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Barítono

André Henriques

André Henriques nasceu em Lisboa e conclui o curso de canto da Escola de Música do Conservatório Nacional, na classe do professor António Wagner Diniz.

Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, completou o MA em Opera Performance, na Royal Welsh College of Music and Drama, com os professores Donald Maxwell e Michael Pollock.

Participou em masterclasses com John Fisher, Susan Bullock, Kathryn Harries, Anne Schwanewilms, Lucia Mazzaria, David Santos e João Paulo Santos.

No domínio da ópera, interpretou Guglielmo (Così Fan Tutte), Masetto (Don Giovanni) e Figaro (Le Nozze di Figaro), com a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Foi Brundibar, na ópera homónima no Tivoli BBVA e TNSC, Mufti (Le Bourgeois Gentilhome, Miguel Jalôto), Domestico de Lady Macbeth/ Un Sicario (Macbeth, Teatro Nacional de São Carlos), Sargeant (The Pirates of Penzance, Coral de São José). No programa ENOA, com Claudio Desderi e Yin Chen Lin, foi Filiberto (Il Signor Bruschino) e Gianni Schicchi (Gianni Schicchi), na Fundação C. Gulbenkian. Para além disto, interpretou o Gran Sacerdote di Bello (Nabucco, TNSC), Fiorello (Barbiere di Siviglia, Ginásio Ópera), Peter (Hänsel e Gretel, dir. Nuno Côrte Real), Cadmus (Semele, Nicholas Cleorbury), Polifemo (Acis e Galatea, Leonardo Garcia Alarcon), Figaro (na estreia mundial de Beaumarchais de Pedro Amaral), Fernando na estreia moderna da ópera Ines di Castro, dirigida por João Paulo Santos), Dandini (La Cenerentola, dir. David Jones), Papageno (Die Zauberflöte, dir. Gareth Jones, enc. Martin Constantine).

Recentemente, criou o papel de Macaco na ópera A Canção do Bandido, de Nuno Côrte-Real/Pedro Mexia.
Cantou ainda, com a orquestra da Welsh National Opera e com direcção de Carlo Rizzi, o papel titular de Gianni Schicchi.

Em concerto e oratório, cantou as partes de baixo-barítono das Liebeslieder Walzer de Brahms, no Festival de Música de Sintra, com João Paulo Santos e Olga Prats, Magnificat de C.P.E Bach e Ein höher tag de Homilius, Jephte de Carissimi, Te Deum de Charpentier, excertos de Manfred, de Schumann (dir. Pedro Neves) Messiah, de Handel, a Paixão Seg. São João, de J. S. Bach, Missa de João Domingos Bomtempo, 9ª Sinfonia de Beethoven (TNSC, dir. Joana Carneiro), Stabat Mater de Rossini e ainda o solo do Stabat Mater de Szymanowski (no St. David’s Hall). No âmbito da Música Antiga, apresenta-se regularmente com o ensemble Avres Servas, dirigido por Nuno Oliveira.

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