Eventos

Salomé Monteiro

Salomé Monteiro nasceu a 1997, começou os seus estudos musicais aos 6 anos no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga onde concluiu o 8.º grau de instrumento em piano na classe da professora Maria Amélia Ribeiro. Em 2018 concluiu a licenciatura de direção coral e formação musical na Escola Superior de Música de Lisboa. No âmbito da experiência coral foi selecionada, em 2016, para um estágio coral na prestigiada fundação Calouste Gulbenkian. Canta também desde 2016 no coro Ricercare onde tem a oportunidade de cantar uma vasta variedade de repertório coral. Em 2017 foi aluna de Erasmus onde estudou no conceituado Kodaly’s Instiute of Liszt Ference Academy. Os seus principais interesses centram-se na direção coral, piano e formação musical.

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Amigos da OCCO

Recompensamos o nosso público fiel com o que temos de melhor!

Ao longo dos 20 anos de existência da OCCO, uma parte do seu público tornou-se habitual, assistindo regularmente aos espetáculos e acompanhando as restantes atividades da OCCO nas áreas artística e pedagógica. A OCCO pretende agora recompensar o seu público oferecendo a oportunidade de pertencer ao clube Amigos da OCCO.

Os Amigos da OCCO usufruirão de uma ligação mais próxima com a OCCO e acesso garantido aos espetáculos ainda antes dos bilhetes serem colocados à venda. O clube Amigos da OCCO terá um encontro anual com os membros da orquestra e um concerto anual exclusivo para os Amigos da OCCO em Novembro.

Os Amigos da OCCO serão também embaixadores da OCCO, contribuindo na divulgação do trabalho desenvolvido pela OCCO nas suas áreas de influência.

Membros

Prata

120€/ano
20 vagas

Inclui:
8 concertos OCCO
2 concertos Sinfónica
8 recitais OCCO e OCCO Convida
Entrada nos ensaios gerais da OCCO
1 CD autografado

Ouro

180€/ano
10 vagas

Inclui:
12 concertos OCCO
4 concertos Sinfónica
10 recitais OCCO e OCCO Convida
Entrada nos ensaios gerais da OCCO
1 CD autografado
Exemplar do livro 20 Anos da OCCO (a ser publicado em 2019)
50% de desconto na matrícula de um familiar direto (filho/neto) no Conservatório de Cascais (para aulas de música e/ou dança)

Premium

250€/ano
10 vagas

Inclui:
Lugar em todos os concertos OCCO
Lugar em todos os concertos Sinfónica
Lugar em todos os recitais OCCO e OCCO Convida
Entrada nos ensaios gerais da OCCO
1 CD autografado
1 DVD de um dos concertos realizados na temporada
Exemplar do livro 20 Anos da OCCO (a ser publicado em 2019)
Direito a propor duas obras de música de câmara à OCCO, a incluir na temporada de 2020
50% de desconto na matrícula de um familiar direto (filho/neto) no Conservatório de Cascais (para aulas de música e/ou dança)

Inscrição

Para aderir ao clube Amigos da OCCO apenas precisa de se inscrever no formulário em baixo ou por telefone. Após receção do comprovativo de pagamento da quota anual, o membro ganha imediatamente o direito a todos os privilégios que subscreveu. Receberá também um cartão de membro que deverá apresentar para poder receber os acessos, bilhetes e descontos.

As inscrições serão consideradas por ordem da data de recepção do pagamento, sendo aí atribuído um número de cartão. Caso as vagas para a modalidade pretendida estejam preenchidas, o membro poderá optar por uma outra modalidade que ainda tenha vagas.





Após o envio do formulário, aguarde por favor o envio dos dados para pagamento por email.

Os Membros Ouro e Prata deverão informar a Secretaria por telefone quanto aos espetáculos que escolheram. Poderão fazê-lo duas semanas antes de cada evento escolhido.

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Trio Adamastor

Constituído por Francisco Henriques no violino, Pedro Massarrão no violoncelo e José Pedro Ribeiro no piano, o Trio Adamastor surgiu em 2016 como um dos grupos da classe de Música de Câmara do professor Paulo Pacheco na Escola Superior de Música.

Para além de ter sido orientado desde o início pelo professor Paulo Pacheco, este Trio com piano teve também oportunidade de trabalhar com os professores Miguel Henriques, José Massarrão e Paulo Gaio Lima.

Até à data presente, o Trio tem-se apresentado em várias salas do País das quais se destacam o Auditório Vianna da Mota, o Centro Cultural de Cascais e a Casa da Música, procurando sempre interpretar repertório com o máximo de abrangência tocando obras de compositores desde W. A. Mozart a autores contemporâneos como Arvo Pärt e Vasco Mendonça.

Ganhou recentemente o primeiro prémio na categoria de Música de Câmara nível Superior do Prémio Jovens Músicos.

Francisco Henriques

Começou os seus estudos musicais aos 6 anos, tendo como professor de violino o Professor Gareguin Aroutiounian. Paralelamente foi mantendo uma actividade coral regular.

Presentemente frequenta, na Escola Superior de Música de Lisboa, o 1º ano de Mestrado em Ensino de violino e o 2º ano de Licenciatura em Canto na classe da Prof. Sílvia Mateus, participando simultaneamente em diferentes agrupamentos da ESML dos quais se destaca o ensemble do Estúdio de Ópera e a Camerata Gareguin Aroutiounian entre outros.

Tem-se dedicado também com grande interesse ao trabalho de Música de Câmara tendo ganho na edição de 2017 do Prémio Jovens Músicos o primeiro prémio na categoria de Música de Câmara Nível Superior. Forma juntamente com Pedro Massarrão no violoncelo e José Pedro Ribeiro no piano o Trio Adamastor, agrupamento com o qual obteve este prémio.

Francisco Henriques tem-se apresentado com o restante Trio Adamastor e como solista tanto em violino como em canto em diferentes salas como o CCB, o Palácio Foz, o Convento do Carmo, Igreja de S. Roque, Palácio Nacional da Ajuda, o Grande Auditório Vianna da Motta, o S. Luis, a Casa da Música e o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian.

Pedro Massarrão

Iniciou os seus estudos musicais em 2003 na classe da professora Teresa Portugal na Escola de Música do Conservatório Nacional. Em 2011, prossegue os estudos com a professora Sofia Gomes ingressando em 2013 na classe do professor Luís Sá Pessoa. Frequentou diversas masterclasses com professores como Paulo Gaio Lima, Michel Strauss, Levon Mouradian e Susanne Müller-Hornbach. Participou, também, em estágios de orquestra como a OCPzero e JOP. Concluiu o secundário na EMCN sendo posteriormente admitido na Escola Superior de Música de Lisboa.

José Pedro Ribeiro

José Pedro Ribeiro, nascido em 1995, iniciou os seus estudos musicais aos 11 anos na Academia de Música da Sociedade Filarmónica Vizelense e concluiu o curso complementar de piano na Academia de Música Valentim Moreira de Sá, com a professora Ingrid Sotolarova com a classificação máxima.

Realizou masterclass com os pianistas Miguel Borges Coelho, Luís Filipe Sá, Ana Raquel Rosa e foi aconselhado por Christian A. Pohl, Luis Pipa, Sofia Lourenço e Madalena Soveral.

A nível internacional, apresentou-se no Antonin Dvorak Sal na República Checa e, a nível nacional, no Centro Cultural de Belém (CCB) em Lisboa, na Casa da Música no Porto, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural de Cascais. Foi também convidado para participar no 1o Festival Internacional de Piano de Amarante.

Em 2017, obteve o 1o prémio (Nível superior) do Concurso de Piano da Póvoa de Varzim e o 1o prémio de música de câmara (Nível Superior) no Prémio Jovens Músicos com o Trio Adamastor.

Gravou por diversas vezes para a Antena 2 tendo também já passado por diversas vezes no Concerto Aberto da mesma emissora. Atualmente, frequenta o 3o ano de Licenciatura na classe do pianista e professor Miguel Henriques e na classe de música de câmara do professor Paulo Pacheco.

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Marta Queiroz

Marta Queiroz Ribeiro nasceu em 1992. Natural de Braga, iniciou os seus estudos musicais aos 13 anos de idade na Academia de Música e Artes de Vila Nova de Famalicão – Arteduca, onde estudou violino com Elisabete Gomes e viola d’arco com Manuel Costa. Mudou-se para Lisboa em 2011 para ingressar no curso de Ciências Musicais, Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa. No ano seguinte entra para o Conservatório Nacional, onde terminou o Curso de Canto na classe da professora Manuela de Sá.

Foi membro do Ensemble Pictórico – quinteto acapella – com o qual concorreu ao 29.º Prémio Jovens Músicos da RTP | Antena2, na Categoria Música Barroca, apurado à final. Como solista fez o papel de ‘Sorceress’ em Dido e Eneias, numa produção do Conservatório Nacional, em 2016. Participou em 2017, como membro do ECCE Ensemble, no International Folk Song Choral Festival, em Kaili – Guizhou, China e no 14th China Inner Mongolia Grassland Culture Festival and International Federation for Choral Music “Sound From the Silk Road” Choral Festival, em Hohhot – Região Autónoma da Mongólia Interior.

No âmbito de masterclass e aulas de aperfeiçoamento, estudou com Pierre Mak, Ivone Mynton, Sasja Hunnego, Lúcia Lemos e Paulo Ferreira. Estuda actualmente com João Lourenço. É membro do Coro Gulbenkian desde Setembro de 2017. Em Outubro de 2018 foi solista no papel de Alto em ‘As Vésperas’ de Rachmaninov, cuja prestação foi comentada pela crítica: ‘(…) timbre cheio e emissão escorreita impressionaram muito favoravelmente (…)’ [Manuel Pedro Ferreira, Público, 15.Out.2018].

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Bruno Almeida

Nasceu em Lisboa. Fez formação em Canto com Filomena Amaro e Isabel Biu. Estreou-se em 2010 com o Sintra Estúdio de Ópera, no papel de Federico n’ As Taças de Hymineu. Estreou-se no T. N. de São Carlos em 2011, como 1.º Segurança, na ópera Banksters, de Nuno Côrte-Real. No T.N.S.C. fez parte do Estúdio de Ópera e desempenhou, entre outros, os papéis de Conde de Lerma (Don Carlos, Verdi), Vivaldi (Sampiero, F. Migone), Flavio (Norma, Bellini).

Noutros palcos desempenhou El Remendado (Carmen, Bizet), Bastien (Bastien und Bastienne, Mozart), Gernando (L’isola disabitata, D. Perez), Don Ottavio (Don Giovanni, Mozart, em Orvieto, Itália) e Tony (West Side Story, Bernstein).

Em concerto cantou como solista, entre outras obras, a Missa Grande, de Marcos Portugal, Messiah de Händel, o Requiem de Mozart, A Paz da Europa, de J. D. Bomtempo, Oratório de Natal de C. Saint-Saens e as “Vésperas” (op. 37) de Rachmaninov.

Em 2013 actuou na Verdi 200 Gala, no Festival Junger Künstler, em Bayreuth. Em 2014 actuou no Brighton Early Music Festival, com o ensemble L’avventura London. Em 2016 estreou-se na Temporada de Música de São Roque em Il Trionfo di Davidde de Bráz Francisco de Lima.

É membro fundador do Projecto Alba.

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André Henriques

André Henriques nasceu em Lisboa e conclui o curso de canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe do professor António Wagner Diniz.

Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, completou o MA em Opera Performance, na Royal Welsh College of Music and Drama, com os professores Donald Maxwell e Michael Pollock.

Participou em masterclasses com John Fisher, Susan Bullock, Kathryn Harries, Anne Schwanewilms, Lucia Mazzaria, David Santos e João Paulo Santos.

No domínio da ópera, interpretou Guglielmo (Così Fan Tutte), Masetto (Don Giovanni) e Figaro (Le Nozze di Figaro), com a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Foi Brundibar, na ópera homónima no Tivoli BBVA e TNSC, Mufti (Le Bourgeois Gentilhome, Miguel Jalôto), Domestico de Lady Macbeth/ Un Sicario (Macbeth, Teatro Nacional de São Carlos), Sargeant (The Pirates of Penzance, Coral de São José). No programa ENOA, com Claudio Desderi e Yin Chen Lin, foi Filiberto (Il Signor Bruschino) e Gianni Schicchi (Gianni Schicchi), na Fundação C. Gulbenkian. Para além disto, interpretou o Gran Sacerdote di Bello (Nabucco, TNSC), Fiorello (Barbiere di Siviglia, Ginásio Ópera), Peter (Hänsel e Gretel, dir. Nuno Côrte Real), Cadmus (Semele, Nicholas Cleorbury), Polifemo (Acis e Galatea, Leonardo Garcia Alarcon), Figaro (na estreia mundial de Beaumarchais de Pedro Amaral), Fernando na estreia moderna da ópera Ines di Castro, dirigida por João Paulo Santos), Dandini (La Cenerentola, dir. David Jones), Papageno (Die Zauberflöte, dir. Gareth Jones, enc. Martin Constantine).

Recentemente, criou o papel de Macaco na ópera A Canção do Bandido, de Nuno Côrte-Real/Pedro Mexia.
Cantou ainda, com a orquestra da Welsh National Opera e com direcção de Carlo Rizzi, o papel titular de Gianni Schicchi.

Em concerto e oratório, cantou as partes de baixo-barítono das Liebeslieder Walzer de Brahms, no Festival de Música de Sintra, com João Paulo Santos e Olga Prats, Magnificat de C.P.E Bach e Ein höher tag de Homilius, Jephte de Carissimi, Te Deum de Charpentier, excertos de Manfred, de Schumann (dir. Pedro Neves) Messiah, de Handel, a Paixão Seg. São João, de J. S. Bach, Missa de João Domingos Bomtempo, 9ª Sinfonia de Beethoven (TNSC, dir. Joana Carneiro), Stabat Mater de Rossini e ainda o solo do Stabat Mater de Szymanowski (no St. David’s Hall). No âmbito da Música Antiga, apresenta-se regularmente com o ensemble Avres Servas, dirigido por Nuno Oliveira.

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Sofia Bagulho

Sofia Bagulho, natural de Loures, iniciou o estudo da música aos 9 anos de idade no Conservatório de Música D. Dinis em flauta transversal, com o professor Ricardo Alves. Aos 17 anos iniciou o estudo de canto lírico no Conservatório de Música de Lisboa com a professora Ângela Silva. Atualmente frequenta no Conservatório de Música D. Dinis o coro de Câmara, dirigido pelo professor Humberto Castanheira, no Conservatório de Lisboa, o coro feminino, no Conservatório de Música de Cascais , o Coro de Câmara, ambos dirigidos pelo prof. Rui Teixeira, e o Coro Juvenil de Lisboa, dirigido pelo maestro Nuno Margarido Lopes.

Integrou o projeto Concertos Participativos da Gulbenkian em setembro de 2018 com a obra Requiem de Mozart e em dezembro 2016, com o Messiah, de Georg Friedrich Häendel, como coralista no naipe de sopranos.

Em agosto de 2018 participou no encontro promovido pela European Choral Association, Europa Cantat 2018, na Estónia, com o coro emCANTUS.

Em julho de 2018 participou no Festival ao Largo como membro do Coro Juvenil de Lisboa, sob a direção do maestro Nuno Margarido Lopes.

Em dezembro de 2017 participou no concerto de Natal da Câmara Municipal da Covilhã, enquanto elemento do Coro dos Pequenos Cantores do Conservatório de Lisboa, sob a direção dos maestros Luís Cipriano e Inês Igrejas.

Em Julho de 2017 foi 1.ª flauta transversal da Orquestra Sinfónica no Festival de música Júnior em Montalegre.

Em Junho de 2017 participou na 6.ª edição do Festival Coros de Verão com o coro emCANTUS sob a direção do maestro Pedro Ferreira.

Em dezembro de 2015 integrou o coro do Concerto de Inverno da Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, como coralista no naipe de sopranos, na apresentação da obra de Beethoven, Sinfonia n.º9 em ré menor, auditório Senhora da Boa Nova.

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Ana Ferraz

Natural do concelho da Maia, Ana Ferraz iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música da Maia, onde terminou o 5.º Grau na classe do Professor Marco Pereira. Em 2010, prosseguiu os seus estudos com o mesmo professor na Escola Profissional Artística do Vale do Ave, ARTAVE, tendo concluído como melhor instrumentista do curso de Sopros e Percussão, apresentando-se seguidamente a solo com a Orquestra Sinfónica Artave.

Efectuou cursos de aperfeiçoamento orientados por professores como Júlia Gállego, Herman van Kogelenberg, Patrick Gallois, Sarah Rumer, Adam Walker e Emmanuel Pahud. Integrou várias orquestras, entre as quais Orchestre Animato Foundation, Orchestre Nacional de Lyon e Opéra de Lyon, tendo trabalhado com maestros de renome como Howard Williams, Pierre Bleuse, Thierry Fischer, Fabrice Pierre, Peter Csaba e Lorenzo Viotti.

Ana Ferraz foi premiada em diversos concursos, destacando-se o 1.º lugar no Concurso Internacional de Música Santa Cecília, o 1.º lugar na 14th Jastrzebie-Zdroj International Flute Competition na Polónia, e o 1.º lugar no Concurso de Interpretação do Estoril 2018 por unanimidade do Júri.

Em 2013 foi admitida na Haute École de Musique de Genève na classe do professor Michel Bellavance, onde terminou a sua licenciatura com nota máxima e distinção do júri. Em Julho de 2018, Ana Ferraz concluiu o seu mestrado em Performance com a menção “Trés Bien à l’unanimité” no Conservatoire Nacional Supérieur de Musique et Danse de Lyon, tendo como professor principal Julien Beaudiment.

Encontra-se atualmente a realizar uma pós-graduação na ESMUC em Barcelona, com o Professor Vicens Prats.

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Michael Rische

Michael Rische faz parte do pequeno grupo de músicos que enriquecem consistentemente o panorama musical com o seu trabalho de investigação na área da interpretação. Ao gravar os concertos para piano de Beethoven (n.º 3 em Dó maior) e Mozart (n.º 20 em Ré menor), o pianista também optou por um caminho incomum: estas são as únicas gravações que oferecem várias cadências de diferentes épocas, à escolha do ouvinte.

Já numa linha bem contrastante, é também um entusiasta pela música do século XX, promovendo a ligação entre o mundo clássico com o do jazz: estreou concertos de piano de George Antheil (2001, Londres) e Erwin Schulhoff (1993, Augsburg), e realizou gravações dentro do estilo “jazzístico” de Copland, Honegger, Gershwin e Ravel, que alcançaram reputação internacional.

Após ter gravado composições inéditas no disco “Variações em B-A-C-H – obras para piano desde o barroco à era moderna” a propósito do 315.º aniversário de Bach, Michael Rische desenvolveu um extenso trabalho nos concertos de piano quase esquecidos do filho de J.S. Bach, Carl Philipp Emanuel, com crescente sucesso. Tem vindo a receber uma maior visibilidade com as suas gravações desde 2011 até hoje, com os media comentando entusiasticamente as suas gravações. No aniversário de C. P. E. Bach em 2014, dois dos seus concertos para piano foram transmitidos ao vivo e por toda a Europa pela emissora alemã MDR.

Michael Rische nasceu em Leverkusen, tendo estudado em Düsseldorf sob a direção de Max Martin Stein (piano) e Milko Kelemen (composição). Recebeu ainda a inspiradora formação de Rudolf Serkin, Pierre Boulez e Nicolaus Harnoncourt.

Colaborou com Maestros como Sylvain Cambreling, Yuri Simonow, Christoph Poppen, Grant Llewellyn, Michael Boder e Wayne Marshal, bem como com orquestras como a Staatskapelle Berlin, a WDR Symphony Orchestra em Colónia, a Radio Symphony Orchestra Berlin, a Orchester National de Belgique, a Orquestra Sinfónica Alemã de Berlim, a Bamberg Symphony e a BBC Symphony Orchestra London. Estas colaborações abriram-lhe as portas de salas de concerto na Europa, Israel, EUA e China. Michael Rische foi Artista Residente no Festival Internacional Kurt Weill em Dessau.

Os vinte CD’s como solista da EMI, Universal, Sony e Hänssler CLASSIC são bom testemunho do seu repertório. Na sua mais recente gravação, toca com os solistas da Berlim Barock e da Orquestra de Câmara da Filarmónica de Berlim.

Para além do seu trabalho como intérprete, Michael Rische também ensina piano na Academia de Música de Colónia em Aachen, Alemanha.

A primeira vez que tocou um concerto para piano de Carl Philipp Emanuel Bach foi em Março de 2009, com a Orquestra Câmara de Cascais e Oeiras.

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Mariusz Smolij

MARIUSZ SMOLIJ é considerado um dos condutores mais empolgantes de sua geração. Tem ganho elogios da crítica internacional, incluindo elogios do New York Times por “performances atraentes”. Maestro Smolij liderou mais de 120 orquestras em 27 países nos cinco continentes, aparecendo em algumas das mais prestigiosas salas de concerto do mundo. Na América do Norte, dirigiu a Sinfónica de Houston, a Orquestra da Oficina Lírica de Chicago, a Filarmónica de São Luís, a Filarmónica de Rochester, a Sinfónica de Indianápolis, a Orquestra de Câmara de Indianápolis, a Orquestra Filarmónica de Nova Orleães, a Sinfónica de Hartford e a Sinfónica da Nova Escócia. Mariusz Smolij goza de notável reputação internacional, aparecendo com importantes orquestras da Alemanha, Itália, França, Suíça, Holanda, Israel, África do Sul, Bulgária, Hungria, República Checa, Eslováquia e Polónia. Colaborou com orquestras como a Sinfónica de Berner, a Orquestra Sinfónica de Basel, Suíça (gravação de CD e uma série de concertos incluindo o Tonhalle em Zurique), Sinfonia Rotterdam, Orquestra de Câmara de Florença, Orquestra Sinfónica de Israel, Orquestra Sinfónica de Israel, Orquestra Lamoureux-Paris, Filarmónica de Jena e Kiel Filarmónica da Alemanha, Filarmónica de Belgrado, Sinfónica de Budapeste, Filarmónica de Sófia, Filarmónica de Bogotá na Colômbia, Filarmónica de Joanesburgo na África do Sul Varsóvia e Filarmónica Nacional de Varsóvia, bem como com as principais orquestras do seu país natal, a Polónia.
Maestro Smolij serviu anteriormente como Maestro Residente da Orquestra Sinfónica de Houston, maestro associado da Orquestra Sinfónica de Nova Jérsia, Director Artístico da Filarmónica de Wrocław Lutosławski. Actualmente é Director Musical da Orquestra Sinfónica Acadiana, na Louisiana, Sinfónica Riverside, em Nova Jersey, e Director Artístico da Orquestra Sinfónica Toruń, na Polónia.

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Coro Sinfónico Lisboa Cantat

Fundado em 13 Dezembro de 1977 na Freg. S. Mamede em Lisboa com o nome de ‘Coral Caminhos Novos’ é considerado actualmente um dos melhores Coros do País. É dirigido pelo Maestro Jorge Alves desde 1986.

Foi coro associado do CCB na temporada 2010/11.

Obras executadas: ‘Gürrelieder de Schönberg’ no CCB com o Coro do T.N.S.Carlos e o Coro da F.C.Gulbenkian, ‘9.ª Sinfonia, Missas Solemnis e em Dó maior e “Meeresstille und Glückliche Fahrt” de Beethoven’, ‘Carmina Burana’ de Orff, ‘Gloria’ de Poulenc, ‘Requiem Alemão’ de J. Brahms, ‘Requiem’ de Mozart, ‘Requiem’ de G. Fauré, ‘A Sea Symphony’ de V. Williams, ‘3.ª Sinfonia Mahler’, Requiem de Verdi, ‘2.ª Sinfonia Mendelssohn’, Requiem de Duruflé, As Estações, A Criação e as Missas Nelson e de Stª Teresa de J.Haydn, Oktober Kantata de Prokofiev, ‘Cantata para un silencio’ de Daniel Schvetz, Requiem de Eurico Carrapatoso, Gloria de Poulenc, o Elixir de Amor de G. Donizetti, Cantata Verbum Caro e Oratória Popular de Nuno Côrte-Real, O Messias de Händel, Stabat Mater e Petite Messe de G.Rossini.
Actuou nos principais palcos de concertos em Portugal: Grande Auditório da Culturgest, do CCB e da Fundação C. Gulbenkian, Teatro Nacional de S.Carlos, Aula Magna, Pavilhão Atlântico, Sala Suggia da Casa da Música, Teatro S. Luiz, Sé de Lisboa, Mosteiro dos Jerónimos, Mosteiro de Alcobaça, Basílica de Mafra, entre tantas outras.

Actuou com: Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra do Norte, Royal Philharmonic Concert Orchestra, Orquestra Filarmonia de Espanha, Orquestra de Timisoara, Orquestra Sinfonia Varsóvia, Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Orquestra Sinfónica Juvenil, Filarmonia das Beiras. Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra de Câmara da GNR e Orquestra Académica Metropolitana.

Foi dirigido por: Nicholas Kraemer, Dirk Brossé, Martin Andre, Mark Tardue, Michael Zilm, João Paulo Santos, Vasco Azevedo, Theodor Guschlbauer, Zoltan Peskó, José Cura, Dmitri Jurowsky, Olivier Cuendet, Kodo Yamaguishi, Cesário Costa, Osvaldo Ferreira, Brian Schembri, Donato Renzetti, Christopher Bochmann, Nuno Côrte-Real, António Vassalo Lourenço e Pedro Carneiro.

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Pedro Burmester

Pedro Burmester nasceu no Porto. Foi aluno de Helena Costa durante dez anos, tendo terminado o Curso Superior de Piano do Conservatório do Porto com 20 valores, em 1981. Posteriormente, deslocou-se aos Estados Unidos onde trabalhou com Sequeira Costa, Leon Fleisher e Dmitry Paperno, entre 1983 e 1987. Paralelamente, frequentou diversas masterclasses com pianistas como Karl Engel, Vladimir Ashkenazi, T. Nocolaieva e E. Leonskaja. Ainda muito novo, foi premiado em diversos concursos, destacando-se o Prémio Moreira de Sá, o 2º Prémio Vianna da Motta e o prémio especial do júri no Concurso Van Cliburn, nos Estados Unidos.

Iniciou a actividade concertística aos 10 anos de idade e, desde então, já se apresentou ao público mais de 1.000 vezes, entre recitais a solo e de música de câmara e concertos com orquestra, em Portugal e no estrangeiro. Participou em todos os festivais de música portugueses. No estrangeiro são de realçar apresentações em La Roque d’Anthéron, Salle Gaveau, Festival de Flandres, Frick Collection e 92nd Y em Nova Iorque, Filarmonia de Colónia, Gewandhaus de Leipzig, Casa Beethoven em Bona e Concertgebouw em Amesterdão.

Colaborou com os maestros Manuel Ivo Cruz, Miguel Graça Moura, Álvaro Cassuto, Omri Hadari, Gabriel Chmura, Muhai Tang, Lothar Zagrosek, Michael Zilm, Frans Brüggen, Georg Solti, Leopold Hager, Baldur Brönnimann e Peter Rundel. Dedicou-se também à música de câmara. Mantém há alguns anos um duo com o pianista Mário Laginha e actuou com os violinistas Gerardo Ribeiro e Thomas Zehetmair, com os violoncelistas Anner Bylsma e Paulo Gaio Lima e com o clarinetista António Saiote. Formou um grupo de pianos e percussões que tem actuado com grande sucesso em Portugal. Actuou em França, Alemanha, Bélgica, Holanda, Brasil, Estados Unidos, África do Sul, Canadá e Austrália, onde realizou uma tournée com a prestigiada Australian Chamber Orchestra.

A discografia de Pedro Burmester inclui três CD a solo com obras de Bach, Schumann e Schubert, um em duo com Mário Laginha e três gravações com a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Em 1998 foi editado um CD a solo com obras de Chopin. Em 1999 gravou as dez sonatas para violino e piano de Beethoven com o violinista Gerardo Ribeiro. Em 2007, juntamente com Bernardo Sassetti e Mário Laginha, editou o CD e DVD “3 Pianos”, gravado ao vivo no Centro Cultural de Belém. Em 2010 foi editada a Sonata em Lá maior D. 959 de Franz Schubert e os Estudos Sinfónicos op. 13 de Schumann.

Em 2013 estreou-se na Casa da Música, num recital editado em disco duplo em Janeiro de 2015. Nesse mesmo ano, no mesmo palco, abraça o desafio de interpretar os cinco concertos para piano e orquestra de Beethoven com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. No ano seguinte retoma a colaboração com o pianista Mário Laginha, com quem gravara o disco “Duetos” (1994).

Foi Director Artístico e de Educação na Casa da Música, projecto que ajudou a criar e a implementar. Actualmente, para além da sua actividade artística, é professor na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE) no Porto.

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Christopher Bochmann

CHRISTOPHER BOCHMANN (n. 1950) formou-se em composição pela Universidade de Oxford, como aluno de David Lumsden, Kenneth Leighton e Robert Sherlaw Johnson. Em 1999, obteve o grau de D. Mus. (doutoramento em composição) pela mesma Universidade. Estudou também com Nadia Boulanger em Paris e com Richard Rodney Bennett em Londres.

Leccionou em várias escolas na Inglaterra entre as quais Cranborne Chase School e Yehudi Menuhin School. Passou dois anos no Brasil como professor da Escola de Música de Brasília. Trabalha em Portugal desde 1980. Leccionou em várias escolas na área de Lisboa nomeadamente no Instituto Gregoriano de Lisboa e no Conservatório Nacional. De 1984 a 2006 foi professor da Escola Superior de Música de Lisboa da qual foi Diretor durante seis anos (1995-2001) e onde também coordenou o curso de Composição de 1990 a 2006. Atualmente é Professor Catedrático da Universidade de Évora, onde foi Diretor do Departamento de Música de 2007 a 2013 e Diretor da Escola de Artes entre 2009 e 2017.

É maestro titular da Orquestra Sinfónica Juvenil desde 1984 com a qual deu concertos em todo o país e com a qual também gravou três CDs da sua própria música. Também dirige com frequência o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa tendo dado muitas estreias e gravado várias obras portuguesas em CD.

Em 2004 foi-lhe atribuído uma Medalha de Mérito Cultural do Ministério da Cultura. E em 2005 foi agraciado pela rainha Isabel II com a condecoração O.B.E. (Officer of the Order of the British Empire).

As suas composições abrangem quase todos os géneros musicais, da música para solistas à música orquestral, da música de câmara à ópera, para além de inúmeras orquestrações e arranjos. O seu estilo musical passou por uma fase de considerável complexidade, e já utilizou muitos processos aleatórios. Mais recentemente, a sua música tem-se tornado algo mais simples, seguindo assim certas tendências do pós-modernismo sem contudo recorrer ao neo-tonalismo. Na sua música vocal, interessa-se especialmente na exploração de aspectos tanto fonéticos como semânticos do texto. Toda a sua música revela uma preocupação com a relatividade com que ouvimos e apreciamos o som, numa tentativa de fazer corresponder os processos e as técnicas estruturantes da música cada vez mais proximamente a critérios intrinsecamente musicais e sonoras.

Para além de uma extensa lista de obras originais, Christopher Bochmann tem ainda realizado muitas orquestrações e arranjos.

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Ana Sofia Sousa

Ana Sofia Sousa iniciou os seus estudos na Academia de Música de Paços de Brandão (2007) na classe de Viola de Arco da Prof. Susana Cordeiro e, mais tarde, com o Prof. António Pereira, com quem concluiu o 8.º grau no Curso Complementar de Música em Ensino Articulado (2013).

Participou em várias masterclasses com os professores Ana Bela Chaves, Ruth Killius, António Pereira, John Thorne, Olga Prats, Leo de Neve, Isabela Villanueva, Pedro Muñoz, Aida Carmen Sonae, António Figueiredo, Peter Stark, David Lloyd, Joana Pereira, Hugo Diogo e Luís Norberto, entre outros. Colaborou com diversas orquestras, como a Orquestra Sinfónica da ESART, Orquestra Nacional de Jovens, OCPzero/JOP, o II Estágio Gulbenkian para Orquestra, a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Filarmónica Portuguesa, Orquestra Art’Ensemble, Lisbon Film Orchestra, Orquestra Clássica do Centro e Orquestra Clássica de Espinho, entre outras. Trabalhou com os maestros Ernst Shelle, Pedro Neves, Joana Carneiro, Jean Sébastien Béreau, Pedro Carneiro, Alberto Roque, Rui Massena, Luís de Carvalho, Jan Wierzba, Vasco Pearce de Azevedo, Osvaldo Ferreira e José Gomes, entre outros.

Obteve o 3.º Prémio ex-aequo na categoria C (2012) e o 1.º Prémio na Categoria A (2015), ambos no Concurso Nacional “Paços Premium”, realizado na Academia de Música de Paços de Brandão. Foi admitida na Penderecki Music Academy Westphalia 2015, no Aurora Autumn festival & Masterclass 2018 e selecionada para a semifinal do Prémio Jovens Músicos nas edições de 2015 e 2018.

Em 2016, terminou a Licenciatura em Música (variante Instrumento) pela Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco orientada pelo Prof. António Pereira, tendo concluido o Mestrado em Ensino de Música na Universidade de Aveiro em 2018. Frequenta atualmente o Mestrado em Performance no Conservatório Real de Antuérpia (Bélgica), orientada pelo Prof. Leo de Neve, e é bolseira da GDA (Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, CRL).

É Instrumentista Suplente da Orquestra Gulbenkian e membro e da The World Orchestra.

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Santiago Medina Gutiérrez

Santiago Medina Gutiérrez nasceu em 1990 na Ilha de Tenerife, no arquipélago das Canárias. Iniciou os seus estudos de viola aos 8 anos no Conservatório Profissional de Música de Santa Cruz de Tenerife, na classe da Professora Victoria Mena, com quem concluiu o ensino secundário. Em 2008 ingressou no Conservatório Superior de Música das Ilhas Canárias na classe da professora Macarena Pesutic, concluindo a sua licenciatura com a classificação máxima. Entre 2012 e 2015 estudou na Folkwang Universität der Künste em Essen em parceria com o Orchesterzentrum/NRW em Dortmund, onde terminou o seu Mestrado de especialização em orquestra na classe do Professor Emile Cantor. Foi então admitido na Hochschule für Musik und Tanz de Colónia como aluno de Mestrado em performance solista na classe de Professor Alexander Zemtsov, tendo realizado o recital final em Julho de 2017 com distinção.

De entre os vários cursos e masterclasses em que participou, destacam-se os nomes de prestigiados músicos e pedagogos como Hariolf Schlichtig, Tatjiana Masurenko, Thomas Riebl, Sviatoslav Belonogov, Naoko Shimizu, Gerard Caussé, Jürgen Kussmaul e, mais recentemente, com a professora Nobuko Imai e o Michelangelo String Quartet. Participou nos principais festivais de Música Clássica: com a Joven Orquesta Nacional de Espanha no Young Euro Classics Festival (Berlim), no Aurora Music Festival (Suécia), e com a GustavMahler Jugendorchester no BBC Proms de Londres e Salzburger Festpsiele.

Na temporada 2013/2014 foi estagiário na Deutsche Radio Philharmonie em Saarbrücken, na Alemanha. Estreou-se como solista em Novembro de 2014 com o concerto de William Walton para viola e orquestra, acompanhado pela International Youth Symphony Orchestra Bremen. Colabora frequentemente com várias orquestras na Europa como a International Youth Symphony Orchestra Bremen, Orquesta Sinfónica de Tenerife, Orquesta Filarmónica de Gran Canaria, Deutsche Radio Philharmonie Saarbrücken, Duisburger Philharmoniker e Dortmunder Philharmoniker.

Nos últimos anos tem desenvolvido trabalho em música de câmara, nomeadamente com seu quarteto de cordas Haru Quartet. Com este, obteve o 2.º prémio na segunda edição do Concurso Interno de Música de Câmara da Hochschule für Musik und Tanz de Colónia em julho de 2017. No mesmo ano, foi premiado com uma bolsa de estudos pelo Lions Club de Colónia. Actualmente vive em Portugal onde desenvolve o seu trabalho como músico freelancer.

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Compositor Residente OCCO 2019

André Santos é o novo Compositor Residente da OCCO para 2019!

Parabéns!

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Sergio Pérez

Natural de Real de Montroi (Valência), iniciou os seus estudos no Conservatório de Música Profissional de Torrent, prosseguindo no Conservatório de Música de Valência, onde concluiu o curso superior com o Prof. Dr. Vicente Campos.

Concluiu o Mestrado em Estética e Criatividade em Música e aperfeiçoou-se nos estudos com professores e músicos solistas como Allen Vizzutti, Anthony Plog, Philip Smith, Marc Gold, Eric Aubier, Barbara Butler e Charles Geyer. Mais tarde em 2015, concluiu o Mestrado em Interpretação no Conservatório de Música de Castellón Conservatory.

Em 1999 foi finalista no concurso espanhol para jovens músicos Juventudes Musicales. Obteve o primeiro prémio nos concursos Yamaha Hazen National Trumpet Competition (2002), European Ravel Granados competition (2004), e na primeira edição do International Competition for Yamaha Brass Quintets com o seu quinteto Keren Brass (2006) .

Tem colaborado como solista assistente na Sinfónica de Barcelona e na Orquetsra Nacional da Catalunha, tendo colaborado igualmente em vários grupos de câmara como o Grupo Enigma de Saragoça, Sinfónica de Valência, Orquestra das Astúrias, Grupo Instrumental Mare Nostrum e Barcelona 216.

Atualmente é professor no Conservatório de Música de Utiel (Valência).

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Cristina Lúcio

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Susana Condesso

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Carla Pires

Carla Pires inicia a sua carreira artística em 1993. Participa em vários projectos musicais, grava bandas sonoras para séries televisivas e desempenha papéis como atriz nas telenovelas “O Olhar da Serpente” (SIC 2002) e “A Outra” (TVI 2007).

Em 1996 alcança o 1.º lugar no Festival de Salónica (Grécia), organizado pelas Sociedades de Autores da Europa, em representação da SPA, com o tema “Canção do Vento e da Terra”.

Em 2002 gravou com o Quinteto Amália, o CD “O Fado em Concerto”e entre 2002 e 2006 integrou o Musical “Amália” onde desempenha o papel de Amália “jovem”. Em 2005 representou Portugal na Expo Mundial do Japão, ano em que gravou o seu primeiro disco a solo “Ilha do meu Fado”.

A sua afirmação enquanto fadista acontece em 2008 na sua tournée em França com 10 concertos, e pela Argélia, Áustria e Espanha. Desde então os concertos internacionais têm sido uma constante na sua carreira. Com actuações na Europa, África, Ásia e América Latina a fadista soma 450 concertos realizados em todo o mundo em prestigiados palcos como Osaka Symphony Hall, Okayama Symphony Hall, Nakano Sun Plaza, Tóquio (Japão), Ópera de Graz (Áustria), Vlaamse Opera Gent, Södra Teatern (Estocolmo), Concertgbow, De La Mar Theater, Schowburg Roterdamse, Rasa (Holanda), Cirque d’Hiver e Théâtre de la Ville (Paris), Teatro Solís (Montevidéu) entre muitos outros.

O seu segundo disco, “Rota das Paixões”, foi editado internacionalmente pela Harmonia Mundi em 2012.

Em 2014, a convite do consagrado coreógrafo Vasco Wellenkamp, Carla Pires faz uma tournée pela Holanda em 42 salas, com o espectáculo “Fado”, uma co-produção com bailarinos da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e da Internacional Danstheater de Amesterdão, com fado ao vivo. Este espectáculo foi distinguido em Fevereiro de 2015 com o ‘Danspublieksprijs’ (Dance Audience Award 2014) para o melhor espetáculo na Holanda.

Entre Março e Abril de 2015, Carla Pires realizou nove actuações na Ópera de Graz, acompanhada pelos seus três músicos e pela Grazer Philharmoniche Orchester na trilogia de dança contemporânea Malambo executada pela Oper Graz Tanzkompanie e que integrou a coreografia “Fado” de Vasco Wellencamp. Interpretou o tema “Cavalo à solta” de Ary dos Santos e Fernado Tordo na banda sonora do filme L’échappée belle (2015).

Em Novembro 2016 lançou em França o álbum “Aqui” com um concerto de apresentação no Théâtre de la Ville em Paris. Desde então a Tour “Aqui” tem percorrido diversos países: Suíça, França, Espanha, Bélgica, Polónia, Uruguai com destaque para o Japão onde a fadista realizou 14 concertos em 13 das melhores salas das principais cidades e será dada por concluída no final de 2018.

Em 2019 será editado o quarto álbum a solo de Carla Pires.

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