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Violoncelo

Bruno Borralhinho

Bruno Borralhinho é membro da Orquestra Filarmónica de Dresden, e fundador e Director Artístico do Ensemble Mediterrainnsemble Mediterrain. Apresenta-se regularmente como solista com orquestra, em recitais a solo e com piano em Portugal, Espanha, Alemanha e Brasil, sendo importante destacar a interpretação integral das Suites para Violoncelo Solo de J. S. Bach no Centro Cultural de Belém (Lisboa, 2008), com o violoncelo Montagnana que pertenceu a Guilhermina Suggia, e a interpretação integral da obra de Beethoven para Violoncelo e Piano com o Stradivari que pertenceu ao Rei D. Luís (Lisboa, 2012). Orientou até ao presente Masterclasses no Brasil, em Portugal e em Espanha.
Nasceu na Covilhã em 1982 e iniciou os seus estudos musicais aos 12 anos na Escola Profissional de Artes da Beira Interior com o Prof. Luis Sá Pessoa. Estudou entre 2000 e 2006 na classe do Prof. Markus Nyikos na Universität der Künste, em Berlim, onde concluiu a Licenciatura e a Pós-Graduação (Solista) com as máximas classificações. Posteriormente prosseguiu a sua formação com o violoncelista norueguês Truls Mørk, em Oslo.
Frequentou Masterclasses com Natalia Gutman, Antonio Meneses, Pieter Wispelwey, Anner Bylsma, Jian Wang, Martin Ostertag, Martin Löhr, Márcio Carneiro e Thomas Demenga, e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2001 e 2005.
Obteve o 1.º Prémio no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona em 1999 e o 1.º lugar no Prémio Jovens Músicos, organizado pela RDP – Radio Difusão Portuguesa, em 2001. Enquanto solista, tocou acompanhado pela Orquestra Gulbenkian, Orquestra XXI, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara Portuguesa e Orquestra Metropolitana de Lisboa.
A diversificada actividade artística de Bruno Borralhinho inclui também a direcção de orquestra, tendo-se apresentado até ao presente como maestro à frente da Orquestra Clássica do Sul, da Orquestra Clássica da Madeira, da Orquestra Clássica do Centro, do Ensemble Mediterrain (DE), da Filharmonie Bohuslava Martinu de Zlin (CZ) e da Berliner Symphoniker (DE).
Obteve o 1.º Prémio no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona em 1999 e o 1.º lugar no Prémio Jovens Músicos, organizado pela RDP – Radio Difusão Portuguesa, em 2001. Enquanto solista, tocou acompanhado pela Orquestra Gulbenkian, Orquestra XXI, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara Portuguesa e Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Em 2011, concluíu um Master de Gestão Cultural na Universitat Oberta de Catalunya (Barcelona) e em Outubro do mesmo ano foi um dos participantes no Atelier for Young Festival Managers em Izmir (Turquia), organizado pela EFA – European Festivals Association. É actualmente Doutorando em Humanidades na Universidad Carlos III de Madrid.
Em 2009, lança com a pianista Luísa Tender o CD duplo “Página Esquecida” inteiramente dedicado à música erudita portuguesa, trabalho que recebeu as melhores críticas da imprensa nacional e internacional. Em 2016, será lançada pelo selo discográfico NAXOS outra gravação inteiramente dedicada à música portuguesa, desta vez para violoncelo e orquestra, na qual foi acompanhado pela Orquestra Gulbenkian dirigida pelo maestro Pedro Neves.
Bruno Borralhinho integrou a Orquestra de Jovens Gustav Mahler e a Orquestra Mundial das Juventudes Musicais, tendo ocupado o lugar de 1.º Violoncelo-Solista nesta última. Foi ainda membro da Academia da Staatskapelle Berlin entre 2004 e 2006, orquestra residente da Ópera Estatal de Berlim e estagiário na DSO – Deutsches Symphonie Orchester Berlin em 2003.
Ao longo destes anos, tocou em algumas das mais importantes salas de concerto por toda a Europa, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul, Japão e América do Sul, e trabalhou igualmente com conceituados maestros como Claudio Abbado, Daniel Barenboim, Franz Welser-Möst, Kurt Masur, Kent Nagano, Herbert Blomstedt, Christoph Eschenbach e Paavo Järvi – e solistas famosos – Anne Sophie Mutter, Martha Argerich, Maxim Vengerov, Mischa Maisky, Pierre-Laurent Aimard e Rolando Villazón.

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