o registo do saxofone tenor corresponde a uma oitava abaixo do registo da clave de sol.

Um músico que toque saxofone tem facilidade em tocar os restantes saxofones, mas também outros instrumentos de sopro com palheta, como o clarinete que tem uma embocadura semelhante, e também o oboé ou o fagote.

Podes começar a tua aprendizagem com um saxofone do Conservatório de Cascais. Informa-te na nossa Loja.

Conhece os Professores de saxofone do Conservatório de Cascais.

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Fagote

O fagote é um instrumento de sopro com palheta dupla e produz notas num registo grave. É conhecido pelo seu timbre seco mas muito rico. O desafio de produzires um som bonito no fagote será vencido a cada dia dominando a maneira como colocas a boca na palheta dupla e o modo como controlas o fluxo de ar soprado através dela. Os teus dedos também ganharão agilidade com a prática e rapidamente saberás o sítio de cada dedo nas chaves que correspondem às notas musicais. Escuta o timbre do fagote:

As partituras do fagote estão na Clave de Fá. Na família dos fagotes encontramos três variedades: o fagote que é o mais comum, o fagotino (que caiu em desuso) e o contrafagote, mais grave que o fagote. Um músico que toque fagote tem facilidade em tocar os restantes instrumentos da família, mas também outros instrumentos de sopro com palheta como o oboé, que também tem duas palhetas, e também o clarinete ou o saxofone.

Podes começar a tua aprendizagem com um fagote do Conservatório de Cascais. Informa-te na nossa Loja.

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Oboé

O oboé é um instrumento de sopro com palheta dupla e produz notas num registo médio agudo. É conhecido pelo seu timbre nasalado e intenso. O desafio de produzires um som bonito no oboé será vencido a cada dia dominando a maneira como colocas a boca na palheta e o modo como controlas o fluxo de ar soprado através dela. Os teus dedos também ganharão agilidade com a prática e rapidamente saberás o sítio de cada dedo nas chaves que correspondem às notas musicais. Escuta o timbre do oboé:

As partituras do oboé estão na Clave de Sol. Na família dos oboés encontramos oito variedades. O oboé mais comum pode aparecer na versão da época barroca, clássica e romântica. Depois existe o Oboé Piccolo (o mais agudo de todos), o Oboé d’Amore, o Oboé da Caccia, o Corne Inglês, o Oboé Barítono, o Oboé Contrabaixo e o Heckelfone, todos estes mais abaixo do oboé comum. Um músico que toque oboé tem facilidade em tocar os restantes oboés da família, mas também outros instrumentos de sopro com palheta, como o fagote que também tem duas palhetas, e também o clarinete ou o saxofone.

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Clarinete

O clarinete é um instrumento de sopro com palheta e produz notas num registo médio a grave. É conhecido pelo seu timbre cheio e aveludado. O desafio de produzires um som bonito no clarinete será vencido a cada dia dominando a maneira como colocas a boca na embocadura e o modo como controlas o fluxo de ar soprado através da palheta. Os teus dedos também ganharão agilidade com a prática e rapidamente saberás o sítio de cada dedo nas chaves que correspondem às notas musicais. Escuta o timbre do clarinete:

As partituras do clarinete soprano estão na Clave de Sol, mas o clarinete é um instrumento transpositor. Isto significa que a nota que está na partitura do clarinete e que o clarinete toca correspondem a uma nota diferente na realidade. Neste caso, na versão mais comum do clarinete em si bemol, o Dó do clarinete é um Si bemol na realidade. Ou seja, o seu Dó está um tom abaixo da realidade.

Da família dos clarinetes, há dez clarinetes diferentes. O mais comum é o clarinete soprano, afinado em Si bemol, mas existem 3 clarinetes mais agudos e 6 clarinetes mais graves. Um músico que toque clarinete tem facilidade em tocar os restantes clarinetes, mas também outros instrumentos de sopro com palheta, como o saxofone que tem uma embocadura semelhante, e também o oboé ou o fagote.

Podes começar a tua aprendizagem com um clarinete do Conservatório de Cascais. Informa-te na nossa Loja.

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Christian Altenburger

Christian Altenburger estudou na Universidade de Música de Viena, a sua cidade natal, e na Juilliard School em Nova Iorque, com Dorothy DeLay.

Aos 19 anos estreou-se como solista na Musikverein de Viena. Seguiram-se concertos com orquestras internacionais de referência como Berliner Philharmoniker, Chicago Symphony Orchestra, New York Philharmonic Orchestra, London Symphony OrchestraConcertgebouworchester Amsterdam, Vienna Philharmonic Orchestra e Vienna Symphonic Orchestra. Trabalhou nestes concertos com os maestros Claudio Abbado, Dennis Russel Davies, Christoph von Dohnányi, Bernard Haitink, James Levine, Lorin Maazel, Zubin Mehta, Václáv Neumann, Dennis Russell Davies, Wolfgang Sawallisch, Franz Welser-Möst, entre outros.

Para além das suas apresentações como solista, a música de câmara tornou-se numa parte importante da sua vida artística. Nesta vertente, conta com parceiros como Bruno Canino, Patrick Demenga, Heinz Holliger, Nobuko Imai, Kim Kashkashian, Reinhard Latzko, Michele Lethiec, Melvyn Tan, Lars Anders Tomter e Lars Vogt.

Christian Altenburger é, desde 2003 Diretor do Festival Schwäbische Frühling Music, com concertos realizados em locais cuja arquitectura é não só atraente como confere cenários diferentes e idealizados para concertos desde música de câmara a orquestras sinfónicas. Em 2006, tornou-se também o Diretor Artístico do Festival Loisiarte em Langenlois, Áustria. Este festival acontece num cenário muito especial, no resort Loisium, concebido pelo arquitecto Steven Holl.

A advocacia de Altenburger pela execução de obras de música contemporânea tem resultado em estreias e gravações  de obras de compositores como Theodor Berger, Bert Breit, Gottfried von Einem, Wilhelm Killmayer, Thomas Larcher, Witold Lutoslawski, Werner Pirchner e Kurt Schwertsik.

Estão disponíveis várias gravações suas de editoras como Classic Amadeo, CPO, Guild, Japan Victor, Oehms Classics, ORF, Pro Arte e Sony.

Durante muitos anos foi professor na Universidade de Música, Representação e Multimédia de Hannover. Em 2001 tornou-se professor na Universidade de Música e Performances Artísticas de Viena.

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Tiago Oliveira

Natural de Sobralinho (Vila Franca de Xira), iniciou os seus estudos musicais na Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense aos 8 anos. Prosseguiu estudos de piano no Conservatório Regional Silva Marques em Alhandra com a Professora Sandra Almeida. Mais tarde ingressou no Instituto Gregoriano de Lisboa onde iniciou estudos de canto com a Professora Elsa Cortez e piano com o professor Karl Martin Gerhardt e onde concluiu o curso secundário de piano. Estudou ainda Órgão na Escola Diocesana de Música Sacra de Lisboa com o organista Sérgio Silva.

Concluiu as Licenciaturas em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML) com os Professores Armando Possante e Sílvia Mateus e em Piano na Universidade de Évora com a Prof. Doutora Ana Telles Béreau, simultaneamente. Neste contexto teve ainda oportunidade de estudar com músicos como Paulo Pacheco, Christopher Bochmann, José Brandão, Mauro Dilema, Pedro Castro, Pedro Amaral, Nuno Vieira de Almeida, Alberto Roque, Maximo Mazzeo, António Carrilho ou Nicholas McNair.

Concluiu o Mestrado em Piano na Universidade de Évora, investigando "A estadia de Fernando Lopes-Graça em Paris (1937-1939) e respectiva influência na sua obra para piano" na sua tese, sob a orientação da Prof. Doutora Ana Telles Béreau.

É membro do Coro Gregoriano de Lisboa e foi Vice-Diretor artístico do Coro “Pueri Cantorum” (Alverca do Ribatejo) tendo também desempenhado funções de Presidente da “Pueri Cantorum Associação Cultural”. Em 2012 dirigiu o Magnificat em Ré Maior de J.S.Bach na Escola Superior de Música de Lisboa e no Instituto Superior Técnico. No mesmo ano dirigiu também o Ensemble Vocal MPMP.

Enquanto pianista tem colaborado com a Orquestra Metropolitana de Lisboa e Orquestra de Câmara da GNR tendo trabalhado com maestros como Jean-Sébastien Béreau, Cesário Costa, Pedro Amaral, Alexandro Posada e Emilio Pomàrico.

Em masterclass, estudou Direcção Coral e Orquestral com os Maestros Jean-Sébastien Béreau, Adriano Martinolli D'Ardy, Paulo Lourenço, Cara Tasher e Stephan Coker. Participou em MasterClasses de piano onde trabalhou com José Eduardo Martins, Sara D. Buechner, Christophe Simonet, Ana Cláudia Assis, Anna Kijanowska e Jean Pierre Armengaud.

É professor de piano e pianista acompanhador na Escola de Música e Artes de Ourém (Ourearte). Estuda Direção de Orquestra em Lisboa com Jean-Sébastien Béreau desde 2011. Dirigiu o 4º e 5º Estágio de Orquestra de Sopros e Percussão da Academia de Música de Alcobaça (2015/16) e ainda a Orquestra Sinfonietta (Gaia, 2015); a Orquestra Clássica da Madeira e a Orquestra de Câmara da GNR (2016). Desde Setembro de 2016 é maestro da Sociedade Artística Musical Carvalhense e coordenador pedagógico da Escola de Música. Em 2016 foi semi-finlaista do concurso Prémio Jovens Músicos (antena 2) – categoria Direção de Orquestra.

Frequenta o Mestrado em Ensino da Música – vertente Direção de Orquestra na ESML com Jean-Marc Burfin.

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Ricardo Nogueira

Nasceu em Lisboa em 1978, tendo iniciado os seus estudos de guitarra clássica na Escola de Música Crescendo em Oeiras. Entre 1996 e 1999 passa a residir na Bélgica, onde frequenta o Conservatoire Royal de Musique de Bruxelles, tendo-se apresentado neste país a solo e em duo de guitarras. Em 1999 regressa a Portugal e passa a frequentar a Escola de Música de Nossa Senhora do Cabo em Linda-a-Velha, na classe do Professor Carlos Gutkin. Nesta escola forma o Quarteto de Guitarras Zyryab, grupo de câmara que mantém até hoje. Com o referido quarteto, apresentou-se em todo o País assim como nas rádios TSF, Antena 1 e Antena 2, e também na Suécia.
Frequentou como ouvinte vários cursos de grandes mestres em Santo Tirso e participou em cursos de António Jorge Gonçalves e de Paulo Vaz de Carvalho. Concluiu no Instituto Piaget a Licenciatura em Guitarra com o Professor Dejan Ivanovic em 2008.
Desde 2000 que dá aulas de Guitarra Clássica em diversas escolas e Conservatórios. Actualmente leciona no Conservatório de Cascais, Conservatório de Caldas da Rainha, Instituto Vitorino Matono, Crescendo – Centro Musical e no Colégio Marista de Carcavelos.

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Calendário Escolar 2020/2021

Consulte aqui os períodos letivos e as interrupções letivas. Para informações sobre períodos de avaliação, datas de exames, bem como as datas de apresentações e de concertos, os alunos deverão consultar os respetivos professores.
Todos os alunos maiores de idade ou Encarregados de Educação deverão ler o Regulamento Interno.

1.º Período
Início das aulas: Quinta-feira, 17 Setembro 2020
Fim das aulas: Sábado, 19 Dezembro 2020
Interrupção letiva do Natal: 21 Dezembro 2020 – 3 Janeiro 2021

2.º Período
Início das aulas: Segunda-feira, 4 Janeiro 2021
Fim das aulas: Sábado, 29 Março 2021
Interrupção letiva do Carnaval: [ANULADA] 15 – 17 Fevereiro 2021
Interrupção letiva da Páscoa: 29 Março – 4 Abril 2021

3.º Período
Início das aulas: Segunda-feira, 5 Abril 2021
Fim das aulas:
– Iniciação, Básico 1.º e 2.º graus: Quinta-feira, 8 Julho 2021
– Restantes cursos: Quarta-feira, 23 Junho 2021

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Pavel Gomziakov

Pavel Gomziakov nasceu na cidade de Tchaikovsky, na região dos Urais, na Rússia. Estudou na Academia Gnessin e no Conservatório de Moscovo, com Dmitri Miller e na Escola Superior de Música Rainha Sofia, em Madrid, com Natalia Schakhovskaya. Diplomou-se pelo Conservatório Nacional de Paris, na classe de Philippe Muller. Pavel Gomziakov estreou-se nos Estados Unidos da América em 2010, com a Sinfónica de Chicago, sob a direção de Trevor Pinnock. Desde então, tem atuado regularmente na Europa, nas Américas e no Japão. Compromissos recentes incluíram apresentações com a Orquestra de Câmara Finlandesa, a Orquestra do Capitólio de Toulouse, a Orquestra Nacional Russa, a Sinfónica de Seattle, a Orquestra Gulbenkian, I Pomeriggi Musicali Milano, a Südwestdeutsche Philharmonie Konstanz, a Orquestra de Avignon, a Filarmónica Nacional da Rússia, a Nova Filarmónica do Japão, a Orquestra de Câmara de Londres, a Orquestra Nacional de Montpellier, ou a Orquestra Nacional de Lille, sob a direção de maestros como Jukka-Pekka Saraste, Jesús López Cobos ou Christopher Wareen-Green, entre outros. Na Rússia, atuou no Festival Noites Brancas, em São Petersburgo, a convite do maestro Valery Gergiev. Pavel Gomziakov colaborou com a pianista Maria João Pires num disco dedicado a Chopin (DG, 2009) que foi nomeado para um Grammy. Atuaram juntos em várias ocasiões na Europa, no Extremo Oriente e na América do Sul, incluindo auditórios como o Théâtre des Champs-Élysées, em Paris, o Victoria Hall, em Genebra, o Teatro Real de Madrid, a Philharmonie de Colónia, o Konzerthaus de Viena e o Sumida Tryphony, em Tóquio. No domínio da música de câmara, colabora também com Augustin Dumay, Louis Lortie, Andrei Korobeinikov, Vanessa Wagner e Anastasya Terenkova. Em 2016 foi lançada uma gravação de Concertos para Violoncelo de Haydn (Onyx), com a Orquestra Gulbenkian, tendo Pavel Gomziakov tocado o Violoncelo Stradivarius Chevillard – Rei de Portugal, de 1725, por generoso empréstimo do Museu Nacional da Música.

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